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Mundo Cristão

O mundo está olhando para o cristianismo evangélico como uma piada, diz Francis Chan

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Pastor alerta que muitos estão caindo na armadilha da cultura deste mundo. “Queremos ser amados e seguidos nas redes sociais por milhões de pessoas”, disse.

Enquanto muitas pessoas estão se afastando publicamente da fé cristã, os pastores encorajam os fiéis a ter encontros pessoais e mais profundos com Deus. Segundo Francis Chan, é preciso “trazer de volta  a santidade e a reverência aos cultos”. 

“Estou vendo tantas pessoas e até amigos meus que estavam no ministério, mas agora estão dizendo que não acreditam mais ou estão simplesmente indo embora”, observou.

“Tem sido uma loucura”

Durante a exposição da Palavra, no Exponential’s Reset Summit, nesta semana, Chan comentou que tem sido uma loucura ver tudo isso acontecendo. “Estamos vendo líderes que admiramos, caindo. Estamos vendo o mundo olhar para o cristianismo evangélico como uma piada absoluta”, apontou.

“Basta olhar no Instagram, todos os dias, e veremos pessoas postando: ‘Não sou mais cristão’. Não acredito que essas pessoas realmente tiveram um encontro com Deus”, citou.

“Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam só é feita de regras ensinadas por homens”.  (Isaías 29.13)

Ao citar o texto em Isaías, ele acrescenta que a fé verdadeira e duradoura não vem simplesmente de ouvir uma mensagem, mas de passar um tempo intencional e individual com Deus.

“Não fuja do seu próprio encontro com Deus”

“Temos que garantir que as pessoas se encontrem com Deus e que o temam, e não que elas apenas sigam um mandamento ensinado por nós. Cada pessoa precisa ter o seu próprio encontro com o Criador”, advertiu.

O pastor também alerta que é preciso passar um tempo de qualidade na presença de Deus, de forma sagrada e reverente, com silêncio e admiração, apenas reconhecendo sua unidade com Ele. 

“O mundo vai piorar, a perseguição vai piorar. Mas quando estamos na presença de Deus, com suficiente temor, admiração e alegria, podemos sobreviver a qualquer coisa”, disse.

O que a pandemia nos mostrou

“Acho que essa pandemia nos mostrou que temos que fazer um trabalho melhor para trazer de volta a sacralidade à nossa adoração”, especificou. Chan lembrou de um estudo recente que descobriu que 43% dos millennials afirmaram que não se importam ou não acreditam em Deus. 

Em entrevista ao The Christian Post, Michael Youssef, pastor da Igreja dos Apóstolos de 3 mil membros, em Atlanta, Geórgia, advertiu que cada vez mais pastores estão “caindo na armadilha” da cultura atual deste mundo.

“Fomos tão longe que isso só me entristece a ponto de eu literalmente, às vezes, apenas derramar lágrimas. Eu sempre acreditei que, como vai o púlpito, assim vai o banco. E, como vai o banco, assim vai a cultura”, ilustrou.

“Como pastor, coloco toda a culpa em nós mesmos, porque queremos ser amados e seguidos nas redes sociais por milhões de pessoas. Os pastores são os culpados. Precisamos ser como era Jesus”, alertou.

“Devemos assumir o comando, porque os cristãos abandonaram muitas áreas da sociedade, desde a mídia até a sala de aula. Em vez de nos retirarmos, precisamos invadir essas áreas e levar Cristo até as pessoas, sem ter medo. Estamos do lado certo. A Bíblia diz que vamos vencer”, concluiu.

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Mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus, revela pesquisa

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Uma pesquisa divulgada na quinta-feira (23) mostra que pouco mais da metade dos franceses (51%) não acredita mais em Deus. O estudo foi feito pelo instituto Ifop para a Associação dos Jornalistas de Informação para as Religiões.

“Fala-se cada vez menos de religião”, escreve o jornal católico La Croix. O distanciamento dos franceses em relação à religião não é uma surpresa, acrescenta o cotidiano.

A pesquisa mostra que a religião é muito mais presente nos meios rurais do que nas cidades. Além disso, as pessoas com menos de 35 anos ou mais de 65 são as mais ligadas à crença.

“Você acredita em Deus?” foi a pergunta feita a 1.028 pessoas, numa amostra representativa da população da França com mais de 18 anos, nos dias 24 e 25 de agosto.

Este ano, 51% dos entrevistados disseram “não”. Em 2011 e 2004, 44% responderam não acreditar em Deus. Em 1947, 66% dos franceses afirmaram crer em Deus.

A pesquisa mostra também que a pandemia da Covid-19 não interferiu significativamente na prática religiosa. Apenas 9% dos entrevistados disseram que a crise sanitária os fez aproximar de uma religião.

Outra questão levantada foi se o incêndio da catedral de Notre-Dame de Paris, em 2019, suscitou sentimentos religiosos ou de “teor espiritual” – 79% responderam que não, mas 21% falaram que sim.

A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família: 38% atualmente, contra 58% em 2009. Hoje em dia apenas 29% das pessoas falam sobre o assunto entre amigos, contra 49% em 2009.

Sobre o papa Francisco, 41% pensam que ele “defende bem” os valores do catolicismo, enquanto 44% opinam que “nem bem, nem mal”, e 15%, “mal”.

Para 54% dos interrogados, “todas as religiões são válidas”.

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Padre é preso por desviar dinheiro da igreja para orgias gays e drogas

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Ao menos 200 pessoas serão ouvidas por participarem de festas de Francesco Spagnesi, que atuava na cidade de Prato, na Itália

Um padre católico italiano, conhecido por suas brilhantes missas, foi preso na última quarta-feira (22) suspeito de roubar cerca de 117 mil euros (o equivalente a R$ 732 mil) da igreja e de doações para financiar orgias gays e compra de drogas que ele próprio organizava.

O padre Francesco Spagnesi, de 40 anos, era muito conceituado na localidade de Prato, perto de Florença, na Itália. Ele está em prisão domiciliar enquanto a polícia entrevista 200 pessoas que teriam comparecido às festas nos últimos 2 anos. A informação é do jornal britânico The Times.

A polícia italiana começou a investigar Spagnesi após, supostamente, descobrir que seu colega de apartamento importou da Holanda um litro da droga GHB para “estupro”, que pode ser usada para incapacitar vítimas de agressão sexual.

Os detetives alegam que os dois homens usaram sites de namoro online para convidar pessoas para festas onde drogas eram compartilhadas e vendidas. 

Na operação, que contou com busca e apreensão no apartamento de Spagnesi, a polícia encontrou garrafas que teriam sido adaptadas para fumar crack.

Spagnesi é um ex-estudante de medicina, que abandonou a faculdade e a trocou pelo sacerdócio aos 26 anos, dizendo que encontrou “plenitude e alegria em me colocar à disposição dos outros”.

As suspeitas começaram quando um contador da paróquia descobriu que Spagnesi havia sacado mais de 100 mil euros da conta bancária da paróquia (cerca de R$ 626 mil). Essa atividade levou o bispo local a intervir e acabar com o acesso do padre à conta. A polícia acredita que ele estava usando o dinheiro para comprar drogas.

Quando Spagnesi não conseguiu mais sacar dinheiro da conta da igreja, ele supostamente começou a pegar as doações dos fieis e a pedir recursos diretamente dos paroquianos, que  eram informados de que ele estava arrecadando dinheiro para famílias de baixa renda.

O jornal local La Nazione relata que os paroquianos tinham “grande fé em seu padre jovem, brilhante, envolvente e refinado”, mas agora iniciaram uma ação legal para pedir o ressarcimento das doações. Pelo menos duas ações judiciais por fraude chegaram ao gabinete do procurador, disse a publicação.

De acordo com o diário italiano Corriere Della Sera, Spagnesi culpou uma “recaída em cocaína” por suas ações e também revelou que é HIV positivo.

“Eu não me reconheço mais, o vício da cocaína me engoliu”, disse ele em prantos diante dos advogados. “A droga me fez trair meus paroquianos, me fez contar mentiras, me fez agir de que me envergonho. Agora sou HIV positivo”, revelou.

Spagnesi acrescentou que estava tomando medicamentos antirretrovirais, o que significava que não poderia transmitir o HIV.

Ele prometeu devolver o dinheiro e vender tudo o que possui, até mesmo sua casa, para reembolsar os paroquianos

“Peço perdão a todos”, disse ele.

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