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Medicina e Saúde

OMS: crianças com 12 anos ou mais devem usar máscaras como adultos

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Crianças de cinco anos ou menos não devem ser obrigadas a usar máscaras

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que crianças com 12 anos ou mais devem usar máscaras para ajudar a combater a pandemia de covid-19 nas mesmas condições que os adultos, enquanto crianças entre seis e 11 anos devem usá-las sob abordagem baseada em risco.

Crianças com 12 anos ou mais devem usar máscara, especialmente quando a distância de um metro de outras não pode ser garantida e há transmissão generalizada na área, afirmaram a OMS e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef),em documento no site da OMS.

O uso de máscaras por crianças entre seis e 11 anos depende de uma série de fatores, incluindo a intensidade de transmissão na área, a habilidade da criança em usar a máscara, o acesso a máscaras e a supervisão adequada de um adulto, disseram as duas organizações.

O impacto potencial na aprendizagem e no desenvolvimento psicossocial e as interações que a criança mantém com pessoas com alto risco de desenvolver doenças graves também devem desempenhar um papel na avaliação dos riscos.

Crianças de cinco anos ou menos não devem ser obrigadas a usar máscaras com base na segurança e no interesse geral da criança, acrescentaram a OMS e o Unicef.

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Medicina e Saúde

ES tem quase 2 mil novos casos de covid-19 em 24 horas; total de mortos chega perto de 4,3 mil

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Mais 17 mortes em decorrência da doença foram contabilizadas entre esta segunda e terça-feira no estado

Quase 2 mil novos casos do novo coronavírus foram registrados no Espírito Santo em 24 horas. De acordo com informações do Painel Covid-19, atualizadas na tarde desta terça-feira (1), nesse período foram confirmados mais 1.972 casos da doença no estado, elevando o total de infectados, desde o início da pandemia, para 191.973.

Além disso, mais 17 mortes em decorrência da doença foram contabilizadas entre esta segunda e terça-feira. Com isso, o total de óbitos causados pelo coronavírus no Espírito Santo chegou a 4.296. Por outro lado, 177.237 pessoas já conseguiram vencer a covid-19 no estado.

O painel aponta ainda que Vila Velha, município capixaba com o maior número de pessoas infectadas pela doença, chegou a 28.076 casos registrados. A Serra continua na segunda colocação do ranking, com 24.688 registros. A capital Vitória, por sua vez, já contabilizou 24.294 casos, ocupando a terceira posição.

Vila Velha também é o município com o maior número de óbitos por covid-19 registrado até o momento no Espírito Santo: 603. Logo em seguida, aparece a Serra, com 593. Na terceira colocação, está Cariacica, com 535 registros. Já Vitória contabilizou, até o momento, 515 mortos pela covid-19.

Ainda segundo o painel, Jardim Camburi, na capital, continua sendo o bairro capixaba com o maior número de casos confirmados da doença. Ao todo, 3.612 pessoas já foram infectadas na região. Praia da Costa, em Vila Velha, é o segundo bairro, com 3.193 casos.

 

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Medicina e Saúde

Dezembro Laranja alerta para casos de câncer de pele no Espírito Santo

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A campanha nacional busca alertar a população dos fatores de risco e chama atenção para a importância do diagnóstico precoce da doença e das medidas de prevenção

O último mês do ano tem uma bandeira: e é laranja. Inspirado na cor do sol, o Dezembro Laranja é o mês da conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer da pele, que, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é o tipo mais frequente no Brasil. 

A campanha tem como principais objetivos proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, contribuir para a redução da mortalidade e alertar a população em geral dos fatores de risco da doença. No Espírito Santo, até o final deste ano, são previstos mais de 1400 novos casos de câncer da pele, de acordo com o Inca.

A dermatologista da Medquimheo, Mary Lane Nemer, explica que o tipo mais comum da doença – o câncer da pele não melanoma – tem letalidade baixa, porém preocupa devido sua alta incidência no país. A especialista também ressalta que quanto mais cedo o diagnóstico, maior a possibilidade de cura da doença. “As pessoas precisam, além de usar filtro solar todos os dias, ficar atentas quanto a sinais ou pintas que mudam de forma ou cor, feridas que não cicatrizam em até 4 semanas e a manchas que coçam ou sangram, que estão entre os principais sintomas desse tipo de câncer”, alerta a médica.

Formas de prevenção e fatores de risco

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores na pele. Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva, as pessoas de todos os fototipos devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol.

A dermatologista também explica que os fototipos I e II são os que apresentam maior risco de desenvolverem a doença. “Os grupos de maior risco para o câncer da pele são as pessoas de pele clara com sardas, cabelos claros ou ruivos e olhos claros. Além disso, é importante destacar que as que possuem histórico familiar da doença e muitas pintas, devem ter cuidados redobrados”, explica a especialista.

Atenção para o bronzeamento artificial

A dermatologista traz um alerta para uma prática cada vez mais comum em nosso estado: o bronzeamento artificial. Isso porque, as câmaras de bronzeamento artificial trazem riscos comprovados à saúde e foram reclassificadas como agentes cancerígenos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no mesmo patamar do cigarro e do sol. Vale ressaltar que essa prática antes dos 35 anos de idade aumenta em 75% o risco de câncer da pele, além de acelerar o envelhecimento precoce.

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