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Brasil

Partidos têm até esta quarta-feira (16) para definir candidatos às Eleições 2020

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Justiça Eleitoral espera receber mais de 700 mil registros de candidaturas para os pleitos municipais deste ano

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que termina nesta quarta-feira (16) o prazo para os partidos realizarem convenções internas para escolher os candidatos que vão disputar os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador nas eleições municipais de novembro. A Justiça Eleitoral espera receber mais de 700 mil registros de candidaturas no pleito deste ano.

O prazo está previsto na Lei das Eleições e deveria ter sido encerrado em agosto. No entanto, o período das convenções foi prorrogado por 42 dias devido ao adiamento das datas do calendário eleitoral em função das complicações da pandemia da covid-19.

O Congresso adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro.

Nesta semana, outra data também deve ser seguida pelos partidos, candidatos e pela imprensa. A partir de quinta-feira (17), as emissoras de rádio e de televisão estão proibidas de dar tratamento privilegiado a candidatos e de veicular e divulgar crítica a candidato ou partido político.

As eleições municipais de 2020 também serão marcadas pelo ano da pandemia de coronavírus. A primeira diferença é a data do pleito. No início do mês de julho, o Congresso Nacional aprovou a PEC 18/2020, que alterou o dia do primeiro e do segundo turno de outubro para, respectivamente, 15 e 29 de novembro. O objetivo foi propiciar maior segurança sanitária a todos os participantes do processo eleitoral 

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Brasil

Pfizer e Saúde investigam morte de adolescente após vacinação

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Jovem de 16 anos recebeu a primeira dose da Pfizer em 25 de agosto e, no dia seguinte, começou a sentir cansaço e falta de ar

A Pfizer emitiu um comunicado nesta quinta-feira (16) reconhecendo a morte de um adolescente após a aplicação da primeira dose de sua vacina em São Bernardo do Campo (SP). Segundo a farmacêutica, o caso está sob investigação mas, até o momento, “não foi estabelecida uma relação causal entre o ocorrido e o imunizante”. A empresa também investiga relatos de miocardite e pericardite após a aplicação da vacina.

No caso do óbito, trata-se de um jovem de 16 anos que recebeu a aplicação em 25 de agosto. Um dia depois, segundo consta no relato do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs), o adolescente começou a sentir sintomas como cansaço e falta de ar. Em 27 de agosto ele procurou atendimento médico e voltou para casa. No entanto, o paciente resolveu procurar novamente o serviço e, posteriormente, foi transferido para UTI de um hospital após quadro de mal súbito. Ele morreu em 2 de setembro.

Ao detalhar a ciência dos casos de miocardite e pericardite, que são inflamações no coração e no revestimento externo do órgão, a farmacêutica definiu os relatos dos eventos adversos após a aplicação da vacina como “raros”. “A Pfizer leva o acompanhamento e monitoramento destes casos muito a sério”, disse no comunicado.

A farmacêutica ainda reitera a autorização que recebeu da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicar a vacina em adolescentes e que a “autorização regulatória já havia sido concedida pelo FDA e pela EMA”, que são as agências regulatórias de saúde dos EUA e da União Europeia. “O benefício da vacina ComiRNAty permanece estabelecido”, completou.

Momentos antes da divulgação da mensagem, o Ministério da Saúde anunciou a suspensão da imunização em crianças e adolescentes no Brasil, mantendo apenas a recomendação para as pessoas da faixa etária que estão no grupo prioritário, que inclui jovens com comorbidades, com deficiências permanentes ou privadas de liberdade.

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, reiterou que o ministério ainda apura o óbito. “Precisamos fazer toda uma investigação clínica laboratorial detalhada para verificar se essa associação temporal está relacionada à aplicação. Esse é um exemplo de situação que precisamos ficar atentos”, afirmou.

A decisão da pasta, no entanto, não foi diretamente relacionada à morte do jovem em São Bernardo do Campo, mas à “ocorrência de efeitos adversos”, de forma geral, e à falta de “evidências científicas sólidas”, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

No mês passado, a Pfizer e a BioNTech anunciaram a assinatura de uma carta de intenções com a farmacêutica brasileira Eurofarma para a produção de vacina contra a covid-19. A vacina será produzida no Brasil e distribuída em toda a América Latina.

Leia a nota da Pfizer na íntegra

“A Pfizer está ciente de relatos raros de miocardite e pericardite, além de outros possíveis eventos adversos, após a aplicação de vacina de RNA mensageiro contra a COVID-19, e leva o acompanhamento e monitoramento destes casos muito a sério

Especificamente sobre o caso de óbito em São Bernardo do Campo, a companhia está acompanhando, mas, até o momento, não foi estabelecida uma relação causal entre o ocorrido e o imunizante da Pfizer.

A ComiRNAty, vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, recebeu em 11 de junho de 2021 a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para uso em adolescentes de 12 a 15 anos no Brasil.

A autorização regulatória da vacina para adolescentes já havia sido concedida pelo FDA e pela EMA (agências regulatórias de saúde dos EUA e União Europeia), além de países como Reino Unido, Canadá, Chile, Uruguai, Israel, Dubai, Hong Kong, Filipinas, Cingapura e Japão.

A vacina demonstrou eficácia de 100% em estudo clínico com jovens dessa faixa etária. Os ensaios de fase 3 foram realizados em 2.260 adolescentes, nos Estados Unidos, e apresentaram respostas robustas na produção de anticorpos com perfil de segurança favorável, muito semelhante ao observado nos outros grupos etários.

Com centenas de milhões de doses da vacina Pfizer BioNTech COVID-19 administradas globalmente, o benefício da vacina ComiRNAty permanece estabelecido.

A definição da utilização e da disponibilização da vacina no Brasil é feita com base em critérios de recomendação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).”

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Brasil

Fundação Renova e proprietários rurais promovem reflorestamento de áreas de preservação permanente (APPS)

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A prática favorece a regeneração das áreas impactadas pelo rejeito e influencia em todo o bioma, na qualidade da fauna, da flora e da água

As Áreas de Preservação Permanente (APPs) têm funções importantes para a conservação do meio ambiente e podem impactar diretamente na nossa qualidade de vida. Elas ajudam a proteger os rios e a controlar a poluição dos cursos d’água. Além disso, ajudam a evitar enxurradas, inundações e enchentes, por exemplo.  

De acordo com a Lei 12.651/12, todos os imóveis rurais do país são obrigados a fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O Cadastro é um registro eletrônico que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das APPs das áreas de Reserva Legal, compondo assim uma base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. Ao fazer o CAR e regularizar sua propriedade, o produtor rural se compromete a preservar ou recuperar a vegetação na APP presente no espaço.  

Nos casos de produtores rurais de Mariana, Barra Longa, Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão que aderiram ao Plano de Adequação Socioeconômica e Ambiental (Pasea), a Fundação Renova apoia  a regularização das propriedades, incluindo a restauração florestal nas APPs. A fiscalização fica a cargo dos órgãos competentes. Por isso, as pessoas com propriedades que estão em APPs são diretamente responsáveis pelos cuidados com essas áreas. 

O plantio de mudas e o cercamento das APPs, entre outras ações, formam a etapa inicial do processo de restauração florestal. Hoje, esse trabalho está passando por um momento em que a cooperação dos produtores rurais é fundamental para que as mudas possam se desenvolver da forma esperada. Por isso, o gado e outros animais não devem entrar ou permanecer nos locais cercados. Bovinos e equinos podem pisar, quebrar e comer as mudas, fazendo com que esse conjunto de ações volte ao estágio inicial.

Entenda os impactos 

Para se ter ideia, para que seja recuperada uma área de 1 hectare, que equivale a cerca de um campo de futebol, aproximadamente 1.112 mudas são plantadas durante a época de chuvas, que é a mais propícia para o seu desenvolvimento. Apenas no próximo período chuvoso, um ano depois, é possível avaliar a evolução para definir as próximas ações: enriquecer o local com novas espécies ou plantar novamente as mudas iniciais. O esperado é que cerca de 10% a 20% das mudas não se desenvolvam. 

Quando há presença do gado na APP, essa taxa ultrapassa 50%, podendo chegar a 100%. Isso equivale a uma perda acima de 500 mudas a cada hectare. Para que elas sejam replantadas, é preciso esperar o próximo período chuvoso, o que leva mais um ano. 

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