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Segurança

MPES denuncia homem e mulher por homicídio em zona rural

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O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Castelo, denunciou uma mulher e um homem pelo homicídio do marido dela, por asfixia. O crime foi cometido no dia 25 de julho de 2021, por volta das 22 horas, na localidade de Monte Alverne, zona rural do município. A mulher e o homem estão presos no Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim (CPFCI) e no Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro de Itapemirim (CDPCI), respectivamente.

Os denunciados mataram a vítima para assegurar a continuidade do relacionamento extraconjugal entre eles e para que pudessem se apropriar do patrimônio da vítima, conforme relatado na denúncia. Assim, o MPES requer que eles sejam submetidos a julgamento perante o Tribunal do Júri e condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e fraude processual, nos termos do artigo 121, parágrafo 2º, incisos II, III e IV, e do artigo 347, parágrafo único, ambos do Código Penal.

Além das condenações, o Ministério Público requer que a sentença estabeleça valor mínimo para reparação dos danos causados aos familiares da vítima.

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Consta nos autos que, na noite do crime, a mulher e o esposo dela estavam na cozinha do imóvel onde residiam, quando o outro acusado entrou no local. A esposa abraçou o marido e segurou seus braços, para distrair atenção dele. Nesse momento, o acusado agarrou a vítima pelas costas e a asfixiou até a morte.

Após o homicídio, os dois acusados esconderam alguns objetos da casa no forro de gesso da residência, para simular um crime de latrocínio. Mais tarde, o homem trancou a porta do quarto da mulher com ela e a filha, de 2 anos, no interior. Por volta das 2 horas, a denunciada ligou para os pais informando a versão fantasiosa de latrocínio.

Para o Ministério Público, o homicídio foi praticado por recurso que impediu a defesa da vítima, que estava sob efeito de remédios controlados, dificultando ainda mais qualquer resistência ao ataque.

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Segurança

Espírito Santo sedia com sucesso o 4º Encontro Nacional de Aviação de Segurança Pública

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Vitória foi palco, pela primeira vez, do Encontro Nacional de Aviação de Segurança Pública (ENAVSEG). Realizado entre os dias 1º e 4 de agosto de 2022, em Camburi, este 4º ENAVSEG foi organizado pelo Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAER) da Secretaria da Casa Militar do Espírito Santo. O NOTAER está completando 30 anos de fundação.

O primeiro ENAVSEG aconteceu em 2017, em Goiás. O segundo, no ano seguinte, foi em Minas Gerais; e o terceiro, em 2019, no Rio de Janeiro. O evento é destinado aos profissionais que trabalham em Unidades Aéreas Públicas (UAPs), como mecânicos de aeronaves, operadores aerotáticos, tripulantes operacionais, pilotos e aqueles profissionais e empresas que atuam direta ou indiretamente no setor de aviação.

“Neste ano de 2022, em que o NOTAER completou 30 anos de atividades aéreas integradas em prol da sociedade capixaba, estamos tendo a honra de sediar o Encontro Nacional de Aviação de Segurança Pública. O evento foi realizado com muito êxito”, disse o secretário-chefe da Casa Militar do Espírito Santo, coronel da Reserva Remunerada Jocarly Martins de Aguiar Júnior, que recebeu os convidados com um discurso de boas-vindas.

O evento em Vitória contou com a presença de representantes das unidades aéreas de vários Estados,  dos Corpos de Bombeiros Militares, Polícias Militares, Polícias Civis, das Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). Entre os temas abordados na programação estiveram os ligados à segurança de voo, indicadores de segurança operacional, casos de investigação de acidentes, doutrinamento e uso de equipamentos específicos por algumas UAPs, tais como guincho, operação com OVN; e os mais afetos à gestão, como a visão institucional estratégica da aviação de segurança pública.

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Por serem temas os mais variados possíveis, contando com palestrantes reconhecidos nos assuntos, foi possível ampliar o rol de conhecimentos sobre operações em outras unidades aéreas, compartilhando experiências e boas práticas. Paralelamente às palestras, o evento contou com competições dos operadores aerotáticos, tais como prova de salvamento em altura, prova de resgate aquático, prova de tiro policial e a competição de mecânicos de aviação.

Em sua fala, o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Aguiar, explicou que, “com mais de quatro décadas de existência, a Aviação de Segurança Pública e de Defesa Civil no Brasil engloba órgãos da administração pública federal, estadual e do Distrito Federal, como a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícias Militares e Polícias Civis, além dos Corpos de Bombeiros Militares. Já são mais de 200 aeronaves, entre helicópteros e aviões, realizando, diuturnamente, diversas modalidades de operação, do policiamento ao resgate aeromédico”, pontuou o coronel Aguiar.

Segundo ele, desde cedo ficou clara a necessidade de organizar e integrar a aviação de segurança pública dentro de um contexto nacional, tendo entre os esforços pioneiros a realização do 1º Encontro de Aviação Policial do Mercosul, em Porto Alegre (1998), e do 1º Fórum Internacional de Operadores de Helicópteros em Segurança Pública e Defesa Civil, em São Paulo (2001).

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Em 1997, com a criação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, muitas ações de integração foram realizadas, em especial a organização do 1º Fórum Nacional de Aviação de Segurança Pública, em Brasília (2008). Outros eventos neste modelo ocorreram em Florianópolis (2009), em Salvador (2010) e Goiânia (2011).

Em 2014, ocorreu a primeira edição do ENAVSEG em Fortaleza (2014), sendo este o último evento com o apoio da SENASP: “Diante da grandeza e importância da temática, os abnegados integrantes da aviação não se furtaram a realizar esforços inimagináveis para prosseguir com o evento de maneira independente do Governo Federal, capitaneados pelas Organizações de Aviação de Segurança Pública dos Estados, com o apoio do site Piloto Policial e colaboradores”, explicou o coronel Aguiar.

Esses esforços, segundo ele, culminaram na realização das edições do ENAVSEG em Goiânia, pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, em 2017; em Belo Horizonte, pela Polícia Militar de Minas Gerais, em 2018; e no Rio, pela PM fluminense, em 2019.

“Agora estamos aqui reunidos em Vitória, como forma de demonstrar todo o comprometimento da aviação de segurança pública do Brasil no processo de integração e de melhoria contínua em prol da sociedade brasileira. Que seja infinita a nossa energia para fazer o bem”, concluiu Aguiar.

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Segurança

Homem encontra R$ 7.800 em notas falsas e entrega para a Polícia Federal

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Ele encontrou as cédulas quando seguia de Cariacica para Vitória; maço continha 78 notas de R$ 100 com a mesma numeração

Um homem encontrou uma quantia de dinheiro falso e entregou na sede da Polícia Federal, em Vila Velha, na tarde desta quinta-feira (04). O maço era de R$ 7.800, contendo 78 cédulas falsas de R$ 100. As informações são da própria PF, que não deu o nome da pessoa e nem onde as notas foram localizadas.

Em depoimento aos policiais, ele disse que seguia do Bairro Santana, em Cariacica, para o Centro de Vitória quando percebeu no acostamento de uma via um maço de dinheiro. Ele, então, parou o veículo, pegou o dinheiro e percebeu que todas as notas tinham a mesma numeração. 

Sem saber o que fazer, buscou informações na internet, que diziam que ele deveria entregar o dinheiro na delegacia mais próxima ou na Polícia Federal. Como estava mais próximo da sede da PF, assim o fez.

O dinheiro foi apreendido e um inquérito foi instaurado para investigar e identificar os responsáveis pela produção das cédulas falsas. A Polícia Federal informa que a conduta adotada pelo cidadão está correta.

“Qualquer pessoa que encontre ou que receba dinheiro falso deve imediatamente entregar as autoridades para que seja possível uma investigação de quem foi que falsificou esse dinheiro”, explica o superintendente da Polícia Federal no Espírito Santo, delegado Eugênio Ricas. 

Também configura crime de moeda falsa quem, percebendo a falsificação, ainda assim introduz as cédulas falsas na economia. Penas para crimes dessa natureza variam entre 3 a 12 anos de prisão.

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