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Internacional

Paris adia teste sobre transmissão de Covid em casas noturnas por falta de voluntários

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Organizadores esperavam encontrar 4.400 pessoas totalmente vacinadas entre 18 e 49 anos, mas anunciaram que número de voluntários não foi suficiente para permitir que estudo apresentasse resultados conclusivos 

Um teste planejado para este sábado (26) em duas casas noturnas parisienses para estudar a transmissão do coronavírus em festas com pessoas vacinadas foi adiado “para uma data posterior” devido à falta de voluntários suficientes, anunciaram os organizadores.

“O número de voluntários não foi suficiente para permitir que o estudo apresentasse resultados conclusivos no atual contexto epidêmico”, afirmaram os organizadores em um comunicado, que esperavam encontrar 4.400 pessoas totalmente vacinadas entre 18 e 49 anos.

O experimento, liderado pela agência de pesquisa francesa ANRS e pelo Hospital de Paris, deveria acontecer das 23h de sábado (26) às 6h de domingo (27) nas casas noturnas “Le cabaret sauvage” e “La machine du Moulin Rouge” na capital francesa.

“As equipes científicas, logísticas e artísticas continuam mobilizadas e unidas no projeto para uma experiência que vai acontecer em uma data posterior”, prossegue o comunicado, sem especificar uma data concreta.

O objetivo do teste era avaliar “a transmissão do SARS-CoV-2 em eventos festivos em ambientes fechados, com lotação total e com pessoas vacinadas”, explicou o coordenador do projeto, o doutor Jérémy Zeggagh.

O plano de fim do confinamento do governo francês prevê a reabertura das boates no dia 9 de julho com lotação de 75% e a recomendação do uso de máscara, permitindo o acesso apenas a pessoas vacinadas ou com teste de covid negativo.

Os organizadores do projeto estavam confiantes de que seus resultados, inicialmente esperados para o final de julho, permitiriam que as condições de abertura fossem modificadas posteriormente.

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Internacional

Chuvas intensas, secas e ondas de calor deixam cientistas em alerta

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Os chamados eventos climáticos extremos vêm ocorrendo com frequência e podem significar mudanças irreversíveis

Chuvas torrenciais deixaram centenas de mortos na Alemanha, na Bélgica, no Japão, na China e na Índia. Uma onda de calor matou outras dezenas de pessoas e forçou milhares a deixarem suas casas por conta de incêndios florestais nos EUA e no Canadá. Uma frente de ar frio congelou o estado norte-americano do Texas. Furacões cada vez mais frequentes e intensos no Caribe, assim como ciclones no leste da Ásia. Uma estiagem de meses no Brasil.

Esses eventos climáticos extremos vêm causando prejuízos, destruição, fome, racionamento de energia elétrica e muitas mortes nos últimos meses. Para alguns cientistas, isso pode significar que o mundo está cada vez mais próximo do chamado “ponto de não-retorno”, o momento em que, teoricamente, as alterações no clima da Terra serão irreversíveis.

“Eventos extremos não são novidade, eles ocorrem ao longo dos séculos, mas com registro científico, observando em tempo real, é a primeira vez. Desde que a gente começou a medir dados atmosféricos, oceânicos e outros, é a primeira vez que estamos registrando tantos deles ao vivo”, explica o professor de Meteorologia da USP e membro da Câmara de Agronomia do CREA-SP, Ricardo Hallak.

Diferenciar o que é clima, que são as condições meteorológicas históricas de um local, e tempo, que são as condições em um determinado momento é importante. “Para dizer que o clima está mudando realmente, precisa ter uma série de dados longa, estatisticamente falando precisa pegar um período de 30 anos e analisar a tendência, para ver se aumentou. Mas a frequência de eventos extremos tem aumentado nos últimos anos”, explica Hallak.

O professor da USP ressalta também que muitas mudanças não estão necessariamente associadas às emissões de gases na atmosfera, mas também a como a ocupação humana vem sendo ampliada. “Conforme você vai urbanizando e mexendo no solo, muda as condições. Além disso, quando chove muito forte, as cidades não estão preparadas para receber precipitações intensas.”

O meteorologista Pedro Regoto, especialista em mudanças climáticas e consultor do site Climatempo, destaca que os casos recentes tiveram o diferencial de acontecer em países onde há estrutura para fazer a previsão de um evento climático extremo. No entanto, não foi possível preparar os locais atingidos e a população para o que aconteceu.

“Na Europa as agências locais conseguiram prever o evento, a população já estava avisada, tudo funcionou, mas foi tão catastrófico, uma chuva tão volumosa e tão rápida, que não tinha o que fazer. E na Columbia Britânica (província do Canadá), o recorde de temperatura era de cerca de 45°C e subiu para 50°C, é muita coisa de uma vez só”, analisa Regoto.

Segundo o pesquisador, os governos do mundo precisam se planejar para tentar frear o avanço antes que esses eventos se tornem rotina. “É justamente essa atenção que todo mundo tem que ter globalmente, essas quebras de recorde de calor, de frio, de chuva, uma série de coisas que impactam nas nossas vidas. O problema é que a cada ano o nosso prazo vem diminuindo. No futuro, vai ter muito evento extremo e quem vai sofrer somos nós.”

Hallak destaca o impacto da mudança climática na vida das pessoas e na economia global. “Não dá para esperar que se chegue ao ponto de não retorno. Isso pode afetar muito a vida das pessoas. Se o nível do mar subir e inundar as cidades litorâneas, vai atingir não só a população, mas a produção de petróleo, os portos, muita coisa”, diz ele.

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Internacional

‘Homem-Aranha’ invade supermercado e briga com clientes e funcionários

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O homem fantasiado nocauteou uma mulher e causou tumulto no estabelecimento em Londres

Um homem fantasiado de Homem-Aranha invadiu um supermercado em Londres e partiu para cima de clientes e funcionários. O covarde agressor nocauteou uma mulher, que imediatamente caiu no chão. Seis pessoas ficaram feridas e cinco foram presas depois de causarem o tumulto em cenas inacreditáveis e lamentáveis.

Atenção: imagens fortes!

As imagens, que viralizaram na internet, mostram a confusão que aconteceu na noite de quinta-feira (22) em Londres, na Inglaterra. Assustadas, algumas pessoas filmam as cenas de violência, enquanto outras tentam apartar a confusão. Gritos e xingamentos são ouvidos. Veja abaixo um trecho (e um outro momento clicando aqui):

Cinco pessoas foram presas por causa da briga. Segundo o The Sun, duas meninas, de 17 e 18 anos, e três homens, de 31, 35 e 37 anos, foram detidos pela polícia. Uma mulher de 20 anos foi levada ao hospital com ferimentos leves; outras cinco receberam atendimento médico no local.

Homem-Aranha invade supermercado e agride funcionários e clientes (Foto: Reprodução/Twitter)

“A polícia foi chamada às 22:40hrs de quinta-feira, 22 de julho, por causa de um grupo de pessoas envolvidas em um tumulto em um supermercado em Lavender Hill, SW11. Os oficiais compareceram junto ao Serviço de Ambulâncias de Londres. Uma mulher de 20 anos foi levada ao hospital com ferimentos leves. Outras cinco pessoas foram atendidas no local”, disse o porta-voz da polícia ao site Metro.

Não está claro o motivo que teria iniciado a confusão. Nas redes sociais, as pessoas condenaram os agressores que atacaram mulheres e idosos, além de criticarem o fato de ninguém apartar de fato a briga: “Nenhum dos homens ao redor se preocupa em intervir”, criticou uma usuária. “Mundo enlouquecido”, comentou outro.

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