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Internacional

Papa emérito Bento XVI está gravemente doente, revela biógrafo

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Antigo pontífice, de 93 anos, está com infecção de herpes zoster no rosto e quase sem voz. Quadro é delicado, mas pode melhorar nos próximos dias

O papa emérito Bento XVI está gravemente doente por causa de uma infecção de herpes zoster no rosto, que o acomete desde a visita ao irmão Georg Ratzinger, que morreu em 1º de julho, segundo publicou nesta segunda-feira (3) o jornal alemão Passauer Neue Presse.

O veículo credita à informação ao biógrafo do antecessor do papa Francisco. Segundo Peter Seewald, o estado de saúde do antigo líder da Igreja Católica é extremamente delicado, embora haja otimismo sobre uma melhora nos próximos dias.

Segundo o biógrafo, o papa emérito, que tem 93 anos, se mantém lúcido, embora a voz sem quase imperceptível.

O antigo pontífice viajou no fim de junho do Vaticano para Regensburg, na Alemanha, acompanhado de um assistente pessoal, um médico e uma enfermeira, além de outras pessoas que o acompanham quase diariamente na residência em que vive.

A viagem do papa emérito acabou de tornando o último encontro com o irmão, que morreu poucos dias depois.

Seewald ainda revelou que o testamento espiritual de Bento XVI já foi redigido e será tornado público depois da morte do religioso.

Um dos pontos já revelados sobre os desejos de Joseph Ratzinger, é que ele gostaria de ser sepultado ao lado de João Paulo II, cujo corpo está em uma capela lateral da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

A biografia escrita por Seewald sobre o papa emérito é considerada a mais detalhada entre outras que foram publicadas, estando na terceira edição, após nova tiragem distribuída neste ano.

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Internacional

OMS aponta que variante Ômicron representa risco global muito alto

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Nova cepa tem grande número de mutações, o que pode representar mais chances de escape das vacinas

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou, nesta segunda-feira, 29, que o risco global relacionado à variante Ômicron do coronavírus é “muito alto”, dadas as possibilidades de que a cepa escape à proteção das vacinas disponíveis e tenha “vantagens” na transmissibilidade.

“Dependendo dessas características, pode haver surtos futuros de Covid-19, que podem ter consequências graves, dependendo de uma série de fatores, incluindo os lugares onde esses picos podem ocorrer”, explicou a entidade, em relatório técnico.

A OMS ressaltou que a cepa, caracterizada como “variante de preocupação” na sexta-feira, tem até 36 mutações na proteína S (“spike” ou espícula), usada pelo vírus como veículo de ligação com as células humanas.

Segundo a Organização, essa característica é “preocupante” porque tem potencial de reduzir a eficácia dos imunizantes. Porém, ainda há incertezas em relação à efetividade das vacinas, o nível de transmissibilidade da variante e a capacidade dela de causar casos graves da Covid-19.

A OMS exorta a comunidade internacional a acelerar a campanha de vacinação, especialmente entre os grupos mais vulneráveis, e preparem os sistemas de saúde.

“O uso de máscaras, distanciamento físico, ventilação do espaço interno, prevenção de multidão e higiene das mãos continuam fundamentais para reduzir a transmissão do SARS CoV-2, mesmo com o surgimento da variante Ômicron”, reitera a OMS.

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Internacional

Estados Unidos avaliam que ainda é cedo para considerar lockdowns

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Especialista em doenças infecciosas, Anthony Fauci diz que autoridades se preparam para lutar contra a variante Ômicron

Os americanos devem estar preparados para lutar contra a propagação da Ômicron, nova variante de Covid-19, mas é muito cedo para dizer quais ações são necessárias, incluindo possíveis lockdowns, disse neste domingo (28) o doutor Anthony Fauci, principal especialista em doenças infecciosas do país.

Os Estados Unidos devem fazer “tudo e qualquer coisa” em meio aos prováveis ​​casos da variante, mas é “muito cedo para dizer” se novos lockdowns serão necessários, disse Fauci à ABC News. “A intenção é estar preparado para fazer tudo e qualquer coisa”, acrescentou.

A Ômicron, descoberta na África do Sul e anunciada nos últimos dias, tem sido detectada em um número crescente de países.

Em entrevista à NBC News, neste sábado (27), Fauci disse que era possível que ela já estivesse nos Estados Unidos, embora nenhum caso oficial tenha sido confirmado.

Autoridades de saúde dos EUA falarão novamente com seus colegas sul-africanos sobre a variante neste domingo (28), afirmou Fauci ao programa This Week, da ABC News, em uma entrevista separada.

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