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Moda e Beleza

Plantão da camisola? Como fugir do pijama no home office

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Trabalhar em casa é um desafio para a concentração. Se arrumar, mesmo sem sair, pode ajudar a manter a cabeça em ordem e a vida no ritmo

Ir do quarto para a sala, da sala para a cozinha, da cozinha até o banheiro. Esses são os trajetos feitos por quem está em home office por conta da pandemia de coronavírus.

Trabalhar em casa não é só um desafio para a concentração. Para muitos é um desafio mudar radicalmente a rotina e a tentação de ficar na frente do computador de pijama o dia todo é enorme.

Não é o recomendado. “É preciso criar rituais para manter a concentração. No meu caso, é faço tudo como se estivesse indo trabalhar, inclusive trocar de roupa”, diz Ricardo Oliveros, que atua à distância no Instutos Elos. “Por ter sido freela durante anos, trabalhar de casa sempre foi uma realidade”. 

A consultora de moda Karine Rodrigues também tem dicas para quem ainda não está acostumado com esse regime de trabalho. Segundo ela, estar em casa trabalhando não significa que você deve ficar desleixado ou de pijama o dia todo.

“Pode parecer bobagem, mas uma boa vestimenta tem poder, e acredite, quando você se sente bem e confiante, você consegue melhores resultados. A nossa imagem é muito importante, e é uma das nossas principais formas de comunicação, e mesmo no home office muitas pessoas continuam tendo reuniões e contatos com clientes através de vídeos conferências, logo a vestimenta adequada é essencial”, diz Karine.

O importante é se vestir como você fosse sair para trabalhar em um dia comum, pois seu trabalho em casa será muito mais produtivo e eficiente, além de conseguir trabalhar da melhor forma possível.

Nos casos de executivos, que costumam usar roupas mais formais, a consultora sugere que optem por um look mais informal.  “Prefira algo mais confortável, troque o sapato de salto alto por uma sapatilha, o terno e gravata por uma camisa, e dependendo sua profissão e andamento do trabalho até por uma camisa polo”, sugere.

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Aprenda a lavar o rosto do jeito certo

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Conheça os quatro tipos de pele existentes e os seis principais passos para higienizar corretamente o rosto para tê-lo sempre limpo e saudável

A higienização diária do rosto é fundamental para manter uma pele sempre linda, jovem e saudável. Esse processo pode parecer simples, mas não é. A rotina skincare requer um passo a passo a ser seguido para que sua pele não fique oleosa e propensa a acne, cravos e espinhas.

Para te ajudar nesse processo, conversamos com a médica dermatologista Barbara Carneiro e reunimos as principais dicas de como fazer a higienização da pele do rosto da maneira correta e eficaz. Antes, é preciso que você saiba qual é o seu tipo de pele com base na SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia). Reconheça abaixo!

Fontes consultadas:

Dra Barbara Carneiro, dermatologista e membro da Associação Brasileira de Medicina Estética e Sociedade Portuguesa de Medicina Estética (CRM-SP 202968). Entrevistada em: outubro, 2021
SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia): [internet]. Acesso em: outubro, 2021

Fonte: R7.

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Joias de luxo, Shein e carrões: modelo do ES vira fenômeno na China

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Beatriz Schwan trabalha até 20 horas por dia. Após quase 2 anos morando em Shangai, hoje, ela é uma das modelos mais requisitadas em todo o Oriente

Beatriz Schwan trabalha até 20h por dia na China. De domingo a domingo. A quase 12 horas à frente do horário de Brasília, em Shangai, a modelo capixaba comemora: “Nem os grandes mercados da moda internacional, como Milão, Paris e Nova York, estão tão aquecidos quanto a China está. A produção no Oriente é muito diferente, o chinês está em um outro nível de ser”.

Na rotina da jovem de 24 anos de idade do outro lado do mundo é comum pegar um avião, chegar a uma cidade cenográfica e fotografar. Aliás, esse é um dos diferenciais de ser modelo na China. O país oriental possui municípios, sim, delimitados, que são construídos “só” para agências trabalharem com publicidade. “Tem tudo normal, restaurantes, cafeterias, supermercados, lojas… Mas quando você abre, como se fosse entrar, é tudo de mentira. E são cidades enormes que são construídas só para isso”, completa.

A captura das imagens é tão enorme quanto os cenários, como ela mesma confidencia: “Geralmente são vários fotógrafos, grua, imagens aéreas e drones que as produções posicionam para fazer as fotos”.

Beatriz deixou o Espírito Santo há quase dois anos para morar na China. De lá para cá, fotografou para as maiores labels do mundo todo: a famosa Shein, Harry Winston, de joias de luxo, Nissan, Gap, Tommy Hilfiger e Ellassay.

Por enquanto, não pensa em sair de lá. “Para mim está sendo maravilhoso. Meu fluxo de trabalho aqui é maior. Eu tenho que considerar isso. A carreira de modelo está mais duradoura, mas é uma oportunidade que muita gente queria ter e não tem. Porque não é todo mundo que consegue estar aqui, fazendo o que eu estou fazendo. E tenho vontade de conhecer outros países, mas eu amo a China e penso em ficar aqui por enquanto”, adianta.

No Brasil, Beatriz é agenciada pelo booker Anderson Bonella, da Andy Models, de Vila Velha. Segundo ela, o profissional a aconselhou a dar uma desacelerada e avaliar, sim, a possibilidade de trabalhar em outros países para diversificar a carta de trabalhos.

Sobre fazer tanto sucesso na Ásia, Beatriz avalia: “Os clientes me conhecem, minha agência me ajuda muito. Muito modelo vem para cá e só quer ficar 3 meses, não leva tão a sério… E eu entendo que eu trabalho com isso, que isso é a minha empresa, confio nisso. É uma qualidade de vida muito boa que eu tenho aqui. E tem a questão de a conta bancária crescer, né? (Risos)”.

Com Beatriz a trajetória foi mais ou menos assim, só que a dedicação foi integral. “Minha primeira vez (na China) foi em 2019. Passei 3 meses e voltei ao Brasil. Aí depois vim para cá em março do ano passado e aqui estou há um ano e 7 meses. Vim para ficar sem data para voltar, mas a pandemia trouxe oportunidade também. Os modelos que já estavam aqui não podiam sair e os de fora não podiam entrar, então todos os trabalhos foram demandados para a gente. E eu percebi que em outros mercados internacionais a moda não teve tanta força como aqui”, pondera.

“Acho que o sucesso que faço aqui também se dá pela aparência física, que os orientais valorizam muito. Eles gostam de cabelo escuro, sobrancelha marcada, o olho não tão redondo, a pele muito branca…”, enumera.

O próximo grande plano da capixaba é, definitivamente, aprender a falar chinês fluentemente. “Eu sei o básico, mas, Nossa Senhora, só consigo me comunicar. Quero fazer aulas para aprender direito, que será muito bom para o dia a dia aqui”, termina.

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