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Mundo Cristão

“Meu manual de vida é a Palavra de Deus”, afirma goleiro do Palmeiras

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O goleiro do Palmeiras, Marcelo Lomba, contou seu testemunho no programa Brothers da Bola

goleiro do Palmeiras, Marcelo Lomba, carrega de berço a paixão pelo futebol, mas descobriu o seu relacionamento com Deus ao longo do caminho. Em entrevista ao programa Brothers da Bola, da Rádio Trans Mundial, ele revela que o “Deus jogou uma isca no futebol” para alcançá-lo.

“Deus jogou uma isca no futebol para me alcançar primeiro e depois para eu conhecer quem Ele é”, disse o goleiro de 35 anos.

Lomba iniciou sua trajetória no futebol no Flamengo e passou por outros grandes clubes como Bahia, Internacional e atualmente Palmeiras. Ele foi criado em uma família católica e passou a ouvir mais sobre Deus nos bastidores do esporte, onde aconteciam diversas reuniões de atletas cristãos.

Em 2010, quando atuava no Flamengo, Lomba tinha uma carreira promissora. Enquanto isso, seu amigo de clube, o volante Rômulo, estava numa fase profissional difícil. A fé de Rômulo diante das dificuldades tocou o goleiro.

“O Rômulo era meu grande amigo desde os 14 anos”, conta Lomba. “Quando ele voltou para o Flamengo — ele estava separado, seu contrato ia acabar e ele ia ser mandado embora — foi a primeira vez que eu vi ele falar de uma forma mais clara sobre Jesus”.

“Naquele momento o Rômulo não tinha nada a me oferecer, ele não estava em um bom momento na carreira. Mas por ser meu amigo, ele começou a falar sobre coisas que eu nunca tinha ouvido. Por exemplo, sobre o relacionamento com a noiva dele, posturas que ele estava tendo. Ele era o primeiro a chegar no treino, mesmo que o treinador não gostasse dele. Ele começou a me dar insights no dia a dia que começou a me comover”, lembra.

Poder do testemunho

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Um dia, Rômulo disse a Lomba uma frase, cheio de convicção: “Eu tenho certeza que a minha vida vai avançar”. Na época pareceu algo sem sentido, mas o goleiro ficou impressionado com a fé do amigo.

Passaram-se alguns meses, o Flamengo contratou um novo treinador, Rogério Lourenço, que escalou Rômulo como titular na Copa Libertadores da América. “Eu vi o Rômulo sair de última opção para ser titular no time”, lembra Lomba. “Foi um grande testemunho de fé para mim.”

O goleiro reconhece que Deus falou com ele através do futebol. “Eu também queria ser titular e comecei a ver o Rômulo vivendo o que eu queria viver. Então eu vi que esse Deus era poderoso mesmo”, brincou.

Desde então, Lomba afirma estar vivendo uma vida “de milagres”, que apesar de ser marcada também por frustrações, “tudo cooperou para o bem.”

Em outro momento da entrevista, Lomba explicou como evangeliza seus colegas de profissão: “Minha maior forma de pregar o Evangelho é no dia a dia. Uma coisa que baseia a minha fé é entender primeiro quem Deus é, e depois quem eu sou”, disse.

“Quando entendemos nossa identidade em Cristo, as coisas fluem mais facilmente. É muito mais fácil focar no que ‘eu sou’ do que no que ‘eu faço’, porque quem eu sou é algo que depende exclusivamente de Deus, e o que eu faço pode estar relacionado a muitas coisas” acrescentou o atleta. “A gente vai errar às vezes, mas quando temos uma identidade, temos certeza que vamos dar frutos. É como uma árvore: ela não faz força para dar frutos.”

Lomba diz que tem aproveitado toda oportunidade de mostrar quem ele é, seja como pai, marido, amigo ou atleta, para assim mostrar o caráter de Cristo. 

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“A cada conversa que eu tenho, seja falando sobre futebol, família ou investimentos, tenho a oportunidade de mostrar quem eu sou, e com isso vou estar refletindo Jesus, porque meu manual de vida é a Palavra de Deus”, finalizou.

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Bispo sobre pastor do PT: ‘Aconselha a esquerda a mentir para atrair os evangélicos’

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Os esforços que o Partido dos Trabalhadores vem empreendendo através do ‘pastor do PT’, para tentar atrair o eleitorado evangélico, parece não estar saindo como o planejado. Isso, porque, o número de líderes de influência que vem se posicionando contra essa tentativa é cada vez maior.

Um deles é o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Renato Cardoso, conhecido nas mídias por sua atuação ministerial voltada para temas como família, relacionamento conjugal e combate à dependência química.

Cardoso comentou sobre a atuação do pastor Paulo Marcelo Schallenberger, que foi destacado pelo PT para coordenar a aproximação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os evangélicos.

O bispo, por sua vez, lembrou que o ‘pastor do PT’, como foi apelidado Paulo Marcelo nas mídias, chegou a fazer uma declaração que soa como de má fé, uma vez que dá a entender que a esquerda deve mentir acerca das suas verdadeiras pautas, ou pelo menos escondê-las, para conseguir o apoio evangélico.

“A esquerda tem de ter consciência: se ficar expondo o que que pensa, o que vai estar fazendo? [Vai] Apenas [ficar] atrapalhando algo maior que é a eleição do presidente Lula. Segura o que pensa e vamos se aproximar”, disse o pastor Paulo Marcelo recentemente.

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‘Moldam o discurso’

A avaliação entre os aliados de Lula é que o petista deve investir em discursos focados na questão social, explorando temas como fome, desemprego e educação, coisas que normalmente tocam o público mais humilde.

Outra estratégia seria o investimento em denominações pequenas, lideradas por pastores anônimos, uma vez que os líderes evangélicos mais famosos já vêm declarando apoio ao atual presidente da República.

Para o bispo Cardoso, a orientação feita pelo pastor do PT ao partido de Lula e seus aliados teria por objetivo enganar a população. O líder da Universal chegou a chamar Paulo Marcelo de “pseudo pastor”.

“Em outras palavras, ele está aconselhando o PT, a esquerda, a esconder as suas pautas, o que o partido pretende fazer com respeito à família, à legalização de drogas, ao aborto e outras coisas do tipo. Praticamente, este pseudo pastor está aconselhando a esquerda a mentir para o povo evangélico”, disse Cardoso.

“É o que parece que está acontecendo: um suposto ‘pastor’ aconselhando a esquerda a mentir. ‘Olha, não fala a verdade sobre o que vocês querem fazer, porque, senão, o povo evangélico não vai votar em vocês. Fala sobre feijão no prato, comida na mesa, dinheiro no bolso, mais empregos’. Eles moldam o discurso para agradar o pobre”, acrescentou. Assista:

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“Marca da besta” está relacionada ao comércio, diz evangelista ao falar de microchip

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Um dos temas mais controversos do mundo cristão diz respeito à “marca da besta”, algo que apesar de haver referência bíblica, ainda é cercado de dúvidas e mistérios devido às diferentes interpretações sobre profecias bíblicas e, consequentemente, os últimos acontecimentos que antecederão a segunda vinda de Jesus Cristo à Terra.

O debate sobre a marca da besta tem ganhado força nos últimos anos, conforme a tecnologia avança, criando mecanismos como microchips capazes de serem usados em seres humanos, o que muitos acreditam estar relacionado ao futuro governo do anticristo.

O uso de microchips implantados sob à pele, especificamente sobre o dorso de uma das mãos, já é uma realidade no mundo. A empresa polonesa Walletmor, por exemplo, foi a primeira a comercializar esse tipo de produto para a população em geral, em 2021.

O principal argumento para o uso de um microchip sob à pele é o da facilidade na hora de realizar compras e adquirir determinados serviços, visto que o dispositivo pode armazenar dados pessoas como crédito bancário e cartão de vacinação.

“O implante pode ser usado para pagar uma bebida na praia do Rio, um café em Nova York, um corte de cabelo em Paris – ou no supermercado local”, disse o fundador e executivo-chefe da Walletmor, Wojtek Paprota, segundo a CBN News. “Ele pode ser usado onde quer que pagamentos sem contato sejam aceitos.”

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Marca da besta?

O evangelista Ray Comfort fez uma gravação recente, analisando a rápida evolução e adesão do público aos microchips implantáveis. A sua análise se baseou na famosa passagem de Apocalipse 13:16-17, onde está escrito:

“Ele faz com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebam um sinal na mão direita ou na testa, e que ninguém possa comprar ou vender, exceto aquele que tiver o sinal ou o nome do besta, ou o número do seu nome.”

Comfort argumenta que o texto bíblico indica que a marca da besta será algo capaz de afetar o comércio global, mas em nível individual, envolvendo cada cidadão, de modo a condicionar o poder de compra da população ao seu uso.

“A escritura nos dá a razão da marca, é para o comércio. Aqueles que não têm a marca não poderão comprar ou vender”, disse Comfort, explicando que, por esse motivo, ele não acredita que a marca da besta será um vírus ou vacina, por exemplo, mas talvez uma tecnologia como a dos microchips.

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A suspeita quanto a isso reside no fato de que a virtualização dos dados pessoais e também do dinheiro (moeda virtual), exigirá a execução de mecanismos de controle, os quais estarão nas mãos de grupos ou governos.

Neste sentido, Nada Kakabadse, professor de política, governança e ética da Henley Business School da Reading University, questiona: “Quem é o dono dos dados? Quem tem acesso aos dados? E é ético colocar chip em pessoas como fazemos com animais de estimação?”

“Existe um lado sombrio da tecnologia que tem potencial para abuso”, disse Nada à BBC, explicando que o implante de microchips poderá servir para outras finalidades. “Para aqueles que não amam a liberdade individual, abre novas e sedutoras perspectivas de controle, manipulação e opressão.”

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