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Internacional

Mulher da beijo em agente de trânsito para não pagar multa

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Receber uma multa é, sem dúvida, uma situação bastante desagradável. Muita gente faz de tudo para se livrar de pagar a quantia estabelecida. Um exemplo disso foi a mulher que você verá nesta história, que beijou um policial para não ter que pagar o que lhe foi cobrado.

O caso aconteceu na cidade de Lima, que fica localizada no Peru, há poucos dias e chamou atenção. No país, assim como em vários outros, está havendo toque de recolher para reduzir a disseminação do coronavírus, que provoca a Covid-19, mas nem todos têm obedecido às normas.

A mulher, que não teve identidade revelada até o momento, estava andando pela rua depois da hora do toque de recolher da cidade, o que pode causar multa. Mas ela acabou encontrando uma forma diferente de “pagar” a conta, beijando o policial que a deteve.

Um vídeo gravado por câmeras de segurança da região onde o caso ocorreu foi compartilhado nas das redes sociais e rapidamente gerou grande repercussão entre o público, que criticou a atitude do policial.

Policial recebeu dura punição pelo ato

O vice-gerente de Segurança Cidadã da cidade de Lima, Íbero Rodríguez , explicou que o policial foi identificado e destituído do cargo. A autoridade ainda afirmou que está fazendo as devidas investigações acerca do ocorrido.

A gravação foi divulgada inicialmente pelo jornal Buenos Días, Perú e posteriormente compartilhada nas redes sociais, onde recebeu milhares de compartilhamentos, além de diversos comentários negativos para os envolvidos.

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Internacional

EUA vão liberar em novembro entrada de brasileiros vacinados

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Viajantes precisarão apresentar um teste negativo para a covid-19 feito três dias antes de embarcarem

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (20) que permitirá, a partir do início de novembro, a entrada de viajantes internacionais ao país, inclusive quem chega do Brasil, China, Reino Unido e União Europeia, desde que estejam completamente vacinados contra a covid-19.

“As viagens internacionais são essenciais para conectar famílias e amigos, para abastecer pequenas e grandes empresas, para promover o intercâmbio aberto de ideias e cultura”, disse Jeff Zients, coordenador de pandemia da Casa Branca, nesta segunda-feira (20).

“É por isso que, com a ciência e a saúde pública como nosso guia, desenvolvemos um novo sistema de viagens aéreas internacionais, que aumenta a segurança dos americanos que estão no país e das viagens aéreas internacionais”, completou.

Em junho do ano passado, o governo americano havia limitado a entrada de estrangeiros de um grupo de países europeus, do Irã e da China. Viajantes totalmente vacinados também precisarão apresentar um teste negativo para o coronavírus três dias antes de embarcarem para os Estados Unidos, disse Zients.

Americanos não vacinados que estão no exterior e que querem voltar ao país terão que passar por testes mais rígidos. Eles precisarão de um teste negativo para o coronavírus um dia antes de embarcarem para os Estados Unidos e deverão ser testados novamente após a chegada.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças também emitirão em breve uma ordem direcionando às companhias aéreas, para que coletem números de telefone e endereços de e-mail de viajantes para um novo sistema de rastreamento de contatos. As autoridades acompanharão os viajantes após a chegada para perguntar se eles estão apresentando sintomas do vírus.

A ação do governo veio na véspera de uma visita do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que deveria pressionar Biden para suspender as restrições. As autoridades britânicas esperavam que o presidente americano anunciasse um relaxamento das medidas quando ele foi em junho à Cornualha, na Inglaterra, para a reunião da cúpula do G7, mas as mudanças não aconteceram.

As autoridades britânicas observam que os Estados Unidos não impuseram uma proibição semelhante aos cidadãos de países caribenhos, que apresentavam um índice maior de infecção em relação à Grã-Bretanha, ou aos turistas da Argentina, que tinha uma menor porcentagem de sua população vacinada. Cerca de 82% das pessoas na Grã-Bretanha com mais de 16 anos já tomaram as duas doses da vacina.

A União Europeia e a Grã-Bretanha permitiram que pessoas totalmente vacinadas dos Estados Unidos viajassem sem quarentena. As autoridades locais ficaram incomodadas quando os Estados Unidos não fizeram o mesmo com os europeus.

Segundo autoridades europeias, a proibição manteve famílias separadas desde março de 2020, quando o ex-presidente Donald Trump a anunciou pela primeira vez, quando o coronavírus estava em erupção em toda a Europa.  Os países europeus resistiram a uma terceira onda de infecções impulsionadas pela variante Delta.  Mas em vários países, incluindo a Grã-Bretanha, as taxas de infecção começaram a se estabilizar e até diminuíram. 

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Internacional

Presidente da Fundação Renova apresenta os avanços na reparação da Bacia do Rio Doce em Congresso IUCN

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Evento reuniu órgãos governamentais, ONGs, cientistas e representantes de povos indígenas para discussões sobre estratégias que contemplem conservação da natureza e desenvolvimento econômico

A cidade de Marselha, na França, sediou, entre os dias 3 e 10 de setembro, o Congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). O evento, que estava programado para 2020, e foi adiado devido à pandemia da Covid-19, reuniu órgãos governamentais, ONGs, cientistas e representantes de povos indígenas. O presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, participou remotamente do Congresso, que aconteceu de forma híbrida, participando de duas plenárias temáticas, no dia 7 de setembro. Clique aqui para saber mais sobre o evento.

Plenárias

As preocupações dos líderes empresariais e governamentais em relação aos desafios sobre como conciliar a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento, e o papel das instituições científicas independentes como ferramentas valiosas e eficazes para abordar questões complexas e, frequentemente, controversas foram pautas na plenária “Harnessing Independent Scientific Advice to Reconcile Conservation and Economic Development Goals”. 

Durante a discussão, Andre de Freitas e a equatoriana Yolanda Kakabadse, ex-presidente da IUCN e ex-ministra do Meio Ambiente do Equador, apresentaram a atuação do Painel do Rio Doce para tratar o processo de reparação e recuperação do rio Doce, após os impactos causados pelo rompimento da barragem de Fundão (MG). 

O presidente da Fundação Renova falou da importância dos painéis científicos independentes, destacando a transparência e visão ampliada como características importantes, e comentou sobre a flexibilidade, com relação às expectativas de atuação, a exemplo do relatório produzido sobre mudanças climáticas. “Nós, da Fundação Renova, temos um forte relacionamento com o painel, mas somos apenas um dos atores envolvidos no processo de reparação. Gostaríamos muito de ver os outros atores encampando as ações e seguindo recomendações elaboradas”, afirma. 

A segunda participação do presidente aconteceu na plenária de encerramento “Ação global para conservar água doce”, que teve como objetivo revisar as propostas que cientistas e instituições desenvolveram ao longo do Congresso para preservação da água doce. 

Andre de Freitas apresentou os avanços obtidos pela Fundação Renova em sua missão de recuperação do rio Doce. “Estamos trabalhando há cinco anos neste processo e o que podemos ver agora é que a qualidade da água do rio Doce voltou aos níveis que apresentava antes do rompimento da barragem. Esse resultado é a combinação do trabalho que fizemos para estabilização dos rejeitos com a percepção que tivemos de que o rio é um sistema dinâmico vivo: se você interrompe a fonte de contaminação, ele terá sua qualidade de volta”, afirmou.

Ele também falou sobre as ações de reconformação ambiental feitas nas áreas mais afetadas. “Nós tivemos projetos que tentaram recriar estruturas naturais do rio, estabelecendo habitats para servirem de berçários para peixes, o que contribuiu para a repovoação da sua fauna, refletindo também na qualidade da água”, explicou.

O presidente da Fundação Renova enfatizou que a falta do histórico de dados relativos à qualidade da água do rio Doce antes do rompimento da barragem é um grande dificultador do processo de reparação. “Qual foi o impacto do rompimento e qual foi o impacto que já existia e ainda existe vindo de outras fontes, como do esgoto? Porque uma grande parte do esgoto que é despejado no rio Doce e seus afluentes não é tratado nas localidades. Mas não há dados prévios de como era o quadro antes do rompimento e esses dados são essenciais”, comentou.

O Futuro do Rio Doce Somos Nós

Também participaram do Congresso da IUCN dois jovens integrantes do projeto O Futuro do Rio Doce Somos Nós, em uma plataforma de pitches em que apresentaram o projeto e reforçaram a importância da atuação da juventude no processo de reparação da bacia do rio Doce. Clique aqui e assista ao vídeo apresentado..

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