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Internacional

Mulher é presa com fita adesiva a assento após tentar abrir porta de avião nos EUA

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Uma mulher foi presa com fita adesiva (silver tape) a um assento de avião na semana passada depois de ter atacado a tripulação e tentado abrir a porta da aeronave no meio de voo nos EUA.

Um vídeo postado nas redes sociais mostrou a mulher de cabelos grisalhos com fita adesiva prateada sobre a boca, e seus braços e corpo colados ao assento, também com a ajuda do cinto de segurança.

Ela podia ser ouvida gritando “Vocês! Vocês! Vocês!” enquanto os passageiros saíam do voo 1774 da American Airlines e passavam por ela. Os comissários de bordo acenaram com a cabeça calmamente, de acordo com a filmagem postada por usuária do TikTok, que, posteriormente, foi retirada da rede.

O voo de duas horas na última terça-feira (6/7) de Dallas-Fort Worth, Texas, para Charlotte, Carolina do Norte, foi atrasado por pelo menos três horas antes de finalmente partir à meia-noite. Mas, cerca de uma hora após o início da viagem, o caos estourou, disse a usuária da rede social em vídeos descrevendo a cena agitada, segundo o “NY Post”. A conta se encontra indisponível.

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Os comissários de bordo começaram a acender as luzes por volta de 1h30m, disse ela, “e vimos todos os comissários correndo para cima e para baixo nos corredores, freneticamente sussurrando uns para os outros”.

A tripulação do avião começou a trancar banheiros, pegar sacolas do compartimento superior e não quis dizer o que estava acontecendo, contou a internauta.

Mulher é presa com fita adesiva a assento de avião nos EUA

“Era uma espécie de caos e ninguém sabia o que está acontecendo”, ela continuou.

Por fim, o piloto falou pelo interfone, pedindo às pessoas que permanecessem em seus assentos e referindo-se a “uma situação ruim no avião neste momento”.

“Então estamos gradualmente começando a ouvir mais e mais gritos”, observou ela.

Quando o avião estava prestes a pousar, uma comissária de bordo que estava sentada perto deles explicou que uma mulher “teve uma explosão e quis sair do avião. E ela estava dizendo, ‘Eu preciso sair deste avião’, e ela foi até as saídas e começou a bater nas portas, dizendo: ‘Você precisa me deixar sair deste avião!'”.

Não é possível abrir a porta de uma aeronave em pleno voo.

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A mulher, cuja identidade não foi revelada, foi levada a hospital de Charlotte para avaliação. O nome dela foi posto em lista de proibidos de voar.

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Internacional

Escola é construída em semanas a partir de impressora 3D na África

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Projetos sem fins lucrativos se juntaram para criar colégio na ilha de Madagascar que pode receber até 30 alunos

Um projeto feito na ilha de Madagascar, no continente da África, construiu a primeira escola com auxílio de uma impressora 3D no país, na cidade de Fianarantsoa.

Uma parceria entre a organização sem fins lucrativos Thinking Huts, a Ecole de Management et d’Innovation Technologique e a universidade local de Fianarantsoa busca mudar a realidade dos jovens da ilha, na África subsaariana.

Com o nome de Bougainvillea, a escola, antes da chegada das entidades, passava por uma construção que já durava sete anos. Com a ajuda desses parceiros, as paredes do colégio foram impressas em 18 horas e três semanas depois a estrutura do local estava finalizada.

O espaço, de 65 m², foi projetado para acomodar até 30 estudantes ao mesmo tempo. A escola receberá desde alunos do primário até estudantes do ensino médio.

As portas, o teto e a janela da escola foram fabricados com materiais locais, e as paredes, construídas com cimento, com auxílio da tecnologia 3D. Além disso, a estrutura do colégio tem formato de uma colmeia de abelha, simbolizando a união.

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Impressora 3D auxilia na construção das paredes do colégio

“Nós nos inspiramos na colmeia, que simboliza a reunião de pessoas para formar uma comunidade que só vai prosperar se todos trabalharem para uma missão compartilhada”, afirma Maggie Grout, empreendedora que criou a Thinking Huts. “A impressão 3D permite reduzir o desperdício e o tempo de construção”, completa.

Segundo estimativa da Unesco, para melhorar os índices educacionais em Madagascar, seria necessária a criação de cerca de 22 mil escolas no país.

Com os números atuais, uma em cada três crianças na ilha não completou sequer o primário e 97% das crianças de até 10 anos não conseguem ler uma frase com poucas sentenças.

A iniciativa pode ser uma virada de chave para melhorar o sistema educacional e afetaria positivamente outros tantos setores do país, que atualmente ocupa a 164ª posição no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com pontuação de apenas 0,528 em um índice que vai até 1.

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Internacional

Homem é enterrado vivo após beber e desmaiar durante festival na Bolívia

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Victor Alvarez, de 30 anos, conseguiu escapar do caixão, que estava a 80 km de distância da festa; linha de apuração aponta para ritual

Um jovem de 30 anos afirmou que foi enterrado vivo depois de consumir bebidas alcoólicas com um amigo e ficar bêbado durante um tradicional festival em homenagem à Mãe Terra em El Alto, na Bolívia. 

Victor Hugo Mica Alvarez conseguiu escapar do caixão em que foi colocado, em Achacachi, a cerca de 80 km de distância do local do evento.

As autoridades investigam a possibilidade de o rapaz ter sido vítima de um ritual. O caso ocorreu na última sexta-feira (5), de acordo com o jornal britânico Daily Mail. 

“Ontem à noite foi a pré-entrada [da Villa Victoria], fomos dançar, sou guia, e não lembro mais. A única coisa que lembro é que pensei que estava na minha cama e me levantei para ir ao banheiro, mas não conseguia mais me mexer. Foi quando empurrei o caixão, que tinha um vidro, que se quebrou. A terra começou a entrar pelo vidro, e então eu consegui sair. Eles me enterraram”, declarou o rapaz ao diário Página Siete, de La Paz, capital boliviana.

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O Festival Madre Tierra conta com oferendas para Pachamama, a deusa da terra e da fertilidade na cultura dos povos indígenas dos Andes Centrais. Os bolivianos indígenas acreditam que a divindade “abre a boca” em agosto. Por isso, há quem ofereça a ela desde animais até doces. Existe a suspeita na região de que anciãos ainda oferecem seres humanos em segredo.

O jovem afirmou que havia uma estrutura montada no local em que foi enterrado. Assim que escapou, ele pediu ajuda a outro rapaz, que o levou a uma delegacia de polícia. No entanto, os agentes não acreditaram na versão de Álvarez, que procurou o jornal boliviano para fazer a denúncia e pedir ajuda com a investigação.

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