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Brasil

MPF denuncia Glenn Greenwald e mais seis por invasões de celulares

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Para o Ministério Público Federal, jornalista auxiliou, incentivou e orientou o grupo de hackers durante o período das invasões de celulares

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta terça-feira (21) sete pessoas no âmbito da operação Spoofing, que investiga crimes relacionados à invasão de celulares de autoridades brasileiras: procuradores da força-tarefa da operação Lava-Jato e do então juiz federal Sérgio Moro.

São apontadas a prática de organização criminosa, lavagem de dinheiro, bem como as interceptações telefônicas. Foram denunciados, ao todo, sete pessoas, entre elas o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil.

Além de Glenn, foram denunciados Walter Delgatti Netto, Thiago Eliezer Martins Santos, Luiz Henrique Molição, Gustavo Henrique Elias Santos, Danilo Marques e Suélen Oliveira. O procurador da República Wellington Divino de Oliveira pede a instauração de um processo-crime e a citação dos denunciados para que apresentem defesa.

Segue, abaixo, o papel  de cada um dos denunciados, de acordo com a denúncia.

Walter Delgatti Neto: executor, mentor e líder dos crimes bancários e das invasões aos dispositivos informáticos;
Thiago Eliezer Martins Santos: programador, mentor e líder dos crimes bancários e das invasões aos dispositivos informáticos;
Gustavo Henrique Elias Santos: programador, responsável por diversas fraudes bancárias e atuava prestando auxílio nas condutas das invasões aos dipositivos informáticos;
Luiz Henrique Molição: realizou invasões aos dispositivos informáticos e atuava prestando auxílio nas condutas perpetradas por Walter bem como atuou como porta voz do grupo;
Suelen Priscila de Oliveira: atuava como laranja e buscava terceiros para participarem das fraudes e furtos bancários com o objetivo de realizar a lavagem de dinheiro;
Danilo Cristiano Marques: era testa-de-ferro de Walter possibilitando o
usufruto dos meios materiais para a realização dos mais diversos crimes cibernéticos. Também atuava como laranja de Walter.

Para o procurador, Walter Delgatti Netto era o líder da organização criminosa que invadiu celulares de autoridades. Gleen, por sua vez, não fazia parte do grupo.  “Walter é responsável direto e imediato, de maneira livre e consciente, pela prática do crime em relação a 126 vítimas e 176 condutas”, aponta a denúncia.

A organização cometia crimes cibernéticos em três frentes:

1) fraudes bancárias e furtos utilizando Phishing, engenharia social, clonagem de cartões de crédito e key loggers;
2) invasão de dispositivos, com violação indevida de sistemas de segurança e monitoramento, em tempo real, de dados sem autorização judicial;
3) lavagem de dinheiro.

Para o MPF, ficou comprovado que Greenwald auxiliou, incentivou e orientou o grupo durante o período das invasões. Apesar da denúncia, o jornalista não era inicialmente investigado.

Danilo e Gustavo, por sua vez, “tiveram atuações assessórias, porém, essenciais, para que Walter, Luiz e Thiago “obtivessem sucesso na empreitada criminosa de invadir dispositivos informáticos para obtenção de mensagens privadas”.

Luiz Molição tinha por missão inicial, segundo o documento, realizar a análise dos dados e materiais jurídicos obtidos por Walter e, posteriormente, auxiliar nas comunicações do grupo com Greenwald. Molição não é considerado parte da organização criminosa porque, segundo a denúncia, não participava dos esquemas de fraudes bancárias e furtos mediante fraude. 

O documento relata, também, que os denunciados “utilizavam técnicas simples” para superar as barreiras de segurança impostas pelos usuários, pelos desenvolvedores e pelas operadoras de telefonia móvel.

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Acompanhado de apoiadores, Bolsonaro sai em motociata em São Paulo

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Ao sair para a motociata, acompanhado de um apoiador na garupa, Bolsonaro agradeceu o convite dos manifestantes e disse “acelera para Cristo”

O presidente Jair Bolsonaro está em passeata pela cidade de São Paulo, em manifestação organizada por integrantes de clubes de tiro e de motociclismo do interior de São Paulo e região. O ato começou na Zona Norte de São Paulo e deve seguir pela Marginal do Tietê até a Rodovia dos Bandeirantes, onde o grupo deve continuar até o quilômetro 62, próximo a Jundiaí, interior do Estado, e de lá deve retornar para a capital.

Ao sair para a motociata, acompanhado de um apoiador na garupa, Bolsonaro agradeceu o convite dos manifestantes e disse “acelera para Cristo”.

O número de manifestantes não foi confirmado pela PM. No entanto, o que se sabe é que a polícia teve de disponibilizar mais de 6 mil PMs para mitigar os impactos do ato no trânsito, uma vez que havia preocupação de a manifestação prejudicar o comércio neste 12 de junho, Dia dos Namorados, quarta data comercial mais importante do ano.

A Polícia Militar vai reforçar a vigília de pontes e viadutos por onde a motociata deve passar, para evitar que objetos sejam arremessados nos manifestantes. O ato foi divulgado por parlamentares da base aliada ao presidente e grupos que, em São Paulo, vinham organizando protestos contra o governador João Doria (PSDB) ao longo da semana.

No fim do ato, marcado para o Ibirapuera, um dos grandes símbolos da capital paulista, dois drones devem ser usados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para acompanhar a manifestação.

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Michelle Bolsonaro ganha casaca, panela de barro e come moqueca em visita ao ES

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Primeira-dama participou de evento organizado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que estimula inclusão de pessoas com deficiência no mercado

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi participar de entrega de casas populares em São Mateus, no Norte do Estado, a primeira-dama Michelle Bolsonaro cumpriu agenda em Vitória nesta sexta-feira (11).  

Ea se reuniu com a vice-governadora do Espírito Santo, Jacqueline Moraes, e com a presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Cris Samorini. O encontro aconteceu na sede do Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo (MPT-ES), em Vitória.

De acordo com a vice-governadora, Michelle foi presenteada com produtos artesanais do Espírito Santo: uma casaca (instrumento tradicional do congo), panela de barro (feito pelas paneleiras de Goiabeiras), colares feitos de escamas de peixe (feitos pelas artesãs de Anchieta).  

“As lembranças foram todas confeccionadas e feitas pelas nossas mulheres artesãs, que participam de programas de apoio feitos pela Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes)”, descreveu.

Jacqueline explicou que o encontro com a primeira-dama foi um convite vindo do MPT-ES. A Presidência da República não abriu nenhuma agenda com representantes do governo Casagrande. 

Projeto “Reconecta”

Na reunião, foram tratados detalhes e atualizações sobre o programa “Reconecta”,  do próprio MPT, que prevê a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O evento é feito todos os anos e investe na divulgação de vagas de trabalho para este público.

Segundo a vice-governadora, Michelle Bolsonaro foi conhecer um projeto pioneiro feito pelo ministério no Espírito Santo que transpôs todo o conteúdo da Constituição Brasileira para o formato de vídeo, sendo narrado em libras. 

“Ela disse que ela estava ali por causa das pessoas com deficiência e que não estava preocupada com política ou com pautas ideológicas”, relatou.

Jacqueline Moraes aproveitou a ocasião e apresentou à primeira-dama políticas públicas do governo estadual para as pessoas com deficiência, entre elas a criação de uma central de libras.

Moqueca e camarão na Enseada do Suá

A primeira-dama almoçou no restaurante Papaguth, na Enseada do Suá, em Vitória. A comitiva com nove pessoas pediu moqueca capixaba e bobó de camarão.

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Clientes que estavam no local abordaram Michelle e fizeram selfies. Ela atendeu a todos, ficando uma hora e meia no local.

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