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Mundo Cristão

Menino de 5 anos ora por soldado em meio a protesto nos EUA

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Durante os protestos em Kentucky, Derby (EUA), uma foto registrou um momento emocionante, no qual um garoto de 5 anos orou com um soldado da guarda nacional do país. O momento poderoso supostamente trouxe “força” aos soldados ali.

O soldado Dan Otterson disse à Fox News que ele ficou emocionado no momento e não segurou as lágrimas.

“Deus enviou um menino de 5 anos para fortalecer os soldados, e isso é algo que você nunca poderá replicar”, disse ele.

Após a oração, Otterson foi conversar com outros soldados sobre a interação com o garoto. Ele também postou uma foto dele orando com o menino de 5 anos em sua conta do Facebook, com uma longa explicação sobre o que aconteceu e por que aconteceu em um momento que realmente importava para ele e outros. Até agora, ele foi compartilhado 600 vezes.

Em sua postagem no Facebook, Otterson observou que sua unidade militar tinha sido enviada regularmente para ajudar o departamento de polícia local a monitorar manifestantes e contra-manifestantes fortemente armados. Um dia, em meio a uma multidão de manifestantes, Otterson notou “uma senhora negra mais velha que tinha três filhos muito pequenos com ela”.

“Ela ficou quieta, não disse nada para minha equipe e esperou que a maioria dos manifestantes diminuísse”, contou ele. “A senhora se aproximou de nossa cerca e disse que o menino mais novo queria orar por nós”.

“Percebi que ele era tímido, então me aproximei dele, ajoelhei-me, me apresentei e perguntei se ele queria orar. O que aconteceu a seguir valeu a pena cada segundo do nosso fim de semana. Este garotinho orou mais e com mais convicção do que eu jamais vi alguém orar em minha vida”, acrescentou.

O soldado contou que o garoto colocou em sua oração as vidas dos combatentes e pediu pela segurança de todos ali, sem se importar com cor da pele ou ocupação.

“Ele orou por mim, minha equipe e nossa segurança. Ele não se importava com a cor, ele não se importava com a ocupação, ele apenas queria que estivéssemos seguros e orou para que tivéssemos uma cerca de proteção ao nosso redor”, disse.

Otterson continuou, observando como aquele momento foi impactante para ele.

“Em um mundo cheio de agressões e tensões, esse garotinho mostrou que ainda existe amor e compaixão, independente da cor da pele, sexo ou como você se sente em relação às minhas ocupações. Embora eu talvez nunca mais veja aquele garotinho novamente, eu sei que ele foi enviado naquele momento para nos manter seguros”, afirmou o soldado. “Um lindo momento em um mundo louco”

O momento poderoso veio em meio a alguns dos maiores protestos que Kentucky já viu sobre o fechamento do Derbys por questões de segurança em razão do Coronavírus. As empresas de Louisville estão prestes a perder centenas de milhões de dólares e os residentes perderam um evento icônico em Kentucky, onde a emoção e a diversão para a família chegam ao estado a cada ano.

Algumas das maiores empresas de Louisville abandonaram completamente qualquer coisa em Kentucky Derby, e outras observaram como seus negócios afundaram completamente desde que Kentucky fez o decreto.

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Boxeador evangélico anuncia candidatura à presidência das Filipinas: ‘Chegou o momento’

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Manny Pacquiao, o boxeador evangélico que atraiu a fúria da militância LGBT por se comprometer com a visão bíblica a respeito da homossexualidade, afirmou que irá se candidatar à presidência das Filipinas.

Sempre contundente em suas manifestações, o boxeador evangélico afirmou que irá centrar sua campanha política no combate à corrupção e que se for eleito, irá criar uma “mega-prisão” para corruptos.

“Chegou o momento, estamos prontos para enfrentarmos o desafio”, declarou o atleta de 42 anos a respeito das eleições 2022 em seu país. Ele será candidato por uma ala dissidente do partido do presidente Rodrigo Duterte.

Manny Pacquiao é detentor de um feito singular na história do boxe: foi campeão do mundo em oito categorias de peso diferentes e é uma fonte inesgotável de orgulho para os filipinos, segundo informações do portal Swiss Info.

Em 2012, quando foi derrotado pelo mexicano Juan Manuel Márquez, sua mãe afirmou que o revés era um castigo por ter abandonado o catolicismo e se convertido ao protestantismo.

Em 2010, ele já havia sido eleito deputado, e em 2016, foi eleito senador. Defensor da pena de morte para crimes violentos, irritou a militância LGBT por defender a visão bíblica sobre a homossexualidade. Mas, nada disso fez sua popularidade cair em seu país.

Já em 2019, após vencer uma luta em Las Vegas contra Adrien Brone, ele contou seu testemunhodesta em rede nacional nos EUA: “Deus me trouxe de volta ao Seu reino para ser um instrumento, para glorificar Seu nome, para que as pessoas saibam que existe um Deus que pode levantar as pessoas do nada e dar-lhes algo precioso”, disse ele.

“Minha força vem de Deus. Espero que vocês estejam felizes pelo meu desempenho. Eu realmente fiz o meu melhor em 40 anos”, completou ele na ocasião.

O boxeador evangélico é conhecido por sua generosidade e também por suas superações no caminho para o sucesso no esporte, já que nasceu em um contexto de pobreza extrema.

A política

A plataforma política que se compromete por enviar “centenas ou milhares” de políticos corruptos para uma “mega-prisão” construída especialmente para eles, não se resume a isso: “A todos que me perguntam quais são minhas competências e aptidões, eu pergunto a vocês: por acaso já sofreram por passar fome?”, questionou.

“Vocês sabem o que é não ter nada para comer, ter que pedir dinheiro emprestado aos seus vizinhos ou esperar para pegar os restos de um restaurante? O Manny Pacquiao que está na frente de vocês foi moldado pela pobreza”, acrescentou.

Em recente entrevista, o boxeador evangélico declarou que irá manter a política de baixa tolerância contra o tráfico de drogas, mas pretende fazer isso de forma “limpa, [sem violar] os direitos dos indivíduos”.

Como nas Filipinas não há previsão constitucional de reeleição, é provável que a adversária de Manny Pacquiao na disputa pela presidência seja a filha do atual mandatário, Sara Duterte.

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Igreja Luterana dos EUA elege seu primeiro bispo transgênero e recebe críticas

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Um homem transexual foi ordenado ao episcopado pela Igreja Luterana da América e tornou-se a primeira pessoa transgênero a ocupar essa função na denominação.

A Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA, na sigla em inglês) empossou Megan Rohrer como o primeiro bispo abertamente transgênero a servir na história da denominação protestante, que há anos vem cedendo ao liberalismo teológico para atender a demandas do progressismo.

Nos próximos seis anos, o reverendo de 41 anos – que se identifica como homem e mulher e usa os pronomes “eles” e “elas” – chefiará o Sínodo da ELCA, com sede na Califórnia.

Nessa função, Megan Rohrer supervisionará quase 200 congregações nas regiões norte dos estados da Califórnia e Nevada. O reverendo foi eleito em uma votação realizada de modo online em maio, e recebeu 209 votos, dois a mais que seu concorrente, reverendo Jeff R. Johnson de Berkeley.

A cerimônia de posse de Megan Rohrer ocorreu na Igreja Luterana de São Mateus em Walnut Creek, Califórnia, no último 11 de setembro, segundo informações do portal The Christian Post.

Em um comunicado, Megan, que é vive com outra mulher e tem dois filhos, disse que assumir o novo papel não seria possível sem “uma comunidade diversificada de luteranos no norte da Califórnia e em Nevada, em espírito de oração e consideração, votando para fazer algo histórico”.

“Minha posse celebrará tudo o que é possível quando confiamos em Deus para nos conduzir para a frente”, disse ele, segundo informações da agência de notícias Associated Press.

Ao longo do tempo em que cumprir a função, o primeiro bispo trans “amar os outros e amar o que os outros amam”.

Antes de chegar ao episcopado, Megan Rohrer serviu como pastor da Igreja Luterana Grace em San Francisco e coordenador de capelania do departamento de polícia da cidade.

Rejeição

Em uma entrevista de maio de 2018, Megan contou que se apaixonou pela filha de um pastor, e isso foi mal recebido pela congregação à qual estava ligada para exercer a capelania.

“Minha congregação local originalmente se recusou a me apoiar para um ministério ainda mais radical do que a política da Igreja Luterana na época, então eles disseram: ‘Achamos que Meagan será uma ótima pastora, só queremos que ela pare de ser gay primeiro’”, relembrou.

A ELCA é uma das maiores denominações cristãs dos Estados Unidos, com cerca de 3,3 milhões de membros. Nos últimos anos, muitas congregações deixaram a denominação devido às suas posições cada vez mais progressistas sobre teologia e política.
Embora a ordenação de Rohrer tenha sido aplaudida por muitos, outros questionaram essa decisão. Um dos mais contundentes foi o blog Exposing The ELCA, que se dedica a defender a interpretação tradicional da Bíblia Sagrada.

“A ELCA está zombando de Deus, Sua Palavra e Verdade e efetivamente mostrando que eles fazem parte da extrema esquerda e sua rejeição ao Cristianismo. […] Como podem indivíduos tementes a Deus e crentes na Bíblia permanecer na ELCA? Como as igrejas podem permanecer?”, questionou o blog.

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