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Brasil

Número de passageiros de aviões retoma crescimento em 2019

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Foram 108,3 milhões de passageiros entre janeiro e novembro de 2019, frente a 107 milhões em 2018 no mesmo período

Segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o número de passageiros de avião cresceu 1,2% em 2019, com uma tendência de recuperação do setor no próximo ano. Foram 108,3 milhões de passageiros entre janeiro e novembro de 2019, frente a 107 milhões em 2018 no mesmo período.

Os voos domésticos lideraram esse crescimento, com um aumento de 1,6% no fluxo de passageiros, com 86,4 milhões de pessoas viajando pelo país este ano, frente a 85 milhões no ano passado.

Já para viagens internacionais o fluxo se manteve estável, foram 21,9 milhões de passageiros em 2019 e o mesmo número em 2018 no período entre janeiro e novembro.

Medidas para crescer mais em 2020

O Ministério da Infraestrutura planeja uma série de medidas e investimentos na aviação regional para estimular um crescimento do setor em 2020. 

Segundo o ministro Tarcísio de Freitas, haverá esforços para ampliar a desburocratização e desregulamentação do setor, além de medidas para tentar reduzir o custo do combustível de aviação e ampliar os investimentos em aeroportos em cidades menores para expandir a malha aérea para estes locais.

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Algumas companhais aéreas também apostam em um crescimento mais acentuado no setor no próximo ano. A Azul, por exemplo, anunciou investimentos para compra de novas aeronaves e expansão de suas operações para dezenas de cidades brasileiras.

Rotas mais movimentadas

Ainda segundo dados da Anac, a tradicional ponte-aérea continua sendo a rota mais movimentada de passageiros do Brasil em 2019, com 3,6 milhões de passageiros viajando entre o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro e o aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Em segundo lugar vem a rota São Paulo-Porto Alegre, com mais de 2 milhões de passageiros, seguida pela rota São Paulo-Brasília, por onde viajaou mais de 1,8 milhão de pessoas.

Quando o assunto são viagens internacionais, a rota entre o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e o aeroporto Artur Benitez, no Chile, foi a mais movimentada e recebeu mais de 1,2 milhão de passageiros.

Buenos Aires foi a segunda rota de voo internacional mais popular no Brasil, para onde viajou 1,2 milhão de passageiros, seguida de Miami, para onde foram mais de 822 mil brasileiros.

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Brasil

Setores de petróleo e minério puxam queda da produção industrial capixaba 

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Ainda que negativo, o resultado do ES no semestre (-1,2%) foi melhor do que a média nacional, que teve retração de 2,2% no mesmo período  

A indústria geral capixaba retraiu 1,2% no primeiro semestre do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A queda foi resultado do desempenho da indústria extrativa (-12,6%), que foi impactada pela menor produção de petróleo, gás natural e minério de ferro.  

Ainda que negativo, o resultado do Espírito Santo no semestre foi melhor do que a média nacional que teve recuo de 2,2% no mesmo período. Os dados da Produção Industrial Regional (PIM-PF) foram divulgados na terça-feira (9/8) pelo IBGE e compilados pelo Observatório da Indústria da Findes. 

De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a extração de óleo no Espírito Santo recuou 30,1% no primeiro semestre deste ano, enquanto a de gás natural reduziu em 31,9%.  

A presidente da Findes, Cris Samorini, explica que a expectativa para o desempenho da indústria nacional e capixaba para os próximos meses é mais positiva.  

“Temos alguns bons indicadores que estamos acompanhando. Entre eles a criação de mais de 200 mil postos de trabalho formais na indústria nacional e de 4,8 mil apenas no nosso Estado.” 

Cris pondera ainda que caso as medidas governamentais de estímulo fiscal sejam mantidas, como a redução do IPI, isso irá contribuir para fortalecer a indústria capixaba e nacional.  

“O governo federal havia anunciado a redução do IPI, mas nesta semana fomos surpreendidos com a decisão liminar do ministro do STF Alexandre de Moraes de suspender os benefícios. Isso muito nos preocupa, uma vez que trará grande impacto na indústria nacional, afetando o ritmo de retomada da economia e, por consequência, a geração de empregos.” 

Cenário nacional 

Os ramos industriais que registraram os piores desempenhos foram: veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,4%); produtos de metal (-12,1%); produtos de borracha e de material plástico (-10,0%); e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-14,6%).

Por Siumara Gonçalves, com informações do Observatório da Indústria da Findes 

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Brasil

Petrobras reduz em R$ 0,22 o preço do diesel nas distribuidoras

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Decisão derruba de R$ 5,41 para R$ 5,19 o valor de venda do combustível a partir desta sexta-feira (12)

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (11) uma redução de 4,07% no preço do diesel A (puro) nas distribuidoras a partir de amanhã (12). Com a segunda redução em uma semana, o valor do combustível passará R$ 5,41 para 5,19 por litro, uma redução de R$ 0,22 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel vendido nos postos, a Petrobras afirma que a parcela que recebe do valor final do preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

De acordo com a estatal, a nova redução “acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

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As duas reduções no preço do combustível no período de sete dias ocorrem após um intervalo sem reajustes no preço do combustível desde o início de maio do ano passado. Com as determinações, o preço do diesel nas distribuidoras caiu 7,5% (R$ 0,42), de R$ 5,61 para R$ 5,19.

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