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Brasil

Ministério da Educação divulga resultado do 1º semestre do Fies

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Cerca de 270 mil estudantes concorreram a 70 mil vagas disponíveis. Estudantes devem complementar a inscrição a até o dia 2 de março

Já está disponível o resultado do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2020. Nesta edição, serão ofertadas 70 mil vagas em instituições privadas com juros zero. Cerca de 270 mil estudantes se inscreveram para participar do programa do programa do Ministério da Educação. Para acessar o resultado, o estudante deve ter uma conta no Gov.Br, e entrar com o número do CPF.

O estudante selecionado deve acessar o site do Fies e inserir informações complementares exigidas pelo programa, como dados bancários, informações sobre o fiador e sobre o seguro para pagamento de dívida em caso de falecimento. Além disso, o candidato deve validar as informações, em até cinco dias, junto à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), que fica na própria instituição de ensino onde fará o curso.

Após a validação dos dados, o estudante deve procurar, em até 10 dias, a  agência da Caixa Econômica Federal escolhida na hora da inscrição. A formalização do contrato de financiamento é feita nesse momento.

Cronograma

Inscrições: 5 a 14 de fevereiro
Pré-seleção: 26 de fevereiro
Complementação da inscrição: 27 de fevereiro a 2 de março de 2020

Os candidatos que participaram do processo seletivo, e não foram aprovados, são automaticamente incluídos em uma lista de espera. Os estudantes devem acompanhar a pré-seleção, de 28 de fevereiro a 31 de março, no site do Fies.

Fies

O Fundo de Financiamento Estudantil  é um programa do Ministério da Educação com o objetivo de conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva pelo órgão responsável.

O estudante que aderiu ao Fies começa a pagar o financiamento estudantil a partir do primeiro mês após a conclusão do curso. Caso o estudante esteja empregado, a parcela é descontada em folha de pagamento. A taxa efetiva de juros para estudantes que se enquadrem na modalidade Fies será de juros zero. Para estudantes que se enquadrem na modalidade P-Fies, dependerá das taxas estipuladas pela instituição financeira (que pode ser privada ou banco regional de desenvolvimento).

Caso o estudante ainda não possua renda no momento previsto para o início do pagamento das parcelas, o financiamento será quitado em prestações mensais equivalentes ao pagamento mínimo, de acordo com regulamento do programa. O financiamento respeitará a capacidade de pagamento do estudante. A estimativa é que a dívida seja quitada em um prazo de 14 anos.

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Bebê nasce com o cabelo totalmente branco e vira atração no Rio Grande do Sul

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A mãe disse que a médica falou que o bebê seria albino, mas até então ela não tinha visto

Lucas Valentim Martinelli nasceu com o cabelo totalmente branco. A mãe Dirce Soares, de 30 anos, que tem outros três filhos com os cabelos pretos, ficou muito surpresa, afinal é o primeiro filho que nasce com cabelo toatlmente branco.

A mãe disse que a médica falou que o bebê seria albino, mas até então ela não tinha visto.

Qual não foi sua surpresa ao olhar o filho pela primeira vez.

O menino nasceu no dia 20 de abril e ficou famoso no município de Erval Grande, no Rio Grande do Sul, onde a família mora.  

Albinismo 

A alteração genética que provoca a ausência completa ou parcial de pigmento na pele, cabelos e olhos é considerada rara, ocorre quando a pessoa recebe dois genes defeituosos, um de seu pai e outro de sua mãe.

A incidência de albinismo no mundo é de cerca de 1 caso para cada 20.000 nascimentos, de acordo com estimativa da ONU.

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Brasil

Em um ano, PF abre 931 inquéritos sobre fraude do auxílio

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Desde o início do programa, em abril de 2020, foram realizadas 332 operações, 44 prisões e R$ 1 milhão de bens apreendidos

Após um ano, a Polícia Federal já instaurou 931 inquéritos policiais para investigar as fraudes no auxílio emergencial. Desde o início programa, em abril do ano passado, foram realizadas 332 operações policiais, com 44 prisões, 83 indiciados e R$ 1 milhão de bens apreendidos, em todos os estados e Distrito Federal.

A informação é de um levantamento da própria PF, com dados das operações realizadas de 6 de abril de 2020 até o dia 3 de maio deste ano. Entre os principais golpes registrados está o cadastramento no aplicativo Caixa Tem em nome de terceiros para recebimento do benefício de forma fraudulenta. Depois, os acusados transferem os valores para contas vinculadas ou emitem boletos bancários para retirada do dinheiro.

Só no último mês de abril, quando começou a segunda rodada do benefício, foram 24 operações contra grupos fraudadores. O número de ações este ano (199) ultrapassa o de 2020 (133).

O estado com maior número de inquéritos é o Rio Grande do Sul, que registrou 245 investigações instauradas. Em seguida vem São Paulo, com 180, seguido pelo Rio de Janeiro, com 129.

O maior número de prisões em uma única operação ocorreu em 31 de março deste ano, no Matro Grosso, quando 12 pessoas presas acusadas de 1.570 saques de benefícios, entre os meses de abril de 2020 e março de 2021, resultando em um prejuízo superior a R$ 1,3 milhão. 

A operação Segunda Parcela, em 10 de dezembro de 2020, também se destacou ao resultar no cumprimento de 42 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão e 13 mandados de sequestro de bens. Além disso, contou com a participação de 152 policiais federais e a determinação de bloqueio de ativos da ordem de R$ 600 mil.

Cancelamentos

Criado para minimizar o impacto da crise do novo coronavírus na população de baixa renda e de trabalhadores informais, o benefício foi pago no ano passado em cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300. Neste ano, a nova rodada do auxílio emergencial começou em abril, com quatro parcelas mensais em média de R$ 250.

Segundo o governo federal, já foram detectados e cancelados o cadastramento de mais de 3,82 milhões de pedidos irregulares e deixaram de sair indevidamente dos cofres públicos cerca de R$ 2,3 bilhões.

As medidas fazem parte da força-tarefa chamada Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, da qual participam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, o Ministério da Cidadania, a Caixa, a Receita Federal, a Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

A Polícia Federal investiga os pagamentos indevidos e as tentativas de cadastramento irregulares com ferramentas que identificam a atuação de organizações criminosas e fraudes estruturadas. Os pagamentos indevidos são analisados pelas instituições da força-tarefa.

Após cruzamento de dados e aplicação de filtros, feitos pelo Ministério da Cidadania e pela Caixa, as informações com suspeitas de irregularidades são enviadas à Polícia Federal para que integrem a Base Nacional de Fraudes no Auxílio Emergencial. A ferramenta é utilizada pela PF para identificar a atuação de grupos criminosos.

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