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Segurança

Menina morta por mãe e madrasta passou três meses trancada em um quarto

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Durante o cárcere, Ketelen comia apenas uma vez por dia, segundo denúncia do MP

A pequena Ketelen Vitoria Oliveira da Rocha, de 6 anos, chegou a passar três meses trancada em um quarto, comendo apenas uma vez por dia. O caso de Ketelen veio à tona após a garota morrer no último sábado (24), depois de sofrer diversas agressões cometidas pela mãe e pela namorada dela.

Denúncia do Ministério Público do Rio, obtida pelo Jornal Extra, aponta que, desde dezembro de 2020, Ketelen era mantida trancada em um quarto com um colchão fino estendido no chão. A comida era entregue pela porta apenas uma vez por dia.

Segundo o MP, as responsáveis pelo crime são Gilmara Oliveira de Farias, mãe da criança; Brena Luane Barbosa Nunes, namorada de Gilmara; e Rosangela Nunes, mãe de Brena. As acusadas diziam que deixavam a criança trancada porque “precisava ser educada”. Ketelen não saía do quarto nem mesmo para urinar. “Apenas poderia sair para defecar”, aponta a denúncia.

A família vivia junta há cerca de 1 ano, depois que Gilmara e Brena conheceram-se pela internet. Ketelen morreu porque o casal deu socos, chutes, arremesos contra a parede, pisões e golpes com chicote contra a menina, que chegou a ser jogada de um barranco com aproximadamente 7 metros de altura.

Ketelen morreu na madrugada de sábado (25), após ficar cinco dias internada. A criança foi internada em um hospital municipal, mas precisou ser transferida a uma unidade particular. O quadro era de politraumatismo e coma arreflexo, apresentando múltiplas lesões corporais agudas e crônicas. Por volta de 3h30 do sábado, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

 

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Segurança

Detento é espancado até a morte em Penitenciária de Viana

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O homem de 41 anos foi morto por companheiros de cela após ser acusado por outros detentos de abusar de uma menina de 8 anos

Um detento foi espancado até a morte por companheiros de cela no Complexo Penitenciário de Viana. O homem de 41 anos foi morto no Centro de Detenção Provisória de Viana II no último sábado (18), porque teria abusado de uma menina de 8 anos.

De acordo com o Sindicato dos Inspetores Penitenciários do Espírito Santo (Sindaspes), os detentos acionaram os agentes após o ocorrido e afirmaram que espancaram Renato Silvares até a morte porque ele teria molestado uma criança e os internos não admitem tal comportamento.

O chefe da equipe solicitou uma enfermeira de plantão, que confirmou a morte do detento na cela.

De acordo com a Secretaria de Justiça (Sejus), o homem estava preso desde maio de 2021 por roubo, mas já tinha três passagens na polícia por ameça, furto e roubo com uso de arma de fogo, sendo a mais antiga registrada em 2017.

A equipe da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) esteve no local para colher depoimentos e três presos foram convocados pelos agentes para prestar esclarecimentos.

A Polícia Civil informou que dois internos, de 23 e 33 anos, foram conduzidos ao plantão do Departamento de Homicídios e autuados em flagrante pelo crime de homicídio. O caso segue sob apuração na Delegacia De Crimes Carcerários.

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Segurança

Grupo é preso ao realizar ‘pescaria’ de dinheiro em caixas eletrônicos de Cachoeiro de Itapemirim

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Segundo a Polícia Federal, um série de furtos semelhantes estavam acontecendo em outras agências em Vitória e Vila Velha

Um grupo de criminosos, formado por dois homens e duas mulheres, foram presos em flagrante pela Polícia Militar, no último sábado (19). Eles tentavam “pescar” envelopes com dinheiro de um caixa eletrônico, em uma agência da Caixa Econômica Federal, em Cachoeiro de Itapemirim.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e o veículo que os indivíduos estavam utilizando foi identificado. A partir dessa informação, foi possível localiza-los dentro da agência bancária no sul do Estado praticando novos furtos.

Após a identificação, a PM efetuou a prisão e não houve resistência por parte do quarteto. Com eles, foram encontrados valores dos furtos cometidos anteriormente em pelos menos outras quatro agências, além dos apetrechos utilizados para o cometimento dos crimes.

Segundo a Polícia Federal, um série de furtos semelhantes estava acontecendo em outras agências em Vitória e Vila velha. Juntamente com a área de segurança do banco, a PF conseguiu identificar o grupo que estava realizando os crimes.

Crime é conhecido como “pescaria”

De acordo com a polícia, essa modalidade de furto é conhecida no meio criminal como “pescaria”. Na ação, é utilizada uma ferramenta própria para penetrar os cofres dos caixas e retirar valores depositados em envelopes. Esse dispositivo mecânico é comumente chamado de “jacaré”.

Um fato curioso que chamou atenção dos policiais envolvidos na apreensão é que dois dos quatro detidos foram presos em flagrante, pelo mesmo crime, no dia 17 de junho deste ano, no Estado da Bahia.

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