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Missa em memória das vítimas de trânsito será celebrada no Convento neste domingo

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A celebração, com início marcado para às 9 horas, marca o Dia Estadual em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito

A tradicional “Missa em Memória das Vítimas de Trânsito” será celebrada no próximo domingo (07). O evento, que completa 16 anos de realização, acontece no Campinho do Convento da Penha, em Vila Velha, e também será transmitido nas redes sociais do Convento.

A celebração, com início marcado para às 9 horas, marca o Dia Estadual em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito, estabelecido conforme a Lei Estadual nº 9.689/2011, e é uma oportunidade de reforçar a importância de a população refletir sobre a defesa de um trânsito seguro.

“Há 16 anos nos unimos, de forma solidária, à dor das famílias que perderam seus entes queridos, vítimas da fatalidade, mas também da imprudência e do descaso com o trânsito de nossas cidades e rodovias. A dor de quem perdeu alguém fica para sempre em nossa memória e em nossos corações! Infelizmente, vidas abreviadas, histórias interrompidas, sonhos sepultados abruptamente. A Missa do Convento da Penha quer fazer memória e recordar aqueles que partiram, mas também quer expressar nosso compromisso com a vida e a paz no trânsito. Nos esforcemos para construir cada dia mais, um trânsito mais humano, mais gentil, seguro e cidadão. Devemos ser, especialmente no trânsito, os semeadores de paz e de bem”, explica o Frei Djalmo Fuck, guardião e reitor do Convento da Penha.

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A Missa é um ato de fé que vai além da religião. A organização destaca que a construção da paz no trânsito deve ser um objetivo comum a todos, pois envolve a segurança e a vida das pessoas.

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Mundo Cristão

Cientistas dizem ter criado um embrião sintético e levantam polêmicas éticas e religiosas

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O embrião foi criado por uma startup que planeja versões embrionárias de seres humanos, no futuro, a fim de coletar tecidos para transplantes

Qual o limite da Ciência? Para os cristãos, Deus estabeleceu limites para os feitos humanos, tanto na área científica quanto na tecnológica. Porém, o que se vê são cientistas caminhando a passos largos na tentativa de interferir de alguma forma na Criação de Deus. 

Recentemente, pesquisadores anunciaram a “criação de embriões sintéticos” sem espermatozóides ou óvulos. Conforme uma reportagem divulgada no veículo “Olhar Digital”, o geneticista molecular do Instituto de Ciência de Wizemnann, de Israel, Joseph Hanna, cultivou o primeiro embrião sintético de camundongo em laboratório.

É o primeiro embrião do mundo formado sem a presença de estruturas como óvulo e útero. A tecnologia ainda está longe de poder criar, por exemplo, órgãos humanos, mas abre uma perspectiva importante na área.

‘Solução para a questão de transplantes’

De acordo com o estudo, o embrião foi capaz de desenvolver todas as partes de um corpo primitivo e os tecidos necessários para manter uma gravidez. Esse estudo permitirá que os cientistas compreendam como são os primeiros estágios da gravidez humana.

O estágio embrionário é uma etapa crucial na gestação em seres humanos, pois é nesse período que ocorrem muitas interrupções não intencionais na gravidez. Os cientistas ainda não sabem o motivo disso acontecer eesse tipo de pesquisa vai ajudar a entender o que pode dar errado e quais medidas tomar.

O embrião cultivado, porém, sobreviveu somente 8 dos 20 dias do ciclo embrionário do camundongo. Ainda longe do objetivo da startup Renewal Bio, que pretende desenvolver células-tronco humanas sintéticas, para resolver situações adversas na saúde humana. 

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A startup planeja criar versões embrionárias de seres humanos e coletar tecidos para transplantes.

Controvérsias e polêmicas

Há muitas controvérsias sobre o investimento nesse tipo de pesquisa com embriões. Muitos cientistas discordam do enfoque escolhido pela Renewal Bio. 

De acordo com uma declaração concedida ao MIT Technology Review, por um cientista de células-tronco do Instituto de Biotecnologia Molecular de Viena, não se trata de uma opção absolutamente necessária, então, ele não vê motivos para despender esforços.

Há outros cientistas, porém, que acreditam ser cedo para falar sobre esse tipo de desenvolvimento de pesquisa, mas admitem que não deixa de ser um avanço na área. Enquanto isso, a medicina também dá seus saltos, transplantando coração de porco em seres humanos. 

Tudo para evitar a morte

Nos Estados Unidos, pela primeira vez na história, médicos transplantaram um coração geneticamente modificado de porco para um homem. O paciente que recebeu o transplante é David Bennet, de 57 anos. A notícia foi divulgada em janeiro deste ano, pelo Guiame

O homem tinha uma doença cardíaca terminal e, antes da cirurgia, disse que as opções dele eram morrer ou fazer o transplante, e ele queria viver. A cirurgia inédita e revolucionária foi realizada por especialistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, no Centro Médico da universidade, nos Estados Unidos. 

Muitos médicos disseram que o feito “é um marco histórico na medicina” e que obstáculos foram vencidos com modificação genética para sucesso de cirurgias assim, abrindo caminho para vários tipos de transplantes.

Há poucos dias, o Guiame também publicou uma matéria mostrando que cientistas reanimaram células de porcos mortos a fim de “atualizar o conceito de morte”, levantando questões filosóficas, éticas e biológicas. 

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Em 2019, uma equipe da Universidade de Yale surpreendeu a comunidade científica ao conseguir restaurar a função celular no cérebro de porcos, horas depois de terem sido decapitados.

Visão bíblica

Para a teologia, interferências como essas podem, além de questões éticas, significar querer agir na área divina, uma vez que, de acordo com a Bíblia, é Deus quem dá a vida e a toma, conforme 1 Samuel 2.6.

O escritor e colunista do Guiame, Felipe Morais diz que “há um princípio estabelecido por Deus que ‘aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo’ (Hb 9.27) e, somente o Senhor pode ressuscitar uma pessoa.

“Portanto, a única esperança da ressurreição do corpo está em Cristo”, reforça o pastor da Igreja Batista do Reino.

Citando Isaías 38, que conta a história de Ezequias que recebeu uma sentença de morte de Deus, o pastor Cláudio Modesto deixa claro que até para dar mais tempo de vida a alguém é preciso que isso seja feito por Deus. 

“Temos claro aqui que é Deus quem tem o poder da vida e da morte, inclusive de dar mais anos de vida a alguém, como fez com Ezequias que após chorar recebeu 15 anos para colocar sua casa em ordem”, citou.

Ou seja, por mais que a Ciência se multiplique nos últimos dias e as descobertas promovam qualidade de vida às pessoas, sempre haverá limites impostos por Deus. 

“Deus é quem dá limites e não tem como ter uma cura para a morte. O homem não tem o controle sobre a vida e nunca terá porque a palavra final vem do Senhor”, concluiu o colunista.

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Entidades cristãs emitem nota de repúdio contra exposição que promove blasfêmia contra Cristo

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Unigrejas e Instituto Brasileiro de Direito Religioso se posicionaram contra as peças que ofendem a fé cristã

Entidades cristãs emitem nota de repúdio contra uma exposição do Museu da Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, chamada “Ensaios sobre a Dádiva, Expurgo e Promessa”, do artista pernambucano Renato Valle, com curadoria de Lilian Maus.

As obras selecionadas trazem, na verdade, críticas à fé cristã de uma forma que chega a ser considerada blasfêmia. É isso que escrevem os advogados Jean Marques Regina e Thiago Rafael Vieira em um artigo para o jornal Gazeta do Povo.

Os juristas cristãos, que são responsáveis pelo Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) também emitiram uma nota de repúdio contra a exposição.

Na nota, eles afirmam que a mostra “utiliza-se de símbolos considerados sagrados para a fé Cristã, tais como o crucifixo, a cruz de Cristo, e a manipulação da imagem do próprio Jesus de maneira jocosa e degradante, desrespeitosa à imagem e aos objetos considerados de natureza sacramental para a fé católica”.

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Uma das peças citadas na nota de repúdio é o uso de cruzes invertidas. Além de afrontar a fé católica, esse símbolo significa a morte do apóstolo Pedro, crucificado de cabeça para baixo.

Por falar em mártires cristãos, junto da exposição foi também lançada uma revista, chamada Bandido Bom é Bandido Morto, em que o artista explora imagens de “mártires do cristianismo e fundamentalismo religioso executados ao longo da história”.

Outras peças da mostra utilizam a cruz, uma delas com espaço para colocar dinheiro. Em outras, Cristo crucificado aparece várias vezes sem a cruz, como se estivesse dançando. Outra ainda mostra cruzes recheadas de latas de Coca-Cola abertas, manchando as cruzes.

Além do IBDR, a Unigrejas também emitiu uma nota de repúdio contra a exposição. O documento assinado pelo bispo Eduardo Bravo cita o artigo 208 do Código Penal e pede que a exposição do Rio seja cancelada.

“Não pode a manifestação cultural se dar e ser mantida quando constitui desrespeito ao sagrado do próximo em ataque à sua consciência religiosa”.

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