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Segurança

Polícia Civil encaminha mais de uma tonelada de drogas para incineração

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A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) encaminhou, nesta sexta-feira (26), mais de uma tonelada de entorpecentes para destruição e incineração em uma siderúrgica. O material é fruto de apreensões realizadas pelas forças de segurança do Estado. A ação é alusiva ao Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas, que está inserido na Semana Nacional de Políticas Sobre Drogas (que acontece na quarta semana do mês de junho). O Departamento Especializado em Narcóticos (Denarc) é responsável pela logística e pelo transporte do material.


Em cerimônia reservada, o governador Renato Casagrande, o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, coronel Alexandre Ramalho, o delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, e policiais da Denarc, acompanharam a saída do material da delegacia para o local da incineração. Por motivos de segurança, o acesso ao local de destruição da droga é restrito a poucas pessoas. Apenas policiais e alguns funcionários da empresa permanecem na área durante a incineração.


Na ocasião, o governador Casagrande destacou o trabalho realizado pelas forças de segurança no combate ao tráfico de drogas, que é responsável por maior parte dos casos de criminalidade violenta.  “O trabalho feito pelas policias é um trabalho que produz resultados, representando por todas essas drogas apreendidas e que agora serão incineradas. Vamos continuar nesse trabalho forte da Policia Militar e da Policia Civil, integradas com outras forças de segurança”, afirmou.


O governador também conclamou que outros setores da sociedade também façam parte do esforço no enfrentamento à criminalidade, em especial, do tráfico de drogas. “É fundamental que a gente tenha a participação da família, comunidade e da igreja para que possamos retirar as pessoas do tráfico e reduzir ainda mais a criminalidade em nosso Estado”, pontuou Casagrande.

O secretário da Segurança Pública fez coro às palavras do governador e agradeceu o empenho de policiais civis e militares no enfrentamento ao crime. “A queima dessas drogas simboliza a extinção dos males que elas trazem para a nossa sociedade. Hoje em dia, o comércio desses entorpecentes é a atividade criminosa que mais tira as vidas dos nossos jovens. Agradeço muito aos nossos policiais pelo empenho no combate ao tráfico e damos muito valor a cada grama apreendido. Também não podemos deixar de destacar o trabalho de denúncia da população pelo telefone 181, que contribui de forma crucial para o sucesso da Segurança Pública”, disse coronel Ramalho.

O delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, também pontuou a importância do trabalho integrado entre as várias forças de segurança para desarticular as organizações criminosas no Espírito Santo. “A retirada dessa droga do mercado representa um forte golpe na estrutura do tráfico de drogas. Isso é fruto de um trabalho das Polícias Civil, Militar, Rodoviária Federal, além das Guardas Municipais, que atuam em conjunto, e demonstram para a sociedade o quanto as polícias vêm trabalhando no combate à oferta da droga’, ressaltou.

A Semana Nacional de Políticas Sobre Drogas foi criada em 2019, a partir da inclusão do artigo 19-A, na Lei de Drogas nº 11.343/2006, no Brasil. O Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas – celebrado todo ano em 26 de junho – se dá como expressão de sua determinação em fortalecer a ação e a cooperação para alcançar a meta de uma sociedade internacional livre do abuso das drogas.

“Durante a Semana, são intensificadas as ações de promoção de eventos para o debate público sobre as políticas antidrogas. Como símbolo de um dos eixos fundamentais do enfrentamento às drogas, o Denarc realizou o encaminhamento para destruição de mais uma tonelada de drogas apreendidas nesse primeiro semestre de 2020. Essas apreensões demonstram o compromisso com ações de redução de oferta de drogas”, declarou o chefe do Denarc, delegado Tarcísio Otoni.

Na ocasião, o chefe do Departamento Especializado em Narcóticos também fez um balanço sobre o trabalho do Denarc no primeiro semestre de 2020. Entre janeiro e junho deste ano, mais de 400 quilos de drogas foram apreendidos nas operações realizadas pelo Órgão. Em 240 operações, foram retirados de circulação quase 395 quilos de maconha, mais de dois quilos de crack e 11 quilos de cocaína. Isso representa um aumento 20% no volume de apreensões, em relação ao mesmo período do ano passado.

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Segurança

Homem se passa por mulher, comete estupro virtual e obriga amigo a engolir moeda

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Suspeito finge ser mulher por anos, se relaciona com melhor amigo, exige fotos íntimas e manda ele cumprir “tarefas” como até comer fezes

A Polícia Civil de Fortaleza, no Ceará, indiciou um homem de 27 anos por crimes de estupro virtual, falsa identidade e extorsão contra o próprio amigo. O suspeito conseguiu fotos íntimas do amigo após se passar por mulher na internet e obrigava a vítima a fazer “tarefas”, como engolir moedas.

Segundo a polícia, Ayrton Andrade Pereira da Silva conhecia a vítima há quase dez anos, mas fingiu ser mulher, manteve um relacionamento virtual com o amigo, que tem 24 anos, e, após conseguir fotos íntimas dele, passou a extorqui-lo.

O agressor ameaçava a vítima até com fotos de caixões, dizendo que mataria parentes dele caso não fizesse o que o suspeito queria.

Ayrton obrigava a vítima a fazer algumas “tarefas” que deveriam ser filmadas, além de pedir dinheiro. Para provar que estava fazendo as “atividades”, a vítima era obrigada a gravar as ações, como engolir uma moeda colocada em um copo com água.

A vítima também foi obrigada a colocar um copo de vidro no ânus, que se quebrou e a machucou. Foi por isso que o homem relatou o crime à família, que registrou uma denúncia na polícia. Outras “tarefas” incluía comer as próprias fezes e beber a própria urina retirada do vaso.

O caso foi denunciado pela vítima em 2020 e, desde então, era investigado pelo 5º Distrito Policial, que localizou Ayrton no Maranhão. A Polícia Civil ainda investiga o caso para identificar outras possíveis vítimas do suspeito.

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Segurança

Empresário suspeito de lavagem de dinheiro é preso pela PF em Vitória

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Operação “Masqué”, feita em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, combate crimes contra o sistema financeiro nacional

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quinta-feira (13), em Vitória, um empresário suspeito na participação de um esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. 

O detido foi alvo da terceira fase da “Operação Masqué”, feita para combater crimes contra o sistema financeiro nacional. A PF realiza em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

De acordo com a PF, a ação deveria cumprir dois mandados de prisão preventiva. Porém, o outro suspeito não foi encontrado em Vila Velha e foi considerado foragido pela Justiça. O nome do empresário será inscrito na lista de procurados da Interpol, composta por 190 países.

Como se trata de captura e prisão, os nomes não foram divulgados em razão da Lei de Abuso de Autoridade.

A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

Os suspeitos responderão por três crimes: lavagem de dinheiro (prisão de três a dez anos e multa), organização criminosa (prisão de três a oito anos e multa), evasão de divisas (prisão de dois a seis anos e multa). 

Entenda as fases da operação

Na primeira fase, deflagrada ainda em 2019, a investigação apurou um esquema de evasão de divisas com a utilização de empresas que falsificavam e repetiam documentação para enviar dinheiro para o exterior. 

Naquele momento, a Justiça Federal decretou o sequestro de dezenas de imóveis avaliados em cerca de R$ 40 milhões.

Já na segunda fase, o objetivo foi investigar o crime de lavagem de dinheiro praticado pelos envolvidos na primeira fase da operação policial de mesmo nome, em especial, mediante a compra de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros, além de empréstimos feitos fora do mercado formal de crédito.

O nome da operação é uma referência a ação dos investigados que buscava mascarar a real propriedade de vultoso patrimônio adquirido ilegalmente por meio das atividades da organização criminosa.

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