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Internacional

Nos EUA, leite para bebês desaparece das prateleiras

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Famílias viajam a cidades próximas em busca do produto

Os Estados Unidos enfrentam escassez de leite em pó para bebês. O cenário se desenhou em virtude de problemas nas cadeias logísticas causados pela pandemia de covid-19, além de dificuldades para se encontrar mão de obra no país, comprometendo a chegada do produto às prateleiras dos supermercados.

Em fevereiro, a situação se agravou porque a Abbot Nutrition, maior fornecedora de leite nos EUA, fez um recall de mercadorias. Isso porque pelo menos quatro bebês foram hospitalizadas com infecções bacterianas, enquanto outros dois morreram depois de consumirem os produtos da marca.

Após o ocorrido, a empresa fechou sua unidade no Michigan. Dessa forma, o índice de desabastecimento de leite para bebês nos Estados Unidos chegou a quase 45% na semana passada, de acordo com o Datasembly, provedor de dados do varejo. Supermercados nos EUA chegaram a limitar a venda do produto.

“O escopo sem precedentes deste recall de fórmula infantil tem sérias consequências para bebês e pais”, disse Brian Dittmeier, diretor nacional de políticas públicas da WIC Association, em entrevista ao jornal New York Times.

Sem leite para bebês, famílias relatam caos

Ao New York Times, famílias relatam que estão formando grupos no Facebook para alertar uns aos outros sobre estoques reabastecidos e preços mais em conta. Alguns chegam a dirigir por horas e visitar até seis lojas em cidades próximas para encontrar uma lata — ou mais prateleiras vazias.

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A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, prometeu dar seguimento a um projeto de lei para garantir autoridade emergencial ao programa federal de assistência alimentar a mulheres e crianças, buscando flexibilizar as restrições sobre os tipos de leite que podem ser adquiridos.

O presidente Joe Biden classificou a escassez de leite como o problema mais urgente enfrentado por ele, e afirmou que a FDA está tomando medidas que podem ter resultados nas próximas semanas.

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Internacional

Suspeito de cometer ataque na região de Chicago estava vestido com ‘roupas femininas’, diz polícia

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Robert E. Crimo 3º disparou ao menos 70 vezes com arma comprada legalmente; atentado deixou sete mortos e 46 feridos

suspeito de cometer o ataque a tiros durante o desfile de 4 de Julho, em Highland Park, na região de Chicago, estava vestido com roupas femininas para conseguir se disfarçar durante a fuga, afirmou a polícia local nesta terça-feira (5).

Segundo o porta-voz da força tarefa de crimes do condado de Lake, Christopher Covelli, Robert E. Crimo 3º, de 22 anos, tentou se disfarçar ao máximo para não ser identificado. O suspeito possui grandes tatuagens no pescoço, além de traços próximos ao olho esquerdo.

Segundo a prefeita da cidade, Nancy Rotering, Robert comprou a arma do crime legalmente. Os 70 disparos feitos pelo suspeito deixaram sete pessoas mortas e outras 46 feridas no atentado.

Robert teria atirado de um telhado, enquanto o público que assistia o desfile de celebração à independência dos EUA estava reunido na rua. O suspeito ficou foragido por volta de dez horas até ser encontrado por autoridades em uma estrada na região de Chicago.

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Suspeito teria usado escada para subir em telhado e atirar no público que assistia o desfile

No carro de Robert, foi encontrado outro rifle, além de mais armas em sua casa. Covelli afirmou em entrevista coletiva que o suspeito estava planejando este ataque há algumas semanas.

Nas próximas horas, as autoridades dos Estados Unidos devem anunciar as acusações contra o atirador. A polícia do país ainda não determinou qual foi a motivação para o massacre durante o desfile de Highland Park.

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Internacional

Caça escolta avião de passageiros após ameaça de bomba

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Vídeo mostra F-18 sinalizando para jato comercial segui-lo. Incidente foi causado por trote de um adolescente britânico que estava a bordo. Jovem foi preso pela polícia espanhola

Um voo da easyJet indo de Londres para a ilha de Menorca, na Espanha, neste domingo (3), foi escoltado ao seu destino por um caça espanhol depois que um adolescente britânico a bordo fez uma ameaça de bomba nas redes sociais, informou a polícia nesta segunda-feira (4).

O jovem, de 18 anos, que viajava com cinco amigos, passou a noite na prisão e aguarda uma audiência no tribunal, disse um porta-voz da Guarda Civil da Espanha.

As imagens do incidente mostraram um jato F-18 voando perto das pontas das asas laranja da aeronave A-319 da companhia aérea comercial, que normalmente transporta entre 120 e 150 passageiros.

O caça é visto balançando as asas, um gesto conhecido na aviação como sinal de que o outro piloto deve segui-lo, enquanto passageiros, preocupados, podem ser ouvidos discutindo o que está acontecendo e uma mulher pergunta: “Por que ele está fazendo isso?”.

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Aviões militares geralmente interceptam uma aeronave civil quando o controle de tráfego aéreo terrestre perde contato com ela ou há uma ameaça percebida à aeronave ou aos passageiros devido a um aviso de bomba, objeto suspeito ou atividade terrorista temida.

Reportagem da Reuters informa que o voo EZY8303 da easyJet, que saiu do aeroporto de Londres Gatwick às 13h, pousou em segurança no aeroporto de Menorca, nas Ilhas Baleares, com meia hora de atraso, pouco antes das 17h, e foi escoltado para uma área de segurança.

Lá, o adolescente foi preso e, durante um período de duas horas, os passageiros foram desembarcados um a um e solicitados a identificar suas bagagens para verificação por cães farejadores e especialistas em desmonte de bombas, segundo a Guarda Civil.

Outros voos de Menorca foram interrompidos pelo incidente.

Um porta-voz da companhia confirmou que o voo foi escoltado por uma aeronave militar e houve um atraso no desembarque devido a verificações de segurança preventivas, mas não deu detalhes sobre a causa.

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“A segurança de seus passageiros e tripulantes é sempre a maior prioridade da easyJet e gostaríamos de agradecer aos passageiros pela compreensão”, disse ele.

A reportagem não fornece detalhes da ameaça feita pelo adolescente.

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