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Medicina e Saúde

Outubro Rosa: hospitais da rede estadual promovem ações de conscientização ao câncer de mama

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Criado no início da década de 1990, o Movimento Outubro Rosa tem como objetivos compartilhar informações e promover ações que conscientizem as pessoas para a prevenção e o controle do câncer de mama. E, ao longo de todo o mês de outubro, hospitais da rede estadual do Espírito Santo vêm promovendo ações com intuito de alertar os profissionais e usuários sobre a doença.

No Hospital Estadual Dório Silva, na Serra, o Serviço de Higienização e Rouparia da unidade elaborou um mural em um dos corredores principais e providenciou camisas para uso da equipe durante o mês de outubro.

“Com uma equipe constituída em sua maior parte por mulheres, o Serviço de Higienização e Rouparia demonstra, por meio da ação, ter consciência da importância do tema, enfatizando a prática do autoexame como fundamental para o diagnóstico precoce”, destacou a diretora administrativa do Dório Silva, Eliane Maria Bada. 

No Hospital Estadual de Urgência e Emergência “São Lucas” (HEUE), unidade gerenciada pela Pró-Saúde, em Vitória, acontecerá, nesta quinta-feira (08) e no próximo dia 28, no auditório da instituição, palestras com o tema “Saúde da Mulher”, além da entrega de laços rosas, cor que representa o movimento, por profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT).

O encontro faz parte do programa Qualidade de Vida do Colaborador, desenvolvido no HEUE desde 2016, com a finalidade de estimular práticas saudáveis entre os profissionais, por meio de encontros que abordam temas relacionados aos cuidados com a saúde.   

“O Outubro Rosa é uma das alternativas que alertam as mulheres sobre importância do acompanhamento periódico e também da realização do autoexame. No HEUE, a proposta de realizar esses encontros é de orientar e sensibilizar os nossos usuários e profissionais sobre saúde e autocuidado”, disse Paulo Czrnhak, diretor Hospitalar do Hospital Estadual de Urgência e Emergência “São Lucas”.

No Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra, a equipe multidisciplinar preparou um mural próximo à recepção principal com informações sobre o câncer de mama. Na próxima semana, acontecerá a entrega de laços rosas e de materiais sobre a importância do autoexame aos profissionais e colaboradores da unidade.

Já o Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba), em Vila Velha, administrado pelo Instituto Gnosis, teve a sua recepção social e a do Ambulatório decoradas, além de um mural informativo em uma das entradas. A ação foi promovida pelo Grupo de Trabalho de Humanização e colaboradores do Ambulatório.

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Medicina e Saúde

Vacinados contra a covid-19 no ES não tiveram efeitos colaterais, diz subsecretário de Saúde

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Ele destacou que o Espírito Santo vive uma estabilidade tanto na taxa de contágio quanto na ocupação de leitos de UTI há algumas semanas

Mais de 5 mil capixabas já foram imunizados contra o novo coronavírus. As primeiras 101 mil doses da vacina CoronaVac chegaram ao Espírito Santo na segunda-feira (18) e começaram a ser distribuídas para os municípios na terça (19). Segundo subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, o balanço desta primeira etapa, até o momento, é positiva.

Reblin relatou que ainda não foi registrada nenhuma situação de efeito colateral com a vacina, que está sendo aplicada, prioritariamente, em idosos que vivem em asilos, profissionais da área da saúde que trabalham diretamente com pacientes infectados e em indígenas aldeados. “Tudo tem transcorrido de forma absolutamente tranquila em todas as cidades do Estado. Segundo nossos registros, até o início da tarde de quinta, tínhamos um pouco mais de 5 mil pessoas vacinadas”, contabiliza.

Ele acredita que, com a liberação de um sistema online de registro feito pelo Ministério da Saúde, esse número pode ser maior já que atualmente a contabilidade é manual e naturalmente demora a atualização mais frequente.

O subsecret´ário vê com esperança a chegada de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, vindas da Índia, e que devem ser entregues ainda nesta sexta-feira no Brasil. Ele afirma que o diálogo com o Ministério da Saúde é constante. “As vacinas vindas da Índia irão para a Fiocruz e serão distribuídas para os Estados. Nós estamos aguardando qual será a quantidade destinada a cada Estado e quais os grupos que serão definidos para receber esta vacina”, informou, lembrando que o Ministério pode ser que modifique o público-alvo das vacinas nessa fase. 

O Espírito Santo, no momento, vive um quadro de estabilidade em relação à pandemia de covid-19. Com uma ocupação de leitos de UTI em 77%, o subsecretário acredita que não haverá mudança significativa no mapa de risco a ser apresentado no final da tarde desta sexta. “Nós temos alguma estabilidade nas internações há algumas semanas e continuamos monitorando, diariamente, esta situação. Se houver necessidade de ampliarmos os leitos de UTI, nós faremos essa ampliação para que a nossa taxa de ocupação não ultrapasse a faixa de 80%”, afirmou.

Pacientes de Manaus

Os 36 pacientes vindos de Manaus (AM) chegaram na noite de ontem ao Espírito Santo. Eles tiveram que ser transferidos a vários Estados devido ao sistema de saúde colapsado do Amazonas e da crise da falta de oxigênio. “Infelizmente, em Manaus, pacientes em enfermaria já precisavam de um cuidado mais intensivo. Eles foram avaliados ao chegar aqui. Alguns foram para UTI, foram entubados pois o quadro assim o exigia e outros permaneceram em leitos de enfermaria”, finalizou.

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Medicina e Saúde

Vacina contra a Covid-19 é aplicada em mais de 5 mil pessoas no Estado

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A primeira dose da vacina contra o novo Coronavírus (Covid-19) já foi aplicada em 5.110 pessoas no Espírito Santo. Os dados são do Programa Estadual de Imunizações, da Secretaria da Saúde (Sesa), referentes às vacinas aplicadas até as 15h desta quinta-feira (21). As doses da CoronaVac, do Instituto Butantan, começaram a ser distribuídas pela Secretaria da Saúde na terça-feira (19), para atender ao público-alvo definido pelo Plano Nacional de Vacinação (PNI) na primeira etapa da fase 1 da campanha de vacinação.

Os municípios da Região Metropolitana de Saúde realizaram, até o momento, a imunização de 1.223 pessoas; nos municípios da Região Sul foram 2.475; nos municípios da Região Central foram 644 vacinados; e os municípios da região Norte totalizaram 768 pessoas imunizadas.

A vacinação ocorrerá em duas doses, com um intervalo de tempo de quatro semanas. Para a aplicação da segunda dose, a Secretaria da Saúde realizará uma nova distribuição às Regionais, o que deve ocorrer na segunda semana do mês de fevereiro. 

Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19

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Para a primeira etapa da fase 1, a imunização se dará pelos trabalhadores da saúde (42.273); pessoas maiores de 60 anos residentes em instituições de longa permanência (2.970); pessoas maiores de 18 anos com deficiência residentes em Residências Inclusivas (210) e indígenas aldeados (2.793), em conformidade com os cenários de disponibilidade da vacina. O público idoso acima dos 75 anos não institucionalizados (155.760 capixabas) será contemplado com a disponibilidade de mais imunizantes, na segunda etapa da fase 1.

Ainda segundo determinações do Ministério da Saúde, a população-alvo da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 foi priorizada seguindo os critérios de exposição à infecção, além de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença. O escalonamento desses grupos populacionais para vacinação se dará conforme a disponibilidade das doses de vacina.

Em relação à imunização dos profissionais da saúde, os critérios utilizados, segundo a Resolução CIB N° 007/2021, leva-se em consideração: os profissionais vacinadores; os das Instituições de Longa Permanência para Idosos; os trabalhadores de Unidades de Terapia Intensiva Covid-19, dos hospitais referências; trabalhadores da Urgência e Emergência; enfermaria dos hospitais Covid-19; e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU); profissionais da sala vermelha de Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs e PAs); e profissionais dos Centros de Referência para a Covid-19, na Atenção Básica.

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