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Internacional

Mulher quase perde nariz e lábio após preenchimento dar errado

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A britânica Leah Morton teve necrose depois que o produto usado no procedimento foi injetado dentro de um vaso sanguíneo 

A britânica Leah Morton, de 26 anos, quase perdeu o nariz e o lábio por causa de um preenchimento mal feito. O produto utilizado no procedimento foi injetado dentro de um vaso sanguíneo e impediu sua irrigação. O bloqueio causou necrose, ou seja, a morte de células da região. As informações são do Daily Mail.

A bancária conta que realizou o preenchimento em 29 de abril. “Não fui informada de quaisquer riscos. Simplesmente, injetaram o produto diretamente no meu nariz”, lembra.

Ela afirma que à noite, quando já estava em casa, começou a sentir muita dor e pressão no nariz. “Não dormi nada porque era muito desconfortável. No dia seguinte, quando me olhei no espelho, vi que a ponta do nariz estava totalmente branca. Ao tocá-la, percebi que também estava gelada”, descreve.

A jovem, então, resolveu mandar uma mensagem para a profissional que realizou o procedimento e perguntou se isso era normal. A mulher tranquilizou Leah, mas passou o contato de uma amiga dela, que é enfermeira, caso houvesse algum problema. 

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Leah procurou a enfermeira para tentar desfazer o preenchimento, pois tinha certeza que algo estava errado. “Eu nunca senti uma dor assim. Era uma pressão intensa nos olhos e comecei a chorar quando ela massageou meu nariz para dissolver o produto”, contou.

Ela pensou que depois de todo esse sofrimento, o problema estaria resolvido. Mas estava enganada. “Acordei no domingo de manhã com muitas bolhas brancas em volta do meu nariz, e descobri que isso era o começo de uma necrose”, afirma.

 “Fiz algumas pesquisas nas redes sociais e encontrei uma garota que havia passado por uma situação parecida. Ela me indicou uma clínica e fui imediatamente para lá”, acrescentou.

Os profissionais da instituição liberaram o vaso sanguíneo que estava obstruído, mas confirmaram a necrose e disseram que Leah precisava ir ao pronto-socorro para tratar o problema de maneira adequada.

No hospital, a bancária passou por exames. “Os médicos disseram que nunca tinham visto nada parecido e precisavam agir rápido. A ponta do meu nariz e a região próxima ao lábio superior estavam completamente brancas por causa da falta de sangue. Eu fiquei desesperada”, relata.

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A equipe recomendou a realização de oxigenoterapia hiperbárica durante 30 dias. Durante o  tratamento, o paciente é submetido à inalação de oxigênio puro em uma pressão maior que a atmosférica, dentro de uma câmara hermeticamente fechada.

Leah está afastada do trabalho e em recuperação. Embora não tenha perdido o nariz e o lábio, ela já sabe que ficará com cicatrizes no rosto. “‘Minha ansiedade está no limite e eu estou muito estressada. Nunca mais farei preenchimento no nariz”, declarou.

Daily Mail entrou em contato com o salão onde Leah realizou o procedimento, mas não obteve resposta até a publicação da reportagem.

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Internacional

Escola é construída em semanas a partir de impressora 3D na África

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Projetos sem fins lucrativos se juntaram para criar colégio na ilha de Madagascar que pode receber até 30 alunos

Um projeto feito na ilha de Madagascar, no continente da África, construiu a primeira escola com auxílio de uma impressora 3D no país, na cidade de Fianarantsoa.

Uma parceria entre a organização sem fins lucrativos Thinking Huts, a Ecole de Management et d’Innovation Technologique e a universidade local de Fianarantsoa busca mudar a realidade dos jovens da ilha, na África subsaariana.

Com o nome de Bougainvillea, a escola, antes da chegada das entidades, passava por uma construção que já durava sete anos. Com a ajuda desses parceiros, as paredes do colégio foram impressas em 18 horas e três semanas depois a estrutura do local estava finalizada.

O espaço, de 65 m², foi projetado para acomodar até 30 estudantes ao mesmo tempo. A escola receberá desde alunos do primário até estudantes do ensino médio.

As portas, o teto e a janela da escola foram fabricados com materiais locais, e as paredes, construídas com cimento, com auxílio da tecnologia 3D. Além disso, a estrutura do colégio tem formato de uma colmeia de abelha, simbolizando a união.

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Impressora 3D auxilia na construção das paredes do colégio

“Nós nos inspiramos na colmeia, que simboliza a reunião de pessoas para formar uma comunidade que só vai prosperar se todos trabalharem para uma missão compartilhada”, afirma Maggie Grout, empreendedora que criou a Thinking Huts. “A impressão 3D permite reduzir o desperdício e o tempo de construção”, completa.

Segundo estimativa da Unesco, para melhorar os índices educacionais em Madagascar, seria necessária a criação de cerca de 22 mil escolas no país.

Com os números atuais, uma em cada três crianças na ilha não completou sequer o primário e 97% das crianças de até 10 anos não conseguem ler uma frase com poucas sentenças.

A iniciativa pode ser uma virada de chave para melhorar o sistema educacional e afetaria positivamente outros tantos setores do país, que atualmente ocupa a 164ª posição no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com pontuação de apenas 0,528 em um índice que vai até 1.

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Internacional

Homem é enterrado vivo após beber e desmaiar durante festival na Bolívia

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Victor Alvarez, de 30 anos, conseguiu escapar do caixão, que estava a 80 km de distância da festa; linha de apuração aponta para ritual

Um jovem de 30 anos afirmou que foi enterrado vivo depois de consumir bebidas alcoólicas com um amigo e ficar bêbado durante um tradicional festival em homenagem à Mãe Terra em El Alto, na Bolívia. 

Victor Hugo Mica Alvarez conseguiu escapar do caixão em que foi colocado, em Achacachi, a cerca de 80 km de distância do local do evento.

As autoridades investigam a possibilidade de o rapaz ter sido vítima de um ritual. O caso ocorreu na última sexta-feira (5), de acordo com o jornal britânico Daily Mail. 

“Ontem à noite foi a pré-entrada [da Villa Victoria], fomos dançar, sou guia, e não lembro mais. A única coisa que lembro é que pensei que estava na minha cama e me levantei para ir ao banheiro, mas não conseguia mais me mexer. Foi quando empurrei o caixão, que tinha um vidro, que se quebrou. A terra começou a entrar pelo vidro, e então eu consegui sair. Eles me enterraram”, declarou o rapaz ao diário Página Siete, de La Paz, capital boliviana.

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O Festival Madre Tierra conta com oferendas para Pachamama, a deusa da terra e da fertilidade na cultura dos povos indígenas dos Andes Centrais. Os bolivianos indígenas acreditam que a divindade “abre a boca” em agosto. Por isso, há quem ofereça a ela desde animais até doces. Existe a suspeita na região de que anciãos ainda oferecem seres humanos em segredo.

O jovem afirmou que havia uma estrutura montada no local em que foi enterrado. Assim que escapou, ele pediu ajuda a outro rapaz, que o levou a uma delegacia de polícia. No entanto, os agentes não acreditaram na versão de Álvarez, que procurou o jornal boliviano para fazer a denúncia e pedir ajuda com a investigação.

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