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Morre apóstolo Fernando Guillen, vítima da Covid-19 – PORTAL JORNAL DO NORTE
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Morre apóstolo Fernando Guillen, vítima da Covid-19

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O líder religioso Fernando Guillen morreu nesta quarta-feira (17) vítima de complicações da Covid-19.

Ele tinha sido diagnosticado com a Covid-19 no início de janeiro e precisou ser internado no CTI (Centro de Tratamento Intensivo), após apresentar problemas respiratórios. O religioso morreu na madrugada desta quarta-feira, aos 41 anos.

A notícia foi confirmada pela assessoria do apóstolo em comunicado nas redes sociais.

“Fernando Guillen descansou! Comunicamos que na madrugada desta quarta-feira 17/02/2021 nosso Apóstolo, Pai espiritual e General de Deus foi recebido nos céus. Ele levantou-se do leito de sofrimento e enfermidade, foi ao encontro de Jesus, que ficou de pé para recebê-lo, pois sua trajetória na Terra transcendeu.”, diz a nota. 

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O apóstolo chegou a ser intubado em 1º de fevereiro para tratar os problemas pulmonares em decorrência da Covid-19. Em 09 de fevereiro Fernando precisou passar por uma traqueostomia para acelerar a retirada do tubo, o procedimento ocorreu bem. Mas, o seu quadro de saúde se agravou no decorrer dos dias vindo a falecer nesta quarta.

Ele havia sido diagnosticado com Linfoma folicular (um tipo de câncer) em outubro de 2019 e anunciou a cura no ano seguinte.

Fernando Guillen era pastor da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, Minas. Também, era diretor do Centro de Integração Global AC7ION em BH, Master Coach, Empreendedor Digital, Consultor de Negócios.

Além disso, era palestrante Internacional, Graduado em Engenharia de Sistemas, MBA em Administração de Empresas pelo Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey, do México.

Pastores lamentam a morte de Fernando Guillen

Alguns pastores se pronunciaram nas redes sociais e lamentaram a morte do apóstolo Fernando Guillen.

– Estou muito triste pois perdemos um grande homem de Deus – declarou o pastor Jorge Linhares.

– Grande perda. Descanse com Deus – destacou Tiago Brunet.

– Nossas orações pelo consolo sobrenatural do Espírito Santo – disse Ana Paula Valadão.

– Meu amigo, [em] dezembro a gente [estava] sonhando tanta coisa junto. Obrigado por tudo. Jamais esquecerei tudo que você fez por mim e todos os ensinamentos. O legado continua – escreveu o pastor Felippe Valadão.

– Ah Jesus! Mal posso acreditar. Às vezes não estamos prontos para os nãos de Deus, mas humildemente aceitamos sua vontade. Cremos na ressurreição dos santos para a vida eterna e esperamos ardentemente o dia do nosso encontro com Jesus e com nossos amados que se foram. Querida Debora! Sinto tanto! Sou tão grata ao Senhor pela vida do Fernando e pela marca que ele deixou em nós. Amamos muito vocês! Orando por consolo e graça vinda do alto sobre sua vida e de sua filhina. Te amo qrida! – escreveu a cantora Nívea Soares.

– Foi uma honra ministrar ao lado deste grande homem d Deus… Q legado… Meus sinceros sentimentos à família – disse David Quinlan.

– Meus Deus, grande perda pra Terra. Mas seu legado permanecerá, meu amigo! Descanse ao lado do Pai – escreveu Davi Sacer.

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Ex-panicat Carol Dias se batiza em igreja evangélica: “Cristo tocou em mim”

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Vídeo no Instagram mostra sua conversão para quase 6 milhões de seguidores

No último domingo (9), a ex-panicat e atualmente educadora financeira Carol Dias, postou um vídeo no Instagram que mostra o seu batismo e disse que irá falar sobre sua conversão quando se sentir pronta.

“Ontem foi o dia mais inexplicável da minha vida. Cristo tocou em mim. Nós fomos escolhidos por ELE. Eu vou dar meu testemunho com Deus, quando me sentir pronta para contar e espalhar fé e muito amor para vocês”, escreveu em sua conta.

A influenciadora também citou João 14:17: “É o espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Vocês o conhecem, porque ele habita com vocês e estará em vocês.”

E por fim, agradeceu a @drisanchessp por estar com ela nesse momento.

Jaque Khoury, ex-BBB e ex-panicat, comentou: “Linda! Cheia de amor e cheia de luz, Te amo amiga”.

Ex-colegas do “Pânico”, Lizi Benitez, Fernanda Lacerda, Wendy Tavares e Nicole Bahls também reagiram a sua publicação, de acordo com o Uol.

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Joe Biden pode “punir” médicos cristãos que não realizam cirurgia transgênero, nos EUA

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O governo de Joe Biden anunciou que está revertendo uma política da era Trump que, segundo seus defensores, protegia a liberdade religiosa dos médicos cristãos em disputas sobre procedimentos médicos para transgêneros.

Em causa está uma parte da Patient Protection and Affordable Care Act (PPACA ou Lei de Proteção e Cuidado Acessível ao Paciente, também conhecida como Obamacare) que proíbe a discriminação com base no sexo dentro dos cuidados de saúde. A Seção 1557 da lei, que trata da não discriminação, foi interpretada pela administração Trump como se referindo a “homem ou mulher e conforme determinado pela biologia”. Várias organizações religiosas, incluindo as associações médicas e odontológicas cristãs , apoiaram a regra Trump e disseram que protegia a liberdade religiosa. O próprio governo Trump disse que a regra oferece “proteção à consciência e à liberdade religiosa”.

Mas o governo Biden disse nesta segunda-feira que interpretaria a Seção 1557 para proibir a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero. O último termo abrange o transgenerismo. A aplicação da nova regra entra em vigor imediatamente.

O Escritório de Direitos Civis do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS, na sigla em inglês) disse que interpretaria e aplicaria as proibições da Seção 1557 e do Título IX sobre a discriminação com base no sexo, para incluir a discriminação com base na orientação sexual e na identidade de gênero.

“O medo da discriminação pode levar os indivíduos a renunciar aos cuidados, o que pode ter consequências negativas graves para a saúde”, disse Xavier Becerra, secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

“É posição do Departamento de Saúde e Serviços Humanos que todos – incluindo as pessoas LGBTQ – devem ter acesso aos cuidados de saúde, sem discriminação ou interferência, ponto final”, disse Becerra.

Apoiadores da regra da era Trump, no entanto, dizem que a nova regra Biden – que é semelhante a uma da administração Obama – levará os médicos cristãos e outros médicos religiosos a serem forçados a realizar procedimentos de transição de gênero, incluindo cirurgia.

“Isso é ruim para pacientes, médicos e para a liberdade religiosa”, tuitou Luke Goodrich, advogado do Fundo Becket para Liberdade Religiosa, que está envolvido em um processo judicial relacionado ao assunto.

Becket chama isso de ” Mandato Transgênero “.

Goodrich disse que a regra Biden “puniria médicos e hospitais se eles não executassem procedimentos prejudiciais de transição de gênero contra sua consciência e julgamento médico”.

O governo Biden disse na segunda-feira que iria “cumprir a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa” e “todas as ordens judiciais aplicáveis”. A Lei de Restauração da Liberdade Religiosa é uma lei federal que impede o governo de “onerar substancialmente o exercício da religião de uma pessoa”.

Goodrich, no entanto, observou que o governo Biden está lutando contra os médicos cristãos no tribunal sobre o assunto. Em abril, o governo Biden apelou de uma decisão de um tribunal que determinou que os médicos não podem ser forçados a realizar procedimentos de transição de gênero.

O Catholic Vote também criticou o governo Biden.

“A decisão do HHS desta manhã atrasa o relógio da sanidade médica”, disse Brian Burch, presidente da Catholic Vote. “Este novo mandato do HHS é um esforço transparente para substituir o julgamento médico no campo altamente experimental e politizado da medicina de gênero”, alertou.

Ao contrário do anúncio enganoso do HHS, a nenhum americano está sendo negado tratamento por braços quebrados ou procedimentos médicos padrão com base em suas  “identidades” de gênero ou orientação sexual. 

“Este movimento do HHS é uma configuração para normalizar e dar força aos médicos para administrar drogas que bloqueiam a puberdade em crianças, realizar cirurgias de mudança de sexo e muito mais. Hospitais e médicos cristãos provavelmente sofrerão mais pressão e escrutínio como resultado”, concluiu.

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