conecte-se conosco


Segurança

Policiais civis e militares do Estado concluem curso de Análise Criminal

Publicado

Agentes das forças de segurança do Espírito Santo concluíram, na última quinta-feira (02), o curso de Análise Criminal, promovido pelo Governo do Estado. A formação é uma iniciativa do Observatório da Segurança Cidadã (OSC/ES), coordenado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), em parceria com a Escola de Serviço Público do Espírito Santo (ESESP), no âmbito do Programa Estado Presente em Defesa da Vida. O objetivo é capacitar os policiais no campo estratégico e ampliar as ações de inteligência no combate à violência.

Entre os 50 analistas criminais formados nessa primeira edição, estão policiais civis e militares que compõem as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP) e as Regiões Integradas de Segurança Pública (RISP) do Estado. O curso foi realizado de forma híbrida, com aulas virtuais e presenciais, que abordaram desde noções de estatística, passando pelos métodos de análise de dados criminais e suas interpretações, até a aplicação de ferramentas inovadoras em inteligência policial.

O secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, ressaltou que capacitar agentes das forças policiais, ampliar ações de inteligência e investir em equipamentos e infraestrutura são ações realizadas pelo Governo para reestruturar a Segurança Pública no Espírito Santo, no âmbito do Programa Estado Presente em Defesa da Vida.

“Sob a liderança do governador Renato Casagrande, desde o início da gestão estamos investindo fortemente para ampliar nossa capacidade de resposta à violência e à criminalidade, o que inclui, entre outras ações, tanto a ampliação do nosso quadro de pessoal, que, entre 2015 e 2018, ficou muito defasado, quanto a capacitação dos policiais”, explica Álvaro Duboc. Ele agradeceu ao Instituto Jones dos Santos Neves por ter proposto e elaborado o Curso de Análise Criminal.

A coordenadora do Observatório da Segurança Cidadã (OSC/ES), Bárbara Caballero, celebrou a iniciativa do Governo do Estado. “O curso de Análise Criminal é um projeto pioneiro em todos os sentidos. Com alunos e professores comprometidos, avançamos para além de ensinar o uso de ferramentas tradicionais. Introduzimos também métodos de reflexão em criminologia, como o POP/IARA, que busca a prevenção de crimes e delitos, realizando identificação, análise, resposta e avaliação do problema. Foi uma grande oportunidade para debatermos as questões referentes à criminalidade no Estado e suas respectivas soluções”, destacou.

O diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Daniel Cerqueira, disse que a expectativa é de que uma nova turma tenha início já no começo de 2022, envolvendo também outros agentes de segurança do Espírito Santo e as guardas municipais.

“Vamos avançar na dimensão qualificadora dos aprimoramentos no âmbito do Programa Estado Presente, formando novas turmas de analistas criminais, envolvendo também as guardas municipais. Além disso, visamos a outras ações de qualificação, com cursos avançados e a participação de grandes especialistas nacionais, abordando o que tem sido usado nos melhores departamento de polícia pelo mundo afora. Estamos realizando ainda um movimento de articulação social e coprodução da segurança pública, com formação direcionada aos Conselhos Comunitários de Segurança. Vamos começar pela Região Metropolitana da Grande Vitória e, em seguida, levar para as demais microrregiões do Espírito Santo”, explicou Cerqueira.

Leia mais:  Governo do Estado apresenta Painel Crimes Contra o Patrimônio
publicidade

Segurança

Homem se passa por mulher, comete estupro virtual e obriga amigo a engolir moeda

Publicado

Suspeito finge ser mulher por anos, se relaciona com melhor amigo, exige fotos íntimas e manda ele cumprir “tarefas” como até comer fezes

A Polícia Civil de Fortaleza, no Ceará, indiciou um homem de 27 anos por crimes de estupro virtual, falsa identidade e extorsão contra o próprio amigo. O suspeito conseguiu fotos íntimas do amigo após se passar por mulher na internet e obrigava a vítima a fazer “tarefas”, como engolir moedas.

Segundo a polícia, Ayrton Andrade Pereira da Silva conhecia a vítima há quase dez anos, mas fingiu ser mulher, manteve um relacionamento virtual com o amigo, que tem 24 anos, e, após conseguir fotos íntimas dele, passou a extorqui-lo.

O agressor ameaçava a vítima até com fotos de caixões, dizendo que mataria parentes dele caso não fizesse o que o suspeito queria.

Ayrton obrigava a vítima a fazer algumas “tarefas” que deveriam ser filmadas, além de pedir dinheiro. Para provar que estava fazendo as “atividades”, a vítima era obrigada a gravar as ações, como engolir uma moeda colocada em um copo com água.

A vítima também foi obrigada a colocar um copo de vidro no ânus, que se quebrou e a machucou. Foi por isso que o homem relatou o crime à família, que registrou uma denúncia na polícia. Outras “tarefas” incluía comer as próprias fezes e beber a própria urina retirada do vaso.

O caso foi denunciado pela vítima em 2020 e, desde então, era investigado pelo 5º Distrito Policial, que localizou Ayrton no Maranhão. A Polícia Civil ainda investiga o caso para identificar outras possíveis vítimas do suspeito.

Leia mais:  Policiais do norte do ES cobram aumento do efetivo
Continue lendo

Segurança

Empresário suspeito de lavagem de dinheiro é preso pela PF em Vitória

Publicado

Operação “Masqué”, feita em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, combate crimes contra o sistema financeiro nacional

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quinta-feira (13), em Vitória, um empresário suspeito na participação de um esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. 

O detido foi alvo da terceira fase da “Operação Masqué”, feita para combater crimes contra o sistema financeiro nacional. A PF realiza em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

De acordo com a PF, a ação deveria cumprir dois mandados de prisão preventiva. Porém, o outro suspeito não foi encontrado em Vila Velha e foi considerado foragido pela Justiça. O nome do empresário será inscrito na lista de procurados da Interpol, composta por 190 países.

Como se trata de captura e prisão, os nomes não foram divulgados em razão da Lei de Abuso de Autoridade.

A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

Os suspeitos responderão por três crimes: lavagem de dinheiro (prisão de três a dez anos e multa), organização criminosa (prisão de três a oito anos e multa), evasão de divisas (prisão de dois a seis anos e multa). 

Entenda as fases da operação

Na primeira fase, deflagrada ainda em 2019, a investigação apurou um esquema de evasão de divisas com a utilização de empresas que falsificavam e repetiam documentação para enviar dinheiro para o exterior. 

Naquele momento, a Justiça Federal decretou o sequestro de dezenas de imóveis avaliados em cerca de R$ 40 milhões.

Já na segunda fase, o objetivo foi investigar o crime de lavagem de dinheiro praticado pelos envolvidos na primeira fase da operação policial de mesmo nome, em especial, mediante a compra de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros, além de empréstimos feitos fora do mercado formal de crédito.

O nome da operação é uma referência a ação dos investigados que buscava mascarar a real propriedade de vultoso patrimônio adquirido ilegalmente por meio das atividades da organização criminosa.

Leia mais:  Grupo é preso ao realizar 'pescaria' de dinheiro em caixas eletrônicos de Cachoeiro de Itapemirim
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana