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Segurança

Missionária é baleada em Ulisses Guimarães; mulher protegeu amiga e criança com o corpo

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A vítima foi baleada no momento em que se curvou para proteger uma amiga que estava com o filho

Uma missionária foi baleada na perna enquanto voltava da igreja no bairro Ulisses Guimarães, em Vila Velha. Ela estava com uma amiga e uma criança, quando ouviu os disparos. A mulher tentou proteger a criança e, neste momento, foi baleada. O crime aconteceu na noite da última quarta-feira (17).

De acordo com testemunhas, o tiroteio foi registrado na avenida Tancredo Neves, uma das principais do bairro. A vítima, amiga e a criança deixavam o bairro Terra Vermelha. Ao chegarem em um cruzamento, ouviram o som de um tiro e tentaram encontrar um lugar onde pudessem se esconder, mas não encontraram.

O barulho dos tiros aumentou. Os três correram para uma calçada, deitaram no chão e tentaram se esconder atrás de jarros de planta.

“A gente estava conversando e quando passamos em uma certa rua, indo para casa, nós ouvimos um disparo. Depois ouvimos outro disparo e aí eu falei com ela para a gente correr. Nós ouvimos muitos disparos e deitamos no chão”, contou a vítima.

Vendo o desespero da criança, a missionária decidiu fazer um escudo com o próprio corpo para proteger a amiga e o filho dela. A mulher sentiu uma queimação na perna e percebeu que havia sido baleada.

A amiga da vítima contou que a missionária foi uma heroína. “Ela abraçou a mim e ao meu filho. Meu filho ficou no meio. Quando nós abaixamos, a bala pegou na perna dela e pegou na minha bicicleta”, relatou.

A missionária disse que não conseguiu ver quem estava atirando e também não soube dizer quantas pessoas estavam no local. O único pensamento que teve na hora, foi o de se proteger. “Graças a Deus não quebrou nenhum osso, poderia ser pior e pegado uma veia, eu não entendo muito essas coisas, mas Deus deu um bom livramento para a nossa vida”, contou.

Testemunhas contaram que são constantes os relatos de tiroteio na região. Segundo moradores, na hora do crime, havia pessoas que saiam de uma igreja. A missionária ferida foi levada para o hospital Antônio Bezerra de Farias, em Vila Velha.

No bairro Ulisses Guimarães, moradores contaram que estão acostumados com recados deixados por criminosos. Em um muro, além de pixações referentes ao tráfico de drogas na região, aparece a mensagem “abaixe o farol”, utilizada para intimidar pessoas que entram no bairro.

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Segurança

Idosa reclama de barulho de festa, é agredida com tijolada na cabeça e morre dias depois

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Uma idosa de 80 anos morreu depois de ser agredida com uma tijolada na cabeça. O caso foi registrado no bairro Jardim Ipiranga, em Penápolis (SP), no último domingo (11). A vítima ficou internada durante oito dias, mas não resistiu e veio a óbito na manhã de segunda-feira (19).

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados no dia 11 de abril para comparecer ao pronto-socorro de Penápolis, onde encontraram a idosa recebendo atendimento médico.

Ao ser questionada, a vítima relatou que tinha sido agredida com um pedaço de pau e um tijolo depois de pedir para frequentadores de uma festa pararem de fazer barulho, pois não conseguia dormir.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, policiais militares fizeram buscas para tentar encontrar a mulher responsável por agredir a idosa, mas não conseguiram.

O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Penápolis. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar a suspeita de cometer o crime.

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Segurança

Vídeo mostra momento em que casal é morto em sítio no município de Santa Leopoldina

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Imagens divulgadas exibem o momento que José Carlos entra no sítio da advogada e do estilista. Ele conversa com casal e em seguida comete o crime; o homem era vizinho das vítimas e confessou o duplo homicídio

A Polícia Civil divulgou, na manhã desta quarta-feira (21), imagens do momento em que a advogada Marinelva Venturim de Paula e o marido D’Ali Atash são assassinados no sítio onde moravam, na região de Colina Verde, em Santa Leopoldina, região serrana do Espírito Santo

Segundo a Polícia Civil (PC), José Carlos Marinho, 36 anos, era vizinho do casal e confessou o crime após ser preso, na terça-feira (20). A polícia informou que o alvo era apenas D’Ali Atash, com quem o suspeito tinha uma desavença.

José Carlos Marinho foi encontrado na casa da irmã em uma região rural conhecida como Pedra Alegre, em Itarana. Uma equipe da Polícia Civil de Santa Leopoldina disse que ele não reagiu durante a abordagem e que logo após o crime o suspeito jogou a arma fora. 

Ele será acusado de homicídio qualificado, pois as vítimas não tiveram chance de defesa. A prisão de José Carlos é preventiva e tem validade de 30 dias. Ainda segunda a polícia, o crime será reconstruído fato por fato, e será feita uma busca pela arma utilizada. 

As imagens mostram José Carlos entrando no sítio e, em seguida, se dirigindo ao local em que o casal conversava. No último vídeo ele foge com a arma na mão após assassinar as vítimas. 

Motivos do crime:

De acordo com o delegado Leandro de Morais, responsável pela investigação do crime, José Carlos alegou quatro motivos para a execução do casal. O primeiro seria uma dívida que o autor do homicídio tinha com a vítima D’Ali Atash, que refere-se à compra de uma parte do terreno para fazer uma estrada. Porém, para a quitação total da transação ainda faltava o valor de R$ 3 mil.

Outro motivo foi a retirada de canos que Atash fez na propriedade, que de acordo com a investigação da Polícia Civil, José teria instalado no sítio sem a permissão dos proprietários. 

Os filhos de José também se envolveram no desentendimento. Ainda segundo a PC, no sábado (17), eles invadiram a propriedade para tomar banho no tanque de peixe e Atash teria os repreendido por questões de segurança. E por último,  de acordo com José Carlos, Atash teria mostrado uma arma como ameaça. 

O casal morto tinha posse legal de duas armas, mas na hora do crime não foram usadas. “A intenção dele era matar e fugir. A advogada Marinelva morreu por estar no local, não tem nada relacionado com a profissão”, frisou o delegado Leandro. 

Segundo informações passadas pelos investigadores, o objetivo do suspeito era cometer o crime e fugir, mas após o assassinato, ele teria ido para um bar em que costumava beber, e ali aproveitara para pensar na sua fuga. José Carlos tem passagem pela justiça por posse ilegal de arma de fogo. “De forma bem fria ele confessou que foi o autor dos homicídios. As informações que pegamos com familiares era que ele queria fugir”, relatou o Major Cabral.

Fonte: Folha Vitória.

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