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Nova proposta de Majeski cria Lei de Incentivo ao Esporte R$ 50 milhões poderão ser investidos já em 2020

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Em menos de três meses, o deputado estadual Sergio Majeski (PSB) apresentou mais uma proposição parlamentar que pode encurtar o caminho para, finalmente, o Espírito Santo ter uma lei de incentivo ao esporte financiada com recursos do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), principal imposto controlado pelo Governo do Estado.

A nova proposta, que começou a tramitar nesta semana na Assembleia Legislativa (Ales), é o Projeto de Lei 844/2019, de autoria de Majeski, que adiciona mecanismos de incentivo ao esporte à Lei nº 7.000/2001, aquela que estabelece as regras do ICMS capixaba. Se já estiver em vigor em 2020, aproximadamente R$ 50 milhões poderão ser direcionados para atividades esportivas e paradesportivas em todos os 78 municípios do estado.

“O esporte é uma ferramenta fundamental que pode contribuir muito na formação e no desenvolvimento da vida das pessoas. Nossa proposta é criar uma fonte de financiamento permanente que favoreça o desporto, nos níveis social e de competição. Em julho a indicação que fizemos ao Governo com a proposta de criação da lei foi aprovada pela Assembleia Legislativa e em agosto recebeu parecer favorável da Procuradoria Geral do Estado. Agora apresentamos em forma de projeto de lei. A proposta tem muitos apoiadores e é uma demanda antiga. Com responsabilidade será muito importante para promover a inclusão social e a formação e manutenção dos atletas”, destaca o deputado Majeski.

O PL 844/2019 coloca em análise e discussão na Ales a inclusão de artigo na lei do ICMS, que autoriza a concessão de crédito outorgado do imposto correspondente ao valor destinado pelos respectivos contribuintes a projetos desportivos credenciados pela Secretaria de Estado de Esportes e Lazer do Estado do Espírito Santo (Sesport), observados os termos e condições previstos em regulamento de iniciativa do Poder Executivo.

As atividades poderão ser realizadas em todos os municípios capixabas. Basta o interessado aprovar o projeto com o Governo para a empresa fazer o repasse financeiro e apoiar boas iniciativas em suas cidades.

R$ 50 milhões em 2020

O montante máximo de recursos disponíveis para captação dos projetos credenciados pela Sesport será fixado em cada exercício pela Secretaria de Estado da Fazenda, ficando limitado a até 0,5% da parte estadual da arrecadação anual do ICMS relativo ao ano anterior, com a empresa contribuinte podendo direcionar, anualmente, até 3% do imposto devido aos projetos esportivos.

Como comparação, se neste ano de 2019 a arrecadação do Governo do Estado com o ICMS repetir o desempenho de 2018, que foi de R$ 10,21 bilhões segundo o Conselho Nacional de Política Fazendária, em 2020 mais de R$ 50 milhões poderão ser destinados aos projetos esportivos.

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PSG oferece três anos de contrato para Sergio Ramos

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De acordo com o “Onda Cero”, o zagueiro espanhol pode ganhar 15 milhões de euros por temporada

A renovação de Sergio Ramos com o Real Madrid ainda não foi definida. Com isso, surgem interessados no zagueiro espanhol. De acordo com o “Onda Cero”, o Paris Saint-Germain já enviou uma proposta ao jogador no valor de 15 milhões de euros por temporada e três anos de contrato.

O Real Madrid não conseguirá chegar aos valores propostos pela equipe francesa. O clube merengue segue firme na proposta oferecida de dois anos de contrato e redução salarial de 10%, algo que o zagueiro não está disposto a aceitar.

Manchester United, City e Liverpool também demonstraram interesse em Sergio Ramos. Desde 2005 no Real Madrid, o espanhol atuou em 668 partidas, marcou 100 gols e deu 40 assistências com a camisa do clube merengue.

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McGregor revela dor inédita por chutes de Poirier na panturrilha

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“Nunca senti algo assim na vida”, disse o irlandês que reconhece superioridade do rival, diz que precisa se reagrupar e cita trilogias contra o próprio Poirier ou Nate Diaz como as suas mais prováveis próximas lutas

O novo Conor McGregor vem surpreendendo a todos. Menos agressivo, mais tranquilo e respeitoso com seus rivais, o irlandês vem mostrando uma postura completamente diferente das que os fãs se acostumaram a ver ao longo de sua carreira no UFC. Na coletiva de imprensa após o UFC 257, no último sábado, o lutador reconheceu a superioridade de Dustin Poirier na luta, e atribuiu o seu nocaute à estratégia do americano de aplicar chutes na panturrilha da sua perna de apoio, o que comprometeu não só o local, como toda a sua luta.

Clima amistoso entre Poirier e McGregor — Foto: Jeff Bottari/Zuffa LLC

– É muito triste e difícil de aceitar. O topo é muito alto, e o fundo do poço é muito fundo nesse esporte. Minha perna está completamente morta. Mesmo que eu sentisse que estava defendendo os chutes, os golpes estavam entrando com vontade e ela está muito comprometida. Sinto como se tivesse uma bola de futebol dentro dela agora. É uma lesão no músculo, não é nada ósseo ou nos ligamentos. Dustin fez uma tremenda luta, executou tudo o que deveria fazer. Eu tinha na minha cabeça que eu o nocautearia, porque estava melhor que ele no clinche. Mas não deu tempo. A perna estava comprometida e eu não consegui ajustar o meu jogo. Foi isso. Parabéns para Dustin, estou feliz por ele e por eu conseguir lutar em tempos como os que estamos vivendo, e voltar para fazer a minha 11ª luta principal no UFC. Dustin mostrou muita experiência nessa luta. Ele esteve aqui mais que o dobro das vezes que eu estive. Mas estou feliz e orgulhoso por dividir o octógono com ele.

Conor McGregor reconheceu a superioridade de Dustin Poirier durante a coletiva do UFC 257 — Foto: Getty Images

McGregor revelou que já esperava que Dustin Poirier fosse usar os chutes nas pernas, porque viu o brasileiro Thiago “Pitbull” Alves, um especialista no golpe, entre os seus córneres.

– Eu já esperava que ele viesse com os chutes nas pernas, porque ele treina com Thiago Pitbull, que é um especialista nesse golpe. Quando ele acertou um dos chutes, Thiago gritou: “É isso, esse foi bom!”, e eu pensei: “Filho da p***. Foi bom mesmo.” Mas eu não vou ficar me lamentando. Aceitei a derrota como um homem, dei tudo de mim lá dentro e vou me reagrupar com certeza. Cada adversário tem um estilo diferente.

O irlandês admitiu que a dor que sentiu ao ter a perna chutada na altura da panturrilha foi algo que ele jamais havia sentido na vida.

– Eu aguentei o quanto pude. Foi algo que eu nunca vivi. Normalmente eu defenderia os chutes e ergueria a perna o máximo que pudesse. Mas em algum momento o impacto acertou alguma região na parte da frente e comprometeu muito a perna. E Dustin mostrou uma defesa muito sólida, que não me permitiu pressioná-lo. Não tenho o que dizer. Os chutes na panturrilha não foram brincadeira. Nunca senti algo assim na vida. Eu lembro de estar golpeando-o junto à grade, e também conseguia travar a sua perna quando ele chutava na linha de cintura. Meu erro foi não conseguir me ajustar ao ter a perna machucada.

Perguntado sobre quais seriam seus próximos passos, McGregor citou as possíveis trilogias contra Nate Diaz ou Dustin Poirier como as suas lutas mais prováveis, mas deixou claro que seus planos agora são descansar um pouco com a família e se recuperar antes de pensar em retornar ao octógono.

– Não tenho desculpas. Foi uma performance fenomenal de Dustin. Não sei mais o que dizer. Agora vou voltar para casa e tentar digerir essa derrota, mas não está sendo fácil. O que eu preciso fazer é me reagrupar. Catar os meus pedaços do chão e me reconstruir. Estilos fazem lutas, e há grandes estilos de lutas disponíveis. Dustin é um deles, Nate (Diaz) é outro. Nate é a escolha mais fácil, mas eu e Dustin também estamos empatados em 1 a 1. Os dois são canhotos, o que é interessante. Vamos ver o que acontece. Não é que eu não tenha as ferramentas para me ajustar. Tenho muitas armas que não usei, mas não era a minha noite. Tiro o meu chapéu para ele. Mal posso esperar para voltar para os meus filhos e curtir um pouco eles. Esse esporte é muito duro. Para ser sincero, não sei em que ponto estou agora. Estou feliz, com certeza. Desapontado, mas feliz. Vim até o Oriente Médio dar um show para as pessoas e fiz o meu melhor. As coisas não acontecem como você quer às vezes, mas tenho muitas coisas boas acontecendo comigo. Vou manter a cabeça erguida e seguir em frente.

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