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Internacional

Países da América Latina começam a vacinar população contra covid-19

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México já aplicou a primeira dose da vacina em enfermeira e Chile planeja começar a vacinar profissionais da saúde ainda hoje

Países da América Latina começam a vacinar suas populações contra a covid-19. O México saiu na frente e aplicou a primeira dose  na manhã desta quinta-feira (24). 

A cidadã de um país latino-americano a receber uma vacina contra o novo coronavírus foi a enfermeira María Irene Ramírez de 59 anos, que chefia a unidade de terapia intensiva de um hospital na Cidade do México. O momento histórico foi acompanhado ao vivo pela imprensa.

“Estou um pouco nervosa, mas muito feliz. A verdade é que é o melhor presente que pude receber em 2020. Me dá segurança para continuar liderando esta guerra contra um inimigo invisível”, disse a mexicana.

O Chile recebe o primeiro lote de vacinas ainda na véspera de Natal e planeja começar imediatamente a imunização de profissionais da saúde.

As 10 mil doses que chegarão ao país nas próximas horas começarão a ser inoculadas, ainda hoje, em médicos e enfermeiros que atuam nas regiões mais afetadas pela pandemia no país.

Na próxima semana, um novo lote com 10 mil doses chegará ao país. O governo chileno já reservou 10 milhões de doses para proteger a população da covid-19.

Próximo da fila

A Argentina é outro país da região que está adiantada para iniciar a campanha de vacinação nos próximos dias. Na quarta-feira (23), as autoridades de saúde autorizaram o uso emergencial das vacinas da Pifzer e da russa Sputnik V. 

O país recebeu 300 mil doses do imunizantes vindas diretamente de Moscou. O  ministro da Saúde, Gines González García, garantiu que o país inteiro receberá a vacina e a aplicação será gratuita. O governo argentino planeja começar as aplicações na próxima segunda-feira (28).

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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Internacional

Morre o príncipe Philip, militar que se adaptou ao papel de coadjuvante da rainha da Inglaterra

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Morte aos 99 anos foi anunciada nesta sexta ‘com muito pesar’ pelo Palácio de Buckingham; ele e Elizabeth II, de 94, estavam casados havia 74 anos

Como consorte real, era incumbência do príncipe Philip acompanhar sua cônjuge, a rainha Elizabeth II, em suas tarefas como soberana: visitas oficiais a outros países, jantares e recepções de Estado, discursos de abertura do Parlamento, cerimônias e ritos honoríficos. 

Philip, que morreu nesta sexta-feira aos 99 anos, costumava ser discreto sobre o que pensava dessas atribuições. Embora tenha dito que, se pudesse escolher a qual profissão se dedicar, “preferiria ter continuado na Marinha, francamente”, afirmou também, na mesma entrevista ao Independent em 1992, que “tentou tirar o melhor” da vida como coadjuvante no casamento de 74 anos.

Sua morte foi anunciada por volta de meio-dia, horário de Londres (8h no Brasil), em um comunicado emitido pelo Palácio de Buckingham: “É com muito pesar que Sua Majestade, a rainha Elizabeth II, anuncia a morte de seu querido marido, Sua Alteza Real, o príncipe Philip, duque de Edinburgo”, disse o palácio em um comunicado. “[Philip] morreu tranquilamente nesta manhã no Palácio de Windsor. Anúncios subsequentes serão feitos em seu devido tempo. A família real se une ao povo ao redor do mundo no luto por sua perda.”

A morte de Philip não altera a linha de sucessão ao trono britânico, encabeçada pelo seu filho mais velho com a rainha, o príncipe Charles, de 72 anos, seguido do filho mais velho de Charles com a princesa Diana, o príncipe William, de 38. A saúde do duque de Edinburgo estava em declínio havia dois anos, quando ele teve que parar de dirigir depois de um acidente sem gravidade. Em março deste ano, ele foi operado do coração.

Philip e Elizabeth, de 94 anos, estavam casados desde 1947, cinco anos antes de ela ser alçada ao trono, com a morte do pai, o rei George VI. Tempo para se acostumar a ela não lhe faltou: desde então o duque de Edinburgo tornou-se o mais longevo consorte e o homem mais velho da História da monarquia britânica.

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