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Segurança

Operação Sentinela é realizada pela PM em Mantenópolis

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Na manhã desta quarta-feira (02), foi realizada a oitava fase da Operação Sentinela. A ação resultou na condução de quatro pessoas, além da apreensão de sete armas de fogo, diversas munições e mais de R$ 3.000,00 em dinheiro.

Com objetivo de retirar da sociedade os infratores, a Operação Sentinela tem intensificado a presença policial em áreas críticas da circunscrição do 11º BPM, coibindo o tráfico e demais crimes em potencial.

No desdobramento da oitava fase da operação, os policiais pertencentes ao 11º BPM realizaram o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão no município de Mantenópolis. E, durante o procedimento, foram apreendidos sete armamentos, 347 munições de diversos calibres, R$ 3.300,00 em dinheiro e quatro pessoas detidas.

Após a constatação das irregularidades todos os suspeitos foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil de Mantenópolis, juntamente com os materiais apreendidos.

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Segurança

Advogado suspeito de tráfico de drogas foge após ter casa cercada em Vitória

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O cerco dos policiais durou cerca de 5 horas na casa que fica no bairro Fradinhos. Hugo Nunes defendia advogada condenada a 33 anos de prisão por levar drogas para presídio

O advogado Hugo Miguel Nunes, de 37 anos, teve a casa cercada por policiais civis durante uma ação para cumprimento de um mandado de prisão preventiva na noite da última quinta-feira (16) no bairro Fradinhos, em Vitória.

De acordo com o mandado, o advogado é investigado por tráfico de drogas pela Justiça de Minas Gerais. O processo corre em segredo de Justiça na Vara Única da Comarca de Divino. 

A equipe da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Guarapari, que também investigava o advogado, foi acionada pela polícia de Minas para que realizasse a prisão. Agentes cercaram a casa onde Hugo Nunes estava morando em Fradinhos após receberem a informação de que ele estaria no local.

Membros da Comissão de Prerrogativas da Ordem de Advogados do Brasil no Espírito Santo (OAB-ES) também acompanharam a ação.

“Tentamos de tudo. Não houve tempo hábil para realizar o cerco. Nós chegamos após às 18h e a família não autorizou a nossa entrada. Acreditamos que ele fugiu pouco tempo antes da nossa chegada”, explicou o delegado Guilherme Eugênio, titular da Denarc de Guarapari.

De acordo com a lei, o policial que estiver cumprindo mandado de prisão durante a noite deve intimar o morador para que a entrada seja autorizada. Caso o morador não autorize, o policial pode entrar à força somente ao amanhecer.

Ainda segundo o delegado, a família autorizou a entrada pouco depois das 23h, no entanto, o advogado não foi localizado dentro da casa.

Foragido defendia advogada condenada a 33 anos de prisão

Consta no site do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) que Hugo era advogado de Márcia Borlini Marin Sanches, condenada a 33 anos de prisão por levar drogas para dentro de presídios do Estado.

Ainda durante a noite da última quinta-feira (16), o Folha Vitória tentou contato com o advogado para conseguir um posicionamento a respeito da condenação de Márcia, mas as ligações não foram atendidas.

A sentença que condenou Marcia Borlini Marim Sanches e Joyce da Silva Boroto foi assinada pelo juiz Eliezer Mattos Scherrer Junior, da 1ª Vara Criminal de Guarapari.

Advogada Márcia Borlini foi condenada a 33 anos de prisão

Além das advogadas, outras cinco pessoas envolvidas no esquema foram condenadas, mas com penas menores. Entre elas, está Rogério Alvarenga Carvalho Silva, namorado de Márcia e apontado como um dos líderes do tráfico da região de Nova Brasília, em Cariacica.

Os condenados foram investigados pela Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Guarapari durante a operação “Vade Mecum”, deflagrada em setembro do ano passado.

O objetivo foi desmantelar uma organização criminosa suspeita de vender drogas para internos do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarapari.

As investigações começaram após um inspetor penitenciário do CDP de Guarapari denunciar que havia recebido propina de Joyce para levar drogas para dentro do presídio e entregá-las a Rogério, que faria a distribuição entre os demais detentos.

O inspetor passou a atuar como agente infiltrado, dentro do presídio, e ajudou a polícia a flagrar o tráfico de drogas no local.

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Segurança

Advogadas são condenadas a 33 anos de prisão por levar drogas para dentro de presídios do ES

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Além das advogadas, outras cinco pessoas envolvidas no esquema foram condenadas. Elas foram investigadas na operação “Vade Mecum”, da PCES

Duas advogadas foram condenadas pela Justiça a 33 anos e 8 meses de prisão por levarem drogas para presídios do Espírito Santo. A sentença que condenou Marcia Borlini Marim Sanches e Joyce da Silva Boroto foi assinada pelo juiz Eliezer Mattos Scherrer Junior, da 1ª Vara Criminal de Guarapari. 

Além das advogadas, outras cinco pessoas envolvidas no esquema foram condenadas, mas com penas menores. Entre elas, está Rogério Alvarenga Carvalho Silva, namorado de Márcia e apontado como um dos líderes do tráfico da região de Nova Brasília, em Cariacica.

Os condenados foram investigados pela Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Guarapari, durante a operação “Vade Mecum”, deflagrada em setembro do ano passado

O objetivo foi desmantelar uma organização criminosa suspeita de vender drogas para internos do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarapari.

As investigações começaram após um inspetor penitenciário do CDP de Guarapari denunciar que havia recebido propina de Joyce para levar drogas para dentro do presídio e entregá-las a Rogério, que faria a distribuição entre os demais detentos. 

O inspetor passou a atuar como agente infiltrado, dentro do presídio, e ajudou a polícia a flagrar o tráfico de drogas no local.

Venda de drogas no presídio de Viana

De acordo com a sentença, Rogério iniciou um relacionamento amoroso com Márcia na época em que ele estava preso no Centro de Detenção Provisória de Viana. Até então, Márcia trabalhava como advogada de Rogério.

“Ao que tudo indica, Márcia desde este período já se movimentava para o acesso às dependências do referido estabelecimento penal para a inserção de drogas e redistribuição por parte de Rogério”, relata um trecho da sentença.

Ainda segundo as investigações, para viabilizar o tráfico de drogas dentro do presídio de Viana, o casal contava com a ajuda de um inspetor penitenciário, que também foi condenado na ação.

Em abril de 2020, Rogério foi transferido para o Centro de Detenção Provisória de Guarapari, o que teria o desagradado. Para tentar retornar ao presídio de Viana, ele chegou a alegar, por intermédio de Márcia, que havia sido torturado no CDP de Guarapari, mas constatou-se que as informações eram falsas.

Joyce é chamada para continuidade do esquema em Guarapari

Segundo a sentença, a fim de manter o esquema de tráfico de drogas ativo também na penitenciária de Guarapari, Márcia precisou captar uma intermediária, para que “evitasse contato direto com os funcionários do novo estabelecimento penal, já que, como por ela alegado, Rogério era muito ciumento, tanto que não permitia que ela sequer sorrisse para outros homens”.

Diante disso, Márcia teria recrutado sua amiga e também advogada Joyce. De acordo com a sentença, Joyce iniciou um relacionamento com um inspetor penitenciário da unidade para tentar persuadi-lo e realizar as entregas para Rogério.

No entanto, o inspetor não aceitou a proposta e denunciou o esquema à direção do presídio, que acionou a polícia. Após negar a participação no esquema, o inspetor teria sido ameaçado por Joyce para que aceitasse a proposta.

A partir da denúncia recebida, a Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Guarapari iniciou a investigação. Ainda segundo a sentença, mediante autorização judicial, o inspetor tornou-se agente infiltrado, “‘participando’ das negociações com o objetivo de aguardar o melhor momento para o desmantelamento da associação e demais crimes que permeavam a situação”.

O flagrante dentro do presídio de Guarapari aconteceu no dia 10 de agosto de 2020. Segundo as investigações, Márcia conseguiu a droga com comparsas de Rogério, que estavam soltos, e a entregou para Joyce, que ficou encarregada de entrar na penitenciária com o material.

A advogada, segundo a polícia, deixou a droga dentro do banheiro da unidade prisional, para que o inspetor infiltrado a recolhesse e repassasse para outro interno, que finalmente a entregaria para Rogério.

De acordo com a sentença, o material chegou a ser distribuído para outros presos. No entanto, toda a ação era monitorada pela direção do presídio e pela Polícia Civil, que agiu naquele momento. 

Quando os policiais chegaram à cela, encontraram pouca droga, pois a maior parte já havia sido redistribuída, e o que sobrou foi jogada no vaso e dado descarga. 

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