conecte-se conosco


Internacional

Papa emérito Bento XVI está gravemente doente, revela biógrafo

Publicado

Antigo pontífice, de 93 anos, está com infecção de herpes zoster no rosto e quase sem voz. Quadro é delicado, mas pode melhorar nos próximos dias

O papa emérito Bento XVI está gravemente doente por causa de uma infecção de herpes zoster no rosto, que o acomete desde a visita ao irmão Georg Ratzinger, que morreu em 1º de julho, segundo publicou nesta segunda-feira (3) o jornal alemão Passauer Neue Presse.

O veículo credita à informação ao biógrafo do antecessor do papa Francisco. Segundo Peter Seewald, o estado de saúde do antigo líder da Igreja Católica é extremamente delicado, embora haja otimismo sobre uma melhora nos próximos dias.

Segundo o biógrafo, o papa emérito, que tem 93 anos, se mantém lúcido, embora a voz sem quase imperceptível.

O antigo pontífice viajou no fim de junho do Vaticano para Regensburg, na Alemanha, acompanhado de um assistente pessoal, um médico e uma enfermeira, além de outras pessoas que o acompanham quase diariamente na residência em que vive.

A viagem do papa emérito acabou de tornando o último encontro com o irmão, que morreu poucos dias depois.

Seewald ainda revelou que o testamento espiritual de Bento XVI já foi redigido e será tornado público depois da morte do religioso.

Um dos pontos já revelados sobre os desejos de Joseph Ratzinger, é que ele gostaria de ser sepultado ao lado de João Paulo II, cujo corpo está em uma capela lateral da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

A biografia escrita por Seewald sobre o papa emérito é considerada a mais detalhada entre outras que foram publicadas, estando na terceira edição, após nova tiragem distribuída neste ano.

Leia mais:  Ministra de Tóquio-2020 afirma que coronavírus pode adiar Olimpíadas
publicidade

Internacional

Itália bloqueia usuários do TikTok após morte de criança durante desafio

Publicado

O órgão de fiscalização italiano ordenou, na sexta-feira (22), que o aplicativo de vídeo chinês TikTok bloqueie as contas de todos os usuários do país cuja idade não fosse verificada. A ordem foi emitida após a morte de uma menina de 10 anos, moradora de Palermo na Sicília, por asfixia, enquanto realizava um desafio proposto no aplicativo.

O desafio consiste em colocar um cinto em volta do pescoço e prender a respiração.

Em um comunicado, o órgão disse que embora a TikTok tenha se comprometido a proibir o registro de crianças menores de 13 anos, era fácil contornar essa regra.

Como resultado, ele disse que a TikTok teve que bloquear contas de usuários não verificadas até pelo menos 15 de fevereiro, à espera de mais informações.

Uma porta-voz da TikTok na Itália disse que a empresa estava analisando a comunicação recebida da autoridade.

“Privacidade e segurança são prioridades absolutas para a TikTok e estamos constantemente trabalhando para fortalecer nossas políticas, nossos processos e nossas tecnologias para proteger nossa comunidade e os usuários mais jovens em particular”, o aplicativo informou por e-mail.

Propriedade da ByteDance da China, a popularidade do TikTok tem crescido rapidamente em todo o mundo, principalmente entre os adolescentes.

“TikTok era o mundo dela. E o YouTube. É assim que ela passava o tempo”, disse o pai da menina, Angelo Sicomero, ao jornal Corriere della Sera de sábado.

Investigação

Os promotores abriram uma investigação sobre uma possível incitação ao suicídio e estão procurando alguém que tenha convidado a garota para participar do desafio.

“O órgão de fiscalização decidiu intervir com urgência após o terrível caso da menina de 10 anos de Palermo”, disseram as autoridades.

Ele disse que o TikTok foi proibido de “processar dados do usuário para os quais não há certeza absoluta de idade e, consequentemente, de conformidade com as disposições relacionadas ao requisito de idade”.
Um funcionário disse que isso significa que os usuários de contas não verificadas não poderão mais enviar vídeos ou interagir com outras pessoas na plataforma.

A fiscalização disse que levantou outros casos preocupantes relacionados ao TikTok em dezembro sobre o que chamou de uma série de violações, incluindo alegações de que a empresa não protegeu menores.

Leia mais:  Revelação de ex-conselheiro aumenta pressão contra Trump no Senado
Continue lendo

Internacional

Após vencerem eleições, agora democratas ficam contra lockdown

Publicado

Andrew Cuomo propõe relaxar o fechamento de Nova York: “Não teremos mais nada para abrir”

Sinal de esgotamento ou oportunismo, governadores e prefeitos estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia

Após a posse de Joe Biden, importantes políticos democratas estão dando sinais de que um alicerce do discurso que os levou à presidência da República não se sustenta. Não são poucos os analistas que consideram decisivos para a derrota de Trump os efeitos maléficos da pandemia na sociedade americana – e o contraponto de seus opositores ao defender ferrenhamente uma política de responsabilidade com duras restrições e isolamento social. Parece que a história mudou.

Agora, garantido o retorno à Casa Branca, a defesa intransigente de lockdown está dando lugar a um conveniente abrandamento das restrições – ainda mais se considerarmos que os EUA passam pela fase mais letal da pandemia que já matou 400 mil americanos.  Sinal de esgotamento ou oportunismo, o fato é que governadores como o de Nova York, o democrata Andrew Cuomo, estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia.

Cuomo promoveu uma dura paralisação já no primeiro semestre de 2020, quando o estado se tornou o epicentro do surto americano. Em maio, na sétima semana de fechamento, o governador foi categórico: “Feche tudo, feche a economia, se tranque em casa”. Agora, afirma, singelo: “Simplesmente não podemos ficar fechados até que a vacina atinja a massa crítica. O custo é muito alto. Não teremos mais nada para abrir.”

A prefeita de Chicago, Lori Lightfoot , foi outra voz a impor um duro confinamento. Em outubro passado, veio dela a ordem do toque de recolher às 22h nos bares, restaurantes e negócios não essenciais da cidade. “Este é um aviso”, disse Lightfoot, à época. “Não hesitarei em impor restrições”, completou, em tom de ameaça.

Já esta semana, a prefeita “avisou” em entrevista coletiva que planeja falar com o governador de Illinois, JB Pritzker, sobre as maneiras de reverter as restrições do COVID-19 a restaurantes e bares para permitir que reabram “o mais rápido possível”. Foi duramente criticada pela evidente contradição.

Os republicanos se referem a essa mudança de postura como “hipocrisia democrática”. Seja o que for, para continuar sendo a maior potência do planeta, os EUA precisam apontar para o mundo que caminho a economia americana tomará em 2021. E como pretendem enfrentar a pandemia que já põe de joelhos seus (até agora há pouco) combatentes mais empedernidos.

Leia mais:  Revelação de ex-conselheiro aumenta pressão contra Trump no Senado
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana