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Política Nacional

Ministério da Cidadania divulga calendário do coronavaucher para agosto

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Cerca de 53 milhões de brasileiros já foram beneficiadas com o auxílio neste período

Desde que a lei nº 13.982/2020 foi sancionada em abril pelo presidente Jair Bolsonaro, o coronavaucher, também conhecido como auxílio emergencial, tem ajudado muitas famílias a se recuperaram do momento difícil em que o país e o mundo têm passado.

Foi divulgado pelo Diário Oficial da União na última sexta-feira (31), o calendário de pagamento para aqueles que estão recebendo o benefício, e para os que contestaram ter o auxílio recusado. O vaucher prevê o pagamento de R$600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras, para compensar a perda de renda decorrente da pandemia de coronavírus e será limitado a dois membros da mesma família.

O deputado federal e vice-líder do governo na câmara, Evair de Melo, falou da boa gestão do governo que não mede esforços para recuperar os prejuízos causados pela pandemia. “A medida tomada pelo ministério da cidadania mostra o quão o governo está preocupado com à população. Os que contestaram e/ou não conseguiram ter acesso auxílio no início da pandemia, agora terão uma nova oportunidade. Mais uma prova que ninguém fica para trás, e juntos vamos conquistar mais espaço, direitos e deveres para todos os cidadãos brasileiros” declarou o parlamentar Evair de Melo.

O público beneficiário do coronavaucher que tenha feito o procedimento de contestação por meio da plataforma digital entre os dias 24 de abril e 19 de julho e tenha sido considerado elegível receberá o crédito da primeira parcela em poupança social digital aberta em seu nome no mês de agosto.

Já o público beneficiário que recebeu a primeira parcela em abril, mas teve o pagamento reavaliado no mês de julho, em razão das atualizações de dados governamentais, irão receber o crédito da terceira e quarta parcela em poupança social digital aberta em seu nome.

O calendário divulgado mostra que entre os dias 05 a 26 de agosto será disponibilizado o auxílio de modo social digital, sendo possível usá-lo para o pagamento de contas e o uso do cartão de débito. Estará disponível para saque de acordo com o mês de nascimento, entre os dias 08 de agosto e 17 de setembro.

Saiba mais pelo link:

https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-453-de-31-de-julho-de-2020-269967247

Confira a tabela:

CALENDÁRIO DE PAGAMENTOS
Quantidade de Crédito em Poupança Social Digital
CALENDÁRIO DE PAGAMENTOS

Saque em Dinheiro

05/AGO (QUA)

483 mil Nascidos

Janeiro a maio

08/AGO (SÁB)

381 mil Nascidos

Janeiro a abril

07/AGO (SEX)

96 mil Nascidos

Junho

13/AGO (QUI)

102 mil Nascidos

Maio

12/AGO (QUA)

98 mil Nascidos

Julho

22/AGO (SÁB)

96 mil Nascidos

Junho

14/AGO (SEX)

96 mil Nascidos

Agosto

27/AGO (QUI)

98 mil Nascidos

Julho

17/AGO (SEG)

97 mil Nascidos

Setembro

01/SET (TER)

96 mil Nascidos

Agosto

19/AGO (QUA)

96 mil Nascidos

Outubro

05/SET (SÁB)

97 mil Nascidos

Setembro

21/AGO (SEX)

91 mil Nascidos

Novembro

12/SET (SÁB)

187 mil Nascidos

Outubro/Novembro

26/AGO (QUA)

94 mil    Nascidos

Dezembro

17/SET (QUI)

94 mil Nascidos

Dezembro

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Política Nacional

PSB declara apoio à Tebet. Pacheco soma nove partidos

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Candidatos à presidência do Senado, cuja eleição ocorre em 1º de fevereiro, articulam votos e possíveis dissidências em legendas

O PSB (Partido Socialista Brasileiro) decidiu, nesta quarta-feira (20), apoiar a candidatura de Simone Tebet (MDB-MS) à presidência do Senado Federal, cuja eleição irá ocorrer em 1º de fevereiro de modo presencial.

“A candidatura inédita de uma mulher à presidência do Senado é um fato histórico. Simone Tebet garantirá independência e autonomia para o Senado e o Congresso Nacional”, diz nota de Leila Barros (DF), única senadora da legenda na Casa.

“A senadora também demonstrou em diversos momentos que tem capacidade para dialogar com diversas lideranças políticas. Por esses motivos, o PSB e a senadora Leila Barros declaram apoio à sua candidatura à Presidência do Senado”, acrescentou.

Tebet conta também com o apoio do Podemos, a terceira maior bancada da Casa, e alguns senadores do PSDB e do grupo Muda Senado, voltado para a pauta de combate à corrupção.

Seu principal concorrente na disputa é o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), apoiado pelo atual presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP) e tem a simpatia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O democrata conta com o apoio de nove partidos – PSD, DEM, PP, PL, PT, PSC, PDT, Pros e Republicanos. Dessa forma, teoricamente, o senador tem os votos necessários para ganhar a disputa (41). No entanto, a votação é secreta e pode haver traição dentro das legendas. E essa dissidência de parlamentares no pleito é a aposta de Tebet.

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Política Nacional

Com Pacheco, DEM tenta quebrar hegemonia do MDB no Senado

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MDB comandou a Casa por um total de 30 anos desde 1985. O DEM esteve à frente por 6 anos e potencialmente pode ir a 10 até 2024

Desde a redemocratização, em 1985, o MDB ocupou a presidência do Senado por 30 anos. A hegemonia absoluta só foi quebrada em três ocasiões. Entre 1999 e 2001, nos dois mandatos consecutivos de Antônio Carlos Magalhães (PFL), por dois meses em 2007, com a interinidade de Tião Viana (PT) após a renúncia de Renan Calheiros (MBD), e entre 2019 e 2021, com Davi Alcolumbre (DEM) na presidência. 

A depender de Alcolumbre, o DEM avançará mais algumas casas nessa quebra de domínio com a eleição de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) à presidência da Casa em 1º de fevereiro. O mandato na presidência é de dois anos, mas é possível a reeleição na próxima legislatura, o que abre a possibilidade do partido ficar um total de seis anos consecutivos à frente da Casa, complentando dez anos desde a redemocratização. 

Apesar de ser considerado novato, Pacheco tem conseguido angariar apoio dos senadores, e aos poucos a Casa vai perdendo o perfil de parlamentares mais velhos, com muitos anos de mandato e grande tradição política que vinham ocupando a presidência (antes de Alcolumbre: Eunício Oliveira (MDB-CE), Renan Calheiros (MDB-AL), José Sarney (MDB-AP), Garibaldi Alves (MDB-RN). Alcolumbre já foi uma surpresa nesse sentido. Também em primeiro mandato, Alcolumbre assumiu o comando da Casa aos 41 anos de idade, se tornando o mais novo a ocupar o posto.

Pacheco está há apenas seis anos na política. No Senado, exerce o primeiro mandato e antes disso teve um mandato como deputado federal após deixar a advocacia criminalista, quando chegou a defender réus mineiros do Mensalão.

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