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Marcius Melhem anuncia medidas judiciais contra Dani Calabresa e advogada

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O ator e diretor Marcius Melhem anunciou nesta sexta-feira (04) que entrou com uma ação na Justiça contra a advogada Mayra Cotta, que representa seis mulheres que o acusam de assédio sexual, para que ela prove as denúncias. Em entrevista exclusiva ao UOL, Melhem também informou que fará uma interpelação judicial a Dani Calabresa, pedindo que ela confirme ou desminta relatos de assédio que teria sofrido, como mostrou reportagem da revista Piauí publicada hoje. A íntegra da entrevista com Melhem, realizada no final da tarde desta sexta-feira (04) por mim e por Dolores Orosco, editora-chefe do Universa, será publicada neste sábado (05).

A primeira acusação a Melhem remonta a dezembro de 2019. A Globo fez duas investigações sobre o caso no início deste ano, que não resultaram em nenhuma condenação formal ao comediante. Melhem tirou licença em abril, para acompanhar o tratamento médico de uma filha, e deixou a Globo em agosto. Foram 17 anos de trabalho. Em nota, na ocasião, a emissora o elogiou, dizendo que “deu importante contribuição para a renovação do humor nas diversas plataformas da empresa”.

Em outubro, a jornalista Mônica Bergamo trouxe na Folha uma entrevista com a advogada Mayra Cotta, representante de 12 mulheres (seis vítimas de assédio sexual e seis testemunhas) que acusam Melhem. Nesta sexta, o repórter João Batista Jr., na Piauí, informa que conversou “com duas vítimas de assédio sexual, sete vítimas de assédio moral e três vítimas dos dois tipos de assédio, o sexual e o moral”.

As acusações atingem, além de Melhem, diferentes instâncias da Globo que lidaram com o caso, aparentemente, sem o rigor necessário. Melhem chefiou a área de humor da Globo nos últimos anos, sendo responsável pela criação de programas como “Zorra”, “Tá no Ar” e “Fora de Hora”, além do quadro “Isso a Globo Não Mostra”, exibido no Fantástico. Mais recentemente, também era responsável pela “Escolinha do Professor Raimundo”. Nenhum destes programas vai permanecer na grade da emissora.

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Whindersson Nunes envia 217 cilindros de oxigênio a Manaus

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Engajado com os problemas da saúde no norte do Brasil, Whindersson Nunes compartilhou uma foto mostrando que enviou mais cilindros de oxigênio a Manaus, no Amazonas.

“Embarque de 217 cilindros feito hoje às 6h30, chegam hoje às 10h30 em Manaus. Já acordei suave, man”, postou o humorista. “Estamos engajados em salvar vidas”, completou.

Whindersson já havia iniciado as ações na semana passada. No sábado (16), ele mostrou que 60 respiradores seriam distribuídos em seis hospitais. “Mandei pra Manaus pra garantir que nenhum arrombado desvie os aparelhos, hoje em dia está difícil confiar”, postou.

A capital amazonense entrou em colapso em meio à pandemia do novo coronavírus por conta do aumento de pacientes infectados pela Covid-19. Até o balanço divulgado em 16 de janeiro, o Amazonas havia contabilizado 229.367 infectados e 6.123 mortes causadas pelo coronavírus.

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Entretenimento

Companheira de Paulinho do Roupa Nova briga na Justiça por herança

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Elaine Soares Bastos Mendes entrou com ação solicitando reconhecimento de união estável com cantor, que morreu há pouco mais um mês; ela alega que os filhos do artista a deixaram de fora do inventário; Twigg, primogênita de Paulinho, afirma que não procede a alegação da ex-companheira do pai

A psicóloga e advogada Elaine Soares Bastos, de 52 anos, companheira de Paulinho, vocalista do grupo Roupa Nova que morreu há um mês e quatro dias depois de complicações da Covid-19, entrou na Justiça contra Twigg de Souza Santos e Pedro Paulo Castor dos Santos, filhos do músico, a fim de solicitar o reconhecimento de união estável com Paulinho. Elaine afirmou que os os dois não a incluíram no inventário sobre a questão da divisão de bens do vocalista do Roupa Nova. A notícia foi dada em primeira mão pelo portal Grande Tijuca, do Rio.

“Soube que eles abriram o inventário logo depois da morte do pai, no dia 16 de dezembro, na 7ª Vara da Comarca da capital, e não me incluíram. Desde o início, queria fazer tudo de forma consensual, não queria, nem quero, briga nem confusão. Vivi durante 16 anos com o Paulinho uma vida marital. Nosso acervo de fotos de viagens já mostra. A vida do Paulinho era eu e ele era a minha vida. Ele era totalmente dependente emocionalmente de mim e eu também dele”, afirmou.

Elaine afirmou que vivia para o músico, por quem era apaixonada. “O Paulinho me chamava de ‘namorada’. Sou dependente dele no IRPF desde 2006 e já dei entrada no INSS para ter direito à pensão. O que estou fazendo é uma regulamentação de união estável, mas os filhos dele estão dificultando porque querem que eu vá para a rua, virar mendiga”, afirmou.

A psicóloga disse estar extremamente abalada com a perda do companheiro e que está vivendo à base de remédios psiquiátricos. “Tudo o que fiz foi por amor e faria novamente. O Paulinho começou com o linfoma em 2017. Em agosto do ano passado, foi internado no CHN (hospital em Niterói) para fazer o transplante. Fiquei 33 dias com ele no hospital. Quando ele teve alta, pegou Covid-19. E eu também. A maior preocupação dele era como ia ficar o meu padrão de vida, ele queria montar algo para mim. Fiquei muito surpresa por não ter sido incluída no inventário porque não esperava. Fiquei 16 anos casada com ele. Estou vivendo o meu luto. Só saio de casa para ir ao psiquiatra e volto”, falou.

 

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