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Política Nacional

Ministério da Saúde vai distribuir 8 milhões de doses até domingo (27)

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Serão 2,1 milhões de doses da Pfizer/Biontech, 2,8 milhões da AstraZeneca/Fiocruz e 3 milhões da Janssen/Johnson & Johnson

O Ministério da Saúde informou na tarde desta quinta-feira (1º) que vai distribuir 8 milhões de vacinas contra a covid-19 nos próximos três dias. Segundo a pasta, serão 2,1 milhões de doses da Pfizer/Biontech, 2,8 milhões da AstraZeneca/Fiocruz e 3 milhões da Janssen/Johnson & Johnson.

O Brasil ultrapassou na noite de quarta-feira (30) a marca de 100 milhões de doses de vacina contra a covid-19 aplicadas desde o início da campanha de imunização, em 17 de janeiro. 

Segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, 74.354.809 pessoas já receberam a primeira dose da vacina, o que representa 46,47% da população apta a ser imunizada contra a covid-19 (maiores de 18 anos) — o governo ainda não incluiu crianças ou adolescentes na campanha.

Outros 27.121.995 milhões de indivíduos completaram o esquema vacinal (seja com duas doses ou com a vacina de dose única da Johnson & Johnson), o que equivale a 12,72%% da população acima de 18 anos.

Na última semana, o país manteve uma média de 1,4 milhão de doses aplicadas por dia. 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mantém a promessa de vacinar com a primeira dose todos os brasileiros aptos até o fim de setembro.

Campanha

A vacinação ganhou fôlego no Brasil em junho, com entregas de mais de 10 milhões de doses da Pfizer/BioNTech, que estão sendo aplicadas com intervalo de três meses, o que garante um maior número de indivíduos vacinados com a primeira dose neste momento.

Também chegaram ao país 4,8 milhões de doses da vacina da dose única da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson. Deste total, 3 milhões foram doados pelo governo dos Estados Unidos e 1,8 milhão antecipado de um contrato de 38 milhões de doses do Ministério da Saúde.

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que produz a vacina da AstraZeneca, também tem mantido as entregas, com 12,4 milhões de doses entregues neste mês.

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Política Nacional

Em live com Gilmar Mendes, Lira defende semipresidencialismo

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PEC que trata sobre o sistema está na fase de recolhimento de assinaturas na Câmara dos Deputados

Em live com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes nesta sexta-feira (30), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu o semipresidencialismo no Brasil, sistema que mantém um presidente e um primeiro-ministro.

“O presidente do Brasil estaria resguardado de instabilidades políticas. Hoje temos um sistema presidencialista com parlamentarismo que dá choques. Um presidente que não tenha capacidade de dialogar com o Congresso não irá terminar o seu mandato”, afirmou Lira.

A proposta do semipresidencialismo é discutida na Câmara dos Deputados para 2026. Inclusive, há uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), do deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP), que ganhou fôlego recentemente. Lira comentou sobre a medida.

“Nós temos problemas que são taxados de governo de coalização, de centrão, quando, na realidade, os partidos de centro são os partidos que em uma ideia mais clara de semipresidencialismo poderiam ser a base de sustentação e não de apoio por apoio, apoio por cargos, mas apoio com responsabilidade com cogestão, que é o caso do sistema sempresidencialista. Então, àqueles que dizem que essa PEC é oportunista, ela foi protocolada na Câmara em 2020, ou seja, lá atrás”, disse.

De acordo com Lira, a PEC está em fase de recolhimento de assinaturas. Nesse caso, são necessários ao menos 171 nomes. O presidente da Casa informou que, assim que completar a lista, a matéria segue para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

“Como ela será para 2026, não há pressa. É preciso discutir de maneira ampla e transparente. O Poder Legislativo pode fazer essas alterações, mas precisa que sejam discutidas.”

Gilmar Mendes comentou que a discussão sobre o sistema de presidente e primeiro-ministro foi iniciada pelo ex-chefe do Executivo Michel Temer. “Quem levantou recentemente essa discussão foi presidente Temer, que diz que na prática trabalhou como um semipresidencialismo”, disse.

O ministro do STF voltou a dizer que se posiciona contra o distritão. “Com o distrital misto, iríamos para supressão dos partidos, e caminharemos para personalização da política com graves riscos institucionais, que não se recomendam. Nunca podemos esquecer que, apesar dos problemas, estamos vivendo mais de 30 anos de normalidade institucional, que precisamos preservar”, completou.

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Política Nacional

Bolsonaro: se vacina for efetiva para cepas, mais 2 meses voltamos à normalidade

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Entre os motivos para a retomada, o presidente citou a taxa de pessoas que já receberam ao menos uma das doses de vacina

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (30) que espera em até dois meses que o país retorne à normalidade, após crise causada pela covid-19, desde que as vacinas contra a doença sejam efetivas, algo comprovado pelos testes clínicos até então.

Entre os motivos para a retomada, o presidente citou a taxa de pessoas que já receberam ao menos uma das doses de vacina contra o novo coronavírus, atualmente, em 70% dos adultos elegíveis para receberem, ou 99,5 milhões de pessoas.

Em entrevista ao Programa do Ratinho, no SBT, Bolsonaro reconheceu que “muitas” pessoas morreram para a doença, em contraste com declarações anteriores em que disse não ser “coveiro” ou contestar quais ações poderia tomar. “Foram muitas mortes. Ninguém esperava que chegava a esse ponto”, completou o presidente.

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