conecte-se conosco


Mundo Cristão

Morreu o pastor Paul Yonggi Cho, aos 85 anos, em Seul

Publicado

O pastor Paul Yonggi Cho, fundador da maior igreja do mundo, morreu nessa terça-feira aos 85 anos, em Seul, Coreia do Sul.

O fundador da Igreja do Evangelho Pleno de Yoido em Seul é conhecido no país como Yonggi Cho, mas no exterior seus livros e pregações eram assinados como Paul Yonggi Cho. Posteriormente, ele trocou Paul por David.

A igreja fundada por ele chegou a somar 700 mil membros, o que rendeu um recorde no Guiness como a maior congregação do mundo, em 1993. Atualmente, a Igreja do Evangelho Pleno de Yoido em Seul soma 600 mil membros.

Um comunicado divulgado pela megaigreja relatou que o pastor estava recebendo tratamento médico em um hospital devido a uma hemorragia cerebral que sofreu em 2020. Ele estava internado e faleceu no local.

Cho nasceu em 1936 em uma família budista e vivenciou a Guerra da Coreia, que dividiu o país em dois. Ele se converteu ao cristianismo aos 17 anos, quando os médicos lhe disseram que ele morreria de um caso grave de tuberculose.

Quando se recuperou “milagrosamente” da doença, Paul Yonggi Cho reconheceu que aquela mudança só seria possível através da ação de Deus.

“Jamais esquecerei a bênção e a graça de Deus sobre minha vida, por meio da qual Ele me escolheu para ser Seu Servo quando eu era apenas uma criança insignificante com doença pulmonar, e Ele me salvou por Sua graça por meio da expiação da Cruz de Jesus Cristo, para que, por meio da oração, eu pudesse receber sabedoria e pregar pela inspiração do Espírito Santo onde quer que Ele me colocasse”, escreveu o pastor em um artigo publicado no site da congregação.

A Igreja do Evangelho Pleno de Yoido em Seul foi fundada em 1958, dois anos após ele concluir sua formação no seminário Full Gospel College. Inicialmente, os cultos eram realizados em uma barraca, mas o ministério cresceu e se tornou um dos maiores do mundo em número de membros.

Ao todo, o ministério tem mais de 500 congregações espalhadas pela Coreia do Sul e já enviou milhares de missionários a países ao redor do mundo, segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).

“Tudo o que fiz foi oferecer minha vida como o menino que deu os cinco pães e dois peixes […] Eu simplesmente me segurei nos sonhos que o Senhor me deu, e foi Ele quem fez crescer a Igreja do Evangelho Pleno de Yoido para 750.000 membros para se tornar a maior igreja do mundo”, declarou Cho anteriormente.

O pastor deixou três filhos. Sua esposa, Kim Sung Hae, faleceu em fevereiro deste ano. Anos antes de sua morte, se envolveu em problemas com a Justiça e admitiu ter cometido crime de fraude nas finanças da igreja, sendo condenado a pagar uma multa e cumprir três anos de prisão.

Leia mais:  Se a maconha for legalizada, o cristão pode fumar? Professor de teologia responde
publicidade

Mundo Cristão

Mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus, revela pesquisa

Publicado

Uma pesquisa divulgada na quinta-feira (23) mostra que pouco mais da metade dos franceses (51%) não acredita mais em Deus. O estudo foi feito pelo instituto Ifop para a Associação dos Jornalistas de Informação para as Religiões.

“Fala-se cada vez menos de religião”, escreve o jornal católico La Croix. O distanciamento dos franceses em relação à religião não é uma surpresa, acrescenta o cotidiano.

A pesquisa mostra que a religião é muito mais presente nos meios rurais do que nas cidades. Além disso, as pessoas com menos de 35 anos ou mais de 65 são as mais ligadas à crença.

“Você acredita em Deus?” foi a pergunta feita a 1.028 pessoas, numa amostra representativa da população da França com mais de 18 anos, nos dias 24 e 25 de agosto.

Este ano, 51% dos entrevistados disseram “não”. Em 2011 e 2004, 44% responderam não acreditar em Deus. Em 1947, 66% dos franceses afirmaram crer em Deus.

A pesquisa mostra também que a pandemia da Covid-19 não interferiu significativamente na prática religiosa. Apenas 9% dos entrevistados disseram que a crise sanitária os fez aproximar de uma religião.

Outra questão levantada foi se o incêndio da catedral de Notre-Dame de Paris, em 2019, suscitou sentimentos religiosos ou de “teor espiritual” – 79% responderam que não, mas 21% falaram que sim.

A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família: 38% atualmente, contra 58% em 2009. Hoje em dia apenas 29% das pessoas falam sobre o assunto entre amigos, contra 49% em 2009.

Sobre o papa Francisco, 41% pensam que ele “defende bem” os valores do catolicismo, enquanto 44% opinam que “nem bem, nem mal”, e 15%, “mal”.

Para 54% dos interrogados, “todas as religiões são válidas”.

Leia mais:  Ateia com pensamentos suicidas recorre à Bíblia e tem encontro com Jesus
Continue lendo

Mundo Cristão

Padre é preso por desviar dinheiro da igreja para orgias gays e drogas

Publicado

Ao menos 200 pessoas serão ouvidas por participarem de festas de Francesco Spagnesi, que atuava na cidade de Prato, na Itália

Um padre católico italiano, conhecido por suas brilhantes missas, foi preso na última quarta-feira (22) suspeito de roubar cerca de 117 mil euros (o equivalente a R$ 732 mil) da igreja e de doações para financiar orgias gays e compra de drogas que ele próprio organizava.

O padre Francesco Spagnesi, de 40 anos, era muito conceituado na localidade de Prato, perto de Florença, na Itália. Ele está em prisão domiciliar enquanto a polícia entrevista 200 pessoas que teriam comparecido às festas nos últimos 2 anos. A informação é do jornal britânico The Times.

A polícia italiana começou a investigar Spagnesi após, supostamente, descobrir que seu colega de apartamento importou da Holanda um litro da droga GHB para “estupro”, que pode ser usada para incapacitar vítimas de agressão sexual.

Os detetives alegam que os dois homens usaram sites de namoro online para convidar pessoas para festas onde drogas eram compartilhadas e vendidas. 

Na operação, que contou com busca e apreensão no apartamento de Spagnesi, a polícia encontrou garrafas que teriam sido adaptadas para fumar crack.

Spagnesi é um ex-estudante de medicina, que abandonou a faculdade e a trocou pelo sacerdócio aos 26 anos, dizendo que encontrou “plenitude e alegria em me colocar à disposição dos outros”.

As suspeitas começaram quando um contador da paróquia descobriu que Spagnesi havia sacado mais de 100 mil euros da conta bancária da paróquia (cerca de R$ 626 mil). Essa atividade levou o bispo local a intervir e acabar com o acesso do padre à conta. A polícia acredita que ele estava usando o dinheiro para comprar drogas.

Quando Spagnesi não conseguiu mais sacar dinheiro da conta da igreja, ele supostamente começou a pegar as doações dos fieis e a pedir recursos diretamente dos paroquianos, que  eram informados de que ele estava arrecadando dinheiro para famílias de baixa renda.

O jornal local La Nazione relata que os paroquianos tinham “grande fé em seu padre jovem, brilhante, envolvente e refinado”, mas agora iniciaram uma ação legal para pedir o ressarcimento das doações. Pelo menos duas ações judiciais por fraude chegaram ao gabinete do procurador, disse a publicação.

De acordo com o diário italiano Corriere Della Sera, Spagnesi culpou uma “recaída em cocaína” por suas ações e também revelou que é HIV positivo.

“Eu não me reconheço mais, o vício da cocaína me engoliu”, disse ele em prantos diante dos advogados. “A droga me fez trair meus paroquianos, me fez contar mentiras, me fez agir de que me envergonho. Agora sou HIV positivo”, revelou.

Spagnesi acrescentou que estava tomando medicamentos antirretrovirais, o que significava que não poderia transmitir o HIV.

Ele prometeu devolver o dinheiro e vender tudo o que possui, até mesmo sua casa, para reembolsar os paroquianos

“Peço perdão a todos”, disse ele.

Leia mais:  Ateia com pensamentos suicidas recorre à Bíblia e tem encontro com Jesus
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana