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Mundo Cristão

Morre a cantora cristã Fabiana Anastácio vítima de coronavírus

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Cantora de 45 anos estava na UTI enfrentando a covid-19.

Morreu na madrugada desta quinta-feira (4) a cantora Fabiana Anastácio, após ser internada com a covid-19. Ela chegou a ser encaminhada para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do hospital em São Paulo onde havia sido internada há cerca de uma semana.

A última nota sobre o estado de saúde da cantora havia sido divulgada na quarta-feira, 3 de junho, e o estado de saúde era considerado estável, mas ela apresentava dificuldades para respirar, o que estaria relacionado ao seu peso. A previsão era de uma recuperação mais lenta.

Fabiana Anastácio ficou conhecida nacionalmente por cantar louvores pentecostais, como “Sou Eu” e “Adorarei”. Ela e o marido, pastor Rubens Nascimento, foram diagnosticados com o coronavírus, sendo que ele acabou sendo liberado para repousar em casa.

Líderes, pregadores e cantores lamentaram a morte de Fabiana, levando muitas pessoas a compartilharem mensagens de luto nas redes sociais, já que os louvores interpretados por ela alcançaram milhões de pessoas em todo o país.

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Aos 45 anos, a cantora somava milhões de seguidores nas redes sociais, sendo convidada para participar em diversos eventos. Ela deixa marido e três filhos.

Anastácio nasceu em um lar cristão em Santo André (SP) e passou a infância e adolescência cantando em corais nas igrejas onde o pai ministrava, até ficar conhecida na internet devido a um vídeo onde aparece cantando.

Entre seus lançamentos, o primeiro disco foi em 2012, intitulado “Adorador”. “Adorador 2 – Além da Canção” (2015) e “Adorador 3 – Além das Circunstâncias” (2017) se seguiram.

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Mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus, revela pesquisa

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Uma pesquisa divulgada na quinta-feira (23) mostra que pouco mais da metade dos franceses (51%) não acredita mais em Deus. O estudo foi feito pelo instituto Ifop para a Associação dos Jornalistas de Informação para as Religiões.

“Fala-se cada vez menos de religião”, escreve o jornal católico La Croix. O distanciamento dos franceses em relação à religião não é uma surpresa, acrescenta o cotidiano.

A pesquisa mostra que a religião é muito mais presente nos meios rurais do que nas cidades. Além disso, as pessoas com menos de 35 anos ou mais de 65 são as mais ligadas à crença.

“Você acredita em Deus?” foi a pergunta feita a 1.028 pessoas, numa amostra representativa da população da França com mais de 18 anos, nos dias 24 e 25 de agosto.

Este ano, 51% dos entrevistados disseram “não”. Em 2011 e 2004, 44% responderam não acreditar em Deus. Em 1947, 66% dos franceses afirmaram crer em Deus.

A pesquisa mostra também que a pandemia da Covid-19 não interferiu significativamente na prática religiosa. Apenas 9% dos entrevistados disseram que a crise sanitária os fez aproximar de uma religião.

Outra questão levantada foi se o incêndio da catedral de Notre-Dame de Paris, em 2019, suscitou sentimentos religiosos ou de “teor espiritual” – 79% responderam que não, mas 21% falaram que sim.

A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família: 38% atualmente, contra 58% em 2009. Hoje em dia apenas 29% das pessoas falam sobre o assunto entre amigos, contra 49% em 2009.

Sobre o papa Francisco, 41% pensam que ele “defende bem” os valores do catolicismo, enquanto 44% opinam que “nem bem, nem mal”, e 15%, “mal”.

Para 54% dos interrogados, “todas as religiões são válidas”.

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Mundo Cristão

Padre é preso por desviar dinheiro da igreja para orgias gays e drogas

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Ao menos 200 pessoas serão ouvidas por participarem de festas de Francesco Spagnesi, que atuava na cidade de Prato, na Itália

Um padre católico italiano, conhecido por suas brilhantes missas, foi preso na última quarta-feira (22) suspeito de roubar cerca de 117 mil euros (o equivalente a R$ 732 mil) da igreja e de doações para financiar orgias gays e compra de drogas que ele próprio organizava.

O padre Francesco Spagnesi, de 40 anos, era muito conceituado na localidade de Prato, perto de Florença, na Itália. Ele está em prisão domiciliar enquanto a polícia entrevista 200 pessoas que teriam comparecido às festas nos últimos 2 anos. A informação é do jornal britânico The Times.

A polícia italiana começou a investigar Spagnesi após, supostamente, descobrir que seu colega de apartamento importou da Holanda um litro da droga GHB para “estupro”, que pode ser usada para incapacitar vítimas de agressão sexual.

Os detetives alegam que os dois homens usaram sites de namoro online para convidar pessoas para festas onde drogas eram compartilhadas e vendidas. 

Na operação, que contou com busca e apreensão no apartamento de Spagnesi, a polícia encontrou garrafas que teriam sido adaptadas para fumar crack.

Spagnesi é um ex-estudante de medicina, que abandonou a faculdade e a trocou pelo sacerdócio aos 26 anos, dizendo que encontrou “plenitude e alegria em me colocar à disposição dos outros”.

As suspeitas começaram quando um contador da paróquia descobriu que Spagnesi havia sacado mais de 100 mil euros da conta bancária da paróquia (cerca de R$ 626 mil). Essa atividade levou o bispo local a intervir e acabar com o acesso do padre à conta. A polícia acredita que ele estava usando o dinheiro para comprar drogas.

Quando Spagnesi não conseguiu mais sacar dinheiro da conta da igreja, ele supostamente começou a pegar as doações dos fieis e a pedir recursos diretamente dos paroquianos, que  eram informados de que ele estava arrecadando dinheiro para famílias de baixa renda.

O jornal local La Nazione relata que os paroquianos tinham “grande fé em seu padre jovem, brilhante, envolvente e refinado”, mas agora iniciaram uma ação legal para pedir o ressarcimento das doações. Pelo menos duas ações judiciais por fraude chegaram ao gabinete do procurador, disse a publicação.

De acordo com o diário italiano Corriere Della Sera, Spagnesi culpou uma “recaída em cocaína” por suas ações e também revelou que é HIV positivo.

“Eu não me reconheço mais, o vício da cocaína me engoliu”, disse ele em prantos diante dos advogados. “A droga me fez trair meus paroquianos, me fez contar mentiras, me fez agir de que me envergonho. Agora sou HIV positivo”, revelou.

Spagnesi acrescentou que estava tomando medicamentos antirretrovirais, o que significava que não poderia transmitir o HIV.

Ele prometeu devolver o dinheiro e vender tudo o que possui, até mesmo sua casa, para reembolsar os paroquianos

“Peço perdão a todos”, disse ele.

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