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Medicina e Saúde

Melasma: entenda as causas e saiba como tratar as manchas no outono

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O melasma está entre os problemas que mais afligem as mulheres no “pós verão”. A exposição solar é um dos principais fatores que desencadeiam o problema

verão terminou, o outono já começou e com ele a temporada dos tratamentos para a pele. Após meses de muito sol, é hora de correr atrás do prejuízo e restabelecer a saúde do maior órgão do corpo humano. E quando o assunto é beleza e bem-estar, novas técnicas e equipamentos vêm para auxiliar os tratamentos.

melasma está entre os problemas que mais afligem as mulheres no “pós verão”. São manchas escuras que aparecem na pele, principalmente do rosto, em áreas como: nariz, bochechas e testa, por exemplo. 

Trata-se de uma hiperpigmentação, provocada pela concentração de melanina, pigmento responsável pela cor da pele. Apesar de atingir ambos os sexos, é mais recorrente no sexo feminino.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, não existe uma causa definida para o melasma, mas a condição está relacionada, na maioria das vezes, a fatores como: gravidez, uso de anticoncepcionais, e o principal, à exposição ao sol. 

Além das questões hormonais e dos raios solares, a predisposição genética também influencia no aparecimento das manchas.

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Melasma não tem cura, mas pode ser controlado

A parte chata da história é que o melasma não tem cura, mas a médica dermatologista Thaiz Rigoni Gurtler chama a atenção para o fato de que com tratamentos adequados é possível fazer o controle da doença. 

Com a chegada das estações de clima mais ameno e menor incidência de luz solar, como o outono e o inverno, a temporada é ideal para cuidar da pele e clarear as manchas amarronzadas. 

“Devido o clima mais ameno dessa época do ano, conseguimos focar em tratamentos mais intensos como laser e uso de ácidos mais fortes, além da redução da exposição ao sol, obtendo melhores resultados”, pontuou a especialista.

Thaiz ressalta ainda que não existe apenas um tratamento quando se fala em melasma. 

A melhor opção é a associação de técnicas e produtos. A dermatologista cita os cuidados em casa com o uso de ácidosclareadores e filtro solar somados às sessões de laseres de última geração que não geram calor na pele.

Entre os mais modernos, a médica cita o que tem proporcionado excelentes resultados em seu consultório.

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“O Fotona Starwalker consiste em fracionar o pigmento debaixo da pele para que o próprio organismo faça uma “limpeza” desses pigmentos, através do sistema imunológico além de tratar os componentes vasculares envolvidos no melasma e também a qualidade da pele na mesma sessão”, destacou.

As sessões precisam de um intervalo entre elas. São realizadas, em média, com um espaço de 30 dias. Vale lembrar que o protocolo de cada paciente é definido individualmente.

Saiba como prevenir o melasma

Adotar um protocolo de cuidados com a pele contribui para evitar o surgimento das manchas escuras. Veja algumas dicas:

Evitar a exposição excessiva à luz solar e outras fontes de calor;

Atenção: a luz visível, aquela aquela podemos ver a olho nu também pode levar ao surgimento do melasma (computadores, lâmpadas, celulares);

Antes de sair de casa, passar o protetor solar indicado para o seu tipo de pele, inclusive em dias nublados;

Aposte em barreiras físicas: chapéus, bonés, óculos de sol e roupas com fator de proteção;

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Mulheres na pós-menopausa correm mais risco de desenvolver doenças neurológicas, diz estudo

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Grupo tem mais lesões cerebrais que mulheres adultas na pré-menopausa e homens da mesma idade

Estudo publicado na edição online do Neurology mostrou que mulheres que passaram pela menopausa têm mais lesões cerebrais, associadas a um maior risco de acidente vascular cerebral, Alzheimer e declínio cognitivo.

De acordo com a pesquisa, essas mulheres apresentam mais casos de uma característica biológica chamada hiperintesidades da substância branca — lesões visíveis em exames cerebrais — do que adultas na pré-menopausa ou homens da mesma idade.

“As hiperintensidades da substância branca aumentam à medida que o cérebro envelhece e, embora tê-las não signifique que uma pessoa desenvolverá demência ou terá um derrame, quantidades maiores podem aumentar o risco”, disse a autora do estudo, Monique MB Breteler, em comunicado.

Essas lesões são mais comuns em pessoas mais velhas ou com pressão alta descontrolada.

Método da pesquisa

O estudo envolveu 3.410 pessoas com idade média de 54 anos, sendo que 58% eram mulheres e, dessa porcentagem, 59% estavam na pós-menopausa. Além disso, 35% do total de participantes tinham pressão alta e, desses, metade tinha pressão alta não controlada.

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Todos os participantes foram submetidos a exames de ressonância magnética do cérebro e os pesquisadores analisaram a quantidade de lesões visíveis em cada participante. O volume total médio foi de meio mililitro.

Após estabelecer critérios e ajustar os resultados para idade e fatores de risco vascular, como pressão alta e diabetes, os cientistas descobriram que as mulheres na pós-menopausa tinham mais lesões que homens de idade semelhante. O volume médio delas foi de 0,94 ml, já o do público masculino foi de 0,72 ml.

A pesquisa descobriu, ainda, que com a idade as lesões aumentam mais rápido nas mulheres do que nos homens. Já as mulheres na pré-menopausa e homens da mesma idade não tiveram diferença na quantidade média de hiperintensidades da substância branca.

Além disso, os pesquisadores concluíram que as mulheres no pós-climatério têm mais lesões visíveis do que as na pré-menopausa da mesma idade. A diferença foi de 0,51 ml para 0,33 ml, respectivamente.

Uma limitação do estudo foi que os autores não sabiam a idade exata do início da menopausa das participantes ou se algumas estavam na perimenopausa — transição da menopausa.

O estudo representa um avanço para o entendimento da relação entre a menopausa e o cérebro e liga um alerta para a saúde da mulher.

“Os resultados do nosso estudo não apenas mostram que mais pesquisas são necessárias para investigar como a menopausa pode estar relacionada à saúde vascular do cérebro; eles também demonstram a necessidade de levar em conta diferentes trajetórias de saúde para homens e mulheres e o status da menopausa. Nossa pesquisa ressalta a importância da medicina específica do sexo e da terapia mais atenta para mulheres mais velhas, especialmente aquelas com fatores de risco vasculares”, informou a autora.

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Covid-19: com casos em alta, procura por autotestes cresce na Grande Vitória

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Nos últimos 14 dias, o aumento no número de pessoas infectadas foi de quase 128% no Espírito Santo

O Espírito Santo vive uma nova onda da covid-19, com número de novos casos em alta. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), nos últimos 14 dias, o aumento no número de pessoas infectadas foi de quase 128%.

Com mais pessoas com sintomas ou com contato com pacientes que testaram positivo para a covid-19, a procura por autotestes também tem aumentado. A venda desta modalidade de teste para identificar a presença do coronavírus começou em março, mas farmácias da Grande Vitória começaram a registrar um aumento de vendas nos últimos dias.

Um levantamento realizado pela reportagem do Folha Vitória constatou que a procura pelo autoteste cresceu na última semana, quando o número de novos casos registrados chegou a cinco mil por dia. O autoteste é encontrado por cerca de R$ 70. 

Em uma farmácia da Rede Drogasil, em Cariacica, eram vendidos, em média, dois testes por dia há cerca de duas semanas. Nos últimos dias, a média de venda diária saltou para dez por dia.

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Na Serra, uma drogaria da Rede Farmes também registrou aumento. Segundo os funcionários, o teste para covid-19 é realizado de forma gratuita no Terminal de Laranjeiras, que fica próximo ao estabelecimento, mas por conta da fila, muitas pessoas preferem comprar o autoteste.

Em uma farmácia da rede Santa Lúcia, em Vitória, a busca pelo autoteste também cresceu. De acordo com os funcionários, a procura é maior durante os fins de semana. No último, foram vendidos cerca de oito testes por dia.

A situação se repete em Vila Velha. Uma farmácia da Rede Pacheco vendeu 60 testes somente entre sexta-feira (01) e domingo (03). No mês de junho inteiro, foram vendidos 32 testes.

Como usar o autoteste do covid-19?

O exame, segundo especialistas, é simples de ser utilizado. Ele se assemelha com o teste rápido de antígeno da farmácia, em que é recolhida uma amostra de secreção nasal ou saliva por meio de um swab — semelhante a uma haste com algodão na ponta. No teste das farmácias, é necessário auxílio de um profissional de saúde.

Já no autoteste, a pessoa pode fazer o exame sozinha em casa, sem a necessidade da presença de um profissional de saúde. A recomendação é que seja feito entre o primeiro e sétimo dia de sintomas. Por isso, é preciso ter muita atenção.

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Como cada fabricante apresenta uma maneira diferente de condução, é fundamental ler a bula com calma. Ao seguir o passo a passo, você evita o risco de fazer o teste de maneira errada e ter um resultado impreciso. 

Com o kit em mãos, é feita a coleta da secreção da boca ou do nariz com um cotonete. Logo em seguida, a haste é introduzida em um recipiente com um líquido químico para a testagem.

Depois, é preciso pingar algumas gotas desse líquido no campo de teste (uma plaquinha retangular) e esperar de 30 a 40 minutos até que o resultado apareça. Caso surjam duas linhas, o teste indica que o paciente positivou para a covid-19.

Quais sintomas podem indicar que estou com covid-19?

O autoteste é recomendado para pessoas com sintomas que apontem para a covid-19. Entre eles:

– Dor de garganta;
– Febre;
– Cansaço;
– Dores no corpo;
– Tosse;
– Perda do paladar ou olfato.

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