conecte-se conosco


Mundo Cristão

Pastor é preso acusado de homofobia por dizer que Deus criou ‘apenas 2 sexos’

Publicado

Um veterano pregador do Evangelho foi preso na capital inglesa por falar sobre a criação do homem e da mulher por Deus. Pessoas que ouviram sua mensagem o denunciaram à Polícia londrina, que o levou algemado.

O pastor John Sherwood, 71 anos, integra a igreja Pilgrim Tabernacle e foi às ruas de Londres na última sexta-feira, 23 de abril, para anunciar a mensagem do Evangelho em uma iniciativa cada vez menos tolerada na capital inglesa.

Ele parou em frente à entrada da estação de Metrô Uxbridge e passou a pregar. Em certo momento, as pessoas passaram a acusa-lo de homofobia, segundo nota enviada pela Polícia ao portal Premier Christian.

Um pastor brasileiro, identificado como Jonathan Bragatto, relatou que tudo começou porque o pregador “ousou falar em sua pregação de rua que Deus criou apenas dois sexos, macho e fêmea, homem e mulher”, conforme informações do portal Guia-me.

Um vídeo publicado por outro pastor, Pooyan Mehrshahi, mostra que Sherwood protestou contra os policiais que efetuaram sua prisão e o levaram algemado.

“Às 13h35 na sexta-feira, 23 de abril, policiais em patrulha foram sinalizados por um cidadão que os alertou sobre um homem supostamente fazendo comentários homofóbicos perto de Estação de metrô Uxbridge”, disse um porta-voz da Polícia Metropolitana.

“Os policiais falaram com o homem de 71 anos e ele foi posteriormente preso sob a suspeita de um crime sob a Seção 5 da Lei de Ordem Pública”, acrescentou o comunicado.

A Polícia Metropolitana informou ainda que ele foi levado à delegacia onde foi posteriormente libertado sem acusação, mas um registro do caso foi encaminhado ao Crown Prosecution Service (espécie de Ministério Público britânico), o que significa que outras ações podem ser tomadas posteriormente.

Outro pastor preso

O pastor que compartilhou o vídeo da prisão de Sherwood, Pooyan Mehrshahi, usou sua página no Facebook para lamentar que o Reino Unido tenha se tornado “uma terra pagã que rejeitou a Cristo, em sua mídia, instituições de ensino, política e todas as outras esferas da nação”.

“A maioria das igrejas professas está em um estado de transigência e apostasia. As cores anticristãs e anti-liberdade de expressão são cada vez mais vistas. Um país que rejeitou o Deus vivo e verdadeiro, aceitou todas as religiões pagãs da nova era, o ateísmo, o islamismo, o secularismo”, desabafou Mehrshahi.

A prisão do pastor John Sherwood aconteceu quase quatro anos depois que outro pastor foi acusado de islamofobia por pregar nas ruas de Londres que as “pessoas precisam entregar suas vidas a Jesus Cristo”.

Em julho de 2017 o pastor de origem nigeriana Oluwole Ilesanmi foi denunciado, após policiais tomarem sua Bíblia e o levarem preso, e em dezembro do mesmo ano o caso foi arquivado.

Em julho de 2019, no entanto, ele recebeu uma indenização por conta do constrangimento, a falsa acusação e a privação de liberdade de expressão e de crença, no valor de £ 2.500 (R$ 18.750,00 na cotação atual).

Leia mais:  Bolsonaro convoca população para 'dia de jejum e oração pela liberdade'
publicidade

Mundo Cristão

Leitura da Bíblia reduz depressão e ansiedade, comprova pesquisa

Publicado

Uma pesquisa da Sociedade Bíblica Americana (ABS, na sigla em inglês) revelou que a leitura da Bíblia reduz a depressão e a ansiedade. Agora, os pesquisadores da ABS querem auxiliar as igrejas a lidarem com o impacto emocional da pandemia através de um estudo bíblico sobre trauma.

De acordo com o Centro de Prevenção e Doenças dos EUA, a porcentagem de americanos adultos com algum tipo de transtornos depressivos e sintomas de ansiedade aumentou durante a pandemia, entre o verão de 2020 e a primavera de 2021.

A diretora executiva de cura de traumas da Sociedade Bíblica Americana, Nicole Martin, afirma que os impactos da pandemia na saúde emocional das pessoas irão perdurar mesmo com o fim da pandemia. “Veremos esse nível de trauma por muitos anos. Não vai simplesmente passar quando todos forem vacinados e todos tiverem permissão para sair”, alertou.

É por isso, que a ABS pretende capacitar as igrejas para ajudar pessoas traumatizadas pelo isolamento social, luto e estresse financeiro da pandemia, através dos resultados de sua pesquisa realizada com homens e mulheres encarcerados da Cadeia Regional de Riverside, na Virgínia.

“À medida que os Estados Unidos passam por uma crise de saúde mental, este estudo mostra os benefícios potenciais do cuidado sensível à fé para pessoas traumatizadas. A Bíblia tem se mostrado uma fonte vital para a cura emocional, espiritual, física e mental”, afirmou disse Robert L. Briggs, presidente da ABS.

O estudo avaliou a eficácia do programa de estudo bíblico “Curando as feridas do trauma”, aplicado na Cadeia de Riverside. 210 homens e mulheres participantes do programa e outros 139 presos não participantes responderam a pesquisa da ABS.

Os resultados apontaram que o grupo que passou pelo programa teve queda nos sentimentos de ansiedade, depressão e raiva e tinham menos pensamentos suicidas. Os participantes do estudo bíblico também experimentaram um aumento nos sentimentos de perdão, resiliência e compaixão.

Os pesquisadores do estudo disseram que se surpreenderam com os resultados imediatos após o programa, porque esperavam que os resultados surgiriam com maior intervalo de tempo.

“Vimos uma redução nos sintomas de estresse pós-traumático, um aumento no bem-estar emocional e uma melhora nas atitudes em relação a Deus e à Bíblia”, disse Johnson, um dos pesquisadores.

Johnson observa que os resultados da pesquisa pode não ser tão clara na população em geral, já que os presos passam por mais traumas e estão em contextos diferentes. Porém, o pesquisador pondera que o programa não foi projetado especificamente para as prisões, e assim, ele espera ver o estudo bíblico sobre o trauma ter impactos semelhantes em todas as pessoas.

Leia mais:  Bolsonaro convoca população para 'dia de jejum e oração pela liberdade'
Continue lendo

Mundo Cristão

Neurocientistas criam experimento para provar que “Deus está no cérebro”

Publicado

O “capacete de Deus” foi refutado pelo especialista Brad Sickler: “Experiências não podem ser fabricadas”

Brad Sickler, professor de filosofia e diretor do programa de Master of Arts em estudos teológicos da University of Northwestern, observou como alguns pesquisadores tentaram usar a neurociência para explicar experiências religiosas.

“Alguns tentam associar experiências que parecem ao sujeito um encontro com um ser divino ou sobrenatural através da manipulação do cérebro, por meios físicos ou químicos”, escreveu Sickler em um artigo intitulado “Deus está totalmente no cérebro?”, publicado pelo site de teologia DesiringGod.

O experimento chamado “Capacete de Deus”

Trata-se de um capacete de snowmobile que foi equipado com solenóides [tipo de eletromagneto que gera um campo magnético através de correntes elétricas], que é colocado sobre a cabeça da pessoa para expor o cérebro a campos magnéticos de baixo nível. 

Robert Persinger, autor do experimento “Capacete de Deus”, observou que as sensações das pessoas são semelhantes a encontros com pessoas divinas relatadas nas tradições religiosas. 

Persinger é neurocientista da Laurentian University em Ontário, Canadá e conduziu experimentos na década de 1980 com o objetivo de estimular experiências espirituais no cérebro usando campos magnéticos.

“É amplamente aceito que não existe um “ponto de Deus” no cérebro, mas há consenso entre alguns neurocientistas céticos de que deve haver algo no cérebro que explica a religiosidade. Eles dizem que Deus está todo no cérebro”, explicou Sickler. 

“Experiências não podem ser fabricadas”

Sickler enfatizou que esse tipo de experimento não deve trazer preocupação entre os cristãos e disse que há contrastes óbvios entre o experimento de Persinger e as experiências registradas nas Escrituras.

Ele esclarece que nada produzido sob condições controladas se assemelha às experiências relatadas na Bíblia. “Esse tipo de experiência com Deus não pode ser fabricada”, escreveu e depois disse que os estudos da neurociência de experiências religiosas lançam pouca ou nenhuma luz sobre a realidade espiritual.

Em 2004, Pehr Granqvist da Universidade de Uppsala liderou um grupo de pesquisadores suecos que trabalhavam em uma versão do estudo Persinger, na qual nem os experimentadores nem os participantes sabiam quem estava recebendo os campos magnéticos em seus capacetes.

Como resultado, de acordo com um relatório da Nature, os pesquisadores suecos não encontraram nenhuma conexão entre os campos magnéticos e as experiências religiosas, parecendo refutar Persinger. Em sua defesa, Persinger disse à Nature, quando contestou os resultados do estudo sueco, que eles não conseguiram reproduzir adequadamente sua pesquisa.

Leia mais:  Bolsonaro convoca população para 'dia de jejum e oração pela liberdade'
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana