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Política Nacional

MDB, DEM e PSDB dominam comando das capitais após 2º turno

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Além de cinco capitais, o MDB lidera lista de partidos que mais elegeram prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, com 8.714 eleitos, 13% do total

Os partidos MDB, DEM e PSDB dominaram o comando das capitais brasileiras depois de definidos todos os prefeitos com os resultados do 2º turno das eleições municipais 2020 do último domingo (29).

Agora, as 25 capitais têm os chefes do executivo municipal escolhidos, com excecão de Brasília, onde não há eleição para prefeito, e Macapá (AP), que teve o pleito adiado por causa de problemas no fornecimento de energia elétrica – a votação será nos dias 6 e 20 de dezembro.

O MBD foi o partido que mais elegeu prefeitos nas capitais, vencendo em cinco delas. Em segundo lugar, aparecem o DEM e o PSDB, com quatro capitas cada um.

Na sequência, o PDT, o PP, o PSB e o PSD venceram em duas capitais cada. Já Avante, Podemos, PSOL e Republicanos ficaram com uma capital cada.

Pela primeira vez, o PT terminou as eleições sem comandar uma capital, após derrota de Marília Arraes no Recife (PE) e de João Coser em Vitória (ES). A primeira vitória, em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, havia sido em 1985.

Veja os candidatos e partidos eleitos nas capitais

MBD (5 capitais)

– Arthur Henrique, em Boa Vista
– Emanuel Pinheiro, em Cuiabá
– Maguito Vilela, em Goiânia
– Sebastião Melo, em Porto Alegre
– Doutor Pessoa, em Teresina

DEM (4 capitais)

– Rafael Greca, em Curitiba
– Gean Loureiro, em Florianópolis
– Bruno Reis, em Salvador
– Eduardo Paes, no Rio de Janeiro

PSDB (4 capitais)

– Alvaro Dias, em Natal
– Cinthia Ribeiro, em Palmas
– Hildon Chaves, em Porto Velho
– Bruno Covas, em São Paulo

PDT (2 capitais)

– Edvaldo Nogueira, em Aracaju
– Sarto Nogueira, em Fortaleza

PP (2 capitais)

– Cícero Lucena, em João Pessoa
– Tião Bocalom, em Rio Branco

PSB (2 capitais)

– João Henrique Caldas, em Maceió
– João Campos, em Recife

PSD (2 capitais)

– Alexandre Kalil, em Belo Horizonte
– Marquinhos Trad, em Campo Grande

AVANTE (1 capital)

– David Almeida, em Manaus

PODEMOS (1 capital)

– Eduardo Braide, em São Luís

PSOL (1 capital)

– Edmilson Rodrigues, em Belém

REPUBLICANOS (1 capital)

– Delegado Pazolini, em Vitória

Todas as cidades

O MDB também lidera como o partido que mais elegeu no geral, como prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, segundo dados estatísticos disponíveis no Portal do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A Justiça Eleitoral recebeu mais de 557 mil pedidos de registros de candidatos para disputar cerca de 68 mil cargos eletivos em 5.567 municípios brasileiros. 

O MDB lidera o ranking, com 8.714 eleitos (12,76%), sendo 777 prefeitos, 660 vice-prefeitos e 7.277 vereadores. O PP ficou em segundo lugar, com 7.523 eleitos (11,02%), sendo 680 prefeitos, 551 vice-prefeitos e 6.292 vereadores.

Em seguida, estão o Partido Social Democrático (PSD), que elegeu 6.783 candidatos (9,93%), sendo 651 para o cargo de prefeitos, 508 para vice-prefeito e 5.624 para vereador; o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), com 5.268 eleitos (7,71%), sendo 516 prefeitos, 416 vice-prefeitos e 4.336 vereadores; e o Democratas (DEM), que conquistou 5.199 vagas (7,62%), sendo 459 para prefeituras, 442 para vice-prefeituras e 4.298 para câmaras municipais.

A lista das 10 legendas que mais elegeram candidatos para todos os cargos disputados no dia 15 de novembro inclui o Partido Liberal (PL), com 4.147 eleitos (6,08%), sendo 345 prefeitos, 364 vice-prefeitos e 3.438 vereadores; o Partido Democrático Trabalhista (PDT), com 4.038 eleitos (5,91%), sendo 313 prefeitos, 316 vice-prefeitos e 3.409 vereadores; o Partido Socialista Brasileiro (PSB), que elegeu 3.500 candidatos (5,12%), sendo 252 prefeitos, 265 vice-prefeitos e 2.983 vereadores; o Partido dos Trabalhadores (PT), que conquistou 3.072 vagas (4,50%), sendo 179 em prefeituras, 258 em vice-prefeituras e 2.635 em câmaras municipais; e o Republicanos, que registrou 3.009 eleitos (4,41%), sendo 209 prefeitos, 228 vice-prefeitos e 2.572 vereadores.

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Política Nacional

Senador pede para CPI da covid investigar também prefeitos e governadores

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Senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresenta requerimento, Bolsonaro defende a medida.

O senador Alexandro Vieira (Cidadania-SE) protocolou neste sábado (10.abr.2021) pedido para a Mesa Diretora do Senado ampliar o alcance da CPI (comissão parlamentar de inquérito) que irá investigar responsabilidades por atos praticados pelo governo federal no combate à pandemia.

O pedido de Vieira é para que a comissão apure também eventuais irregularidades na gestão de recursos federais destinados ao enfrentamento do coronavírus por prefeitos e governadores.

“Assim como as competências, as responsabilidades são também distribuídas. Dessa forma, não cabe, a nosso ver, instituir uma comissão parlamentar de inquérito para proceder à investigação da atuação dos órgãos estatais diante da pandemia do covid-19 e limitar o seu escopo exclusivamente aos agentes públicos federais. Trata-se de um sistema nacional e assim deve ser avaliado”, disse Vieira em nota divulgada por sua assessoria.

A CPI da covid deve ser instalada no Senado na 3ª feira (13.abr), quando está marcada a próxima sessão da Casa. A medida atende a decisão proferida na 5ª feira (8.abr.2021) pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso.

O ministro concedeu liminar (decisão provisória) ordenando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a instalar a CPI da Covid.

A instalação do colegiado foi apoiada por 30 senadores que assinaram requerimento apresentado em 15 de janeiro ao então presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Pacheco, ao assumir o cargo, não levou o tema adiante. Barroso considerou que Pacheco não poderia se opor à criação da CPI por “conveniência e oportunidade políticas”.

Alessandro Vieira é líder do bloco Senado Independente, que congrega Cidadania, PDT, Rede e PSB. A inclusão de prefeitos e governadores no rol de “alvos” da comissão atende a desejo do presidente Jair Bolsonaro, que vê na CPI uma forma de “tumultuar” o governo.

Ainda neste sábado (10.abr), Bolsonaro disse: “Quer fazer justiça? Quem sumiu com o dinheiro, fui eu? Era pra preparar a rede hospitalar, quantos prepararam? Se é pra fazer CPI, é todo mundo”.

A ampliação da CPI conforme pede Alessandro Vieira pode intimidar movimentações para tentar esvaziar a comissão. Aliados do governo Bolsonaro falaram nos últimos dias em tentar retirar assinaturas do requerimento que pediu a instalação do colegiado. Rodrigo Pacheco disse na 6ª feira (9.abr) que não moverá “um milímetro” para atrapalhar a comissão.

Mas outro ponto de interrogação ainda paira sobre a CPI. Por causa da pandemia, nenhuma comissão parlamentar de inquérito pôde funcionar. A CPI das fake news, por exemplo, está parada desde o 1º semestre do ano passado. Aliados do governo podem pisar nessa tecla para barrar seu funcionamento.

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Política Nacional

Maia vê plano de ir para MDB naufragar e agora tenta PSDB

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Plano para migrar do DEM ao MDB naufragou há cerca de duas semanas

Rodrigo Maia está em conversas avançadas para ingressar no PSDB.

O plano para migrar do DEM para o MDB naufragou há cerca de duas semanas, quando o ex-presidente da Câmara se reuniu com políticos cariocas que planejam acompanhá-lo na saída do DEM.

Muitos deles, como Eduardo Paes, eram do MDB e deixaram o partido quando seus principais quadros no Rio, Sérgio Cabral e Jorge Picciani, foram presos.

O grupo deixou claro a Maia que voltar ao MDB seria inviável. No PSDB, Maia deverá controlar o diretório estadual e ter assento no nacional.

Dessa maneira, influiria na escolha do partido sobre 2022.

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