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Segurança

Policiais usam gás lacrimogênio e bala de borracha em aglomeração em Vitória

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As aglomerações acontecem após o fechamento dos comércios e são animadas por carros de som e vendedores ambulantes de bebidas

Policiais militares utilizaram gás lacrimogênio e balas de borracha na tentativa de dispersar uma aglomeração na Rua da Lama, no bairro Jardim da Penha, em Vitória, na madrugada deste sábado (26). A ação da PM aconteceu em apoio à fiscalização da Prefeitura de Vitória.

No início da abordagem, os policiais usaram um megafone para tentar conscientizar as pessoas a deixarem o local, mas não foram obedecidos. Por isso, foi necessário o uso de armas não letais. Na multidão foram usadas bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha.

Após a ação, os policiais conseguiram dispersar a aglomeração. De acordo com a polícia, ninguém ficou ferido ou detido e nenhum material foi apreendido.

Cenário frequente

As aglomerações na Rua da Lama são constantes. O representante comercial Rafael Bezerra mora na região e segundo ele o problema não acontece em apenas uma rua.

“Aquilo que aparece nos vídeos é uma pequena parte, porque tem duas ruas paralelas, que elas são tomadas por pessoas alcoolizadas, pessoas urinando e fazendo coisas libidinosas como atos sexuais”, contou.

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Os moradores e a prefeitura afirmam que o problema não está nos bares, pois estes estão fechando às 22 horas, conforme determinado. As aglomerações acontecem depois deste horário com carros de som e vendedores ambulantes de bebidas.

Na madrugada deste sábado, além da Rua da Lama, os fiscais visitaram outros 29 locais. Durante a fiscalização, seis estabelecimentos que funcionavam fora do horário permitido foram fechados.

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Segurança

Internos da Penitenciária Agrícola realizam reforma em casa de acolhimento para crianças de Viana

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Material usado foi totalmente custeado pelos internos

Internos da Penitenciária Agrícola do Espírito Santo (Paes) foram os responsáveis pela transformação dos ambientes da Casa de Acolhimento Provisório (CAP) de Viana, que abriga crianças e adolescentes vítimas de violência ou abandono. A reforma do espaço contemplou a restauração das paredes e as pinturas artísticas, permitindo tornar o local mais acolhedor. O espaço será inaugurado nesta terça-feira (16), às 14 horas.

Ao todo, sete internos do regime semiaberto participaram do trabalho, que faz parte do projeto “Trabalho Externo com Monitoramento Eletrônico”, da Vara de Execuções Penais de Viana. A iniciativa tem como objetivo promover a ressocialização por meio do trabalho, uma vez que os detentos beneficiados com o uso da tornozeleira devem reverter o valor do equipamento a entidades sociais.

O material usado para a reforma da CAP, como tintas, cimento, entre outros, foi custeado pelos internos. Eles também foram os executores de todo o trabalho de reparos na alvenaria e a pintura de ambientes com desenhos temáticos.A diretora da Penitenciária Agrícola, Leizielle Marçal, destacou que os apenados passam por cursos de qualificação profissional o ano inteiro dentro da unidade prisional. “Ações como essa possibilitam que os internos coloquem em prática o que aprenderam nos cursos, além de conduzi-los a um processo de profunda reflexão ao verem o resultado desse trabalho para quem tanto precisa”, salientou.

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Há seis anos, a Casa de Acolhimento Provisório de Viana recebe doações da Penitenciária Agrícola. As ações incluem a doação de brinquedos produzidos na unidade prisional, além de legumes e hortaliças cultivados por internos da penitenciária.

Serviço:

Reforma da Casa de Acolhimento Provisório (CAP) de Viana

Horário: 14 horas

Local: Rua Colatina, Nº 25, Marcílio de Noronha, Viana (primeira rua à direita depois da garagem Santa Zita. Casa verde em frente à pracinha).

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Segurança

Mulher denuncia assédio no Transcol e suspeito é preso em Cariacica

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A vítima seguia de Vila Velha, quando se sentou ao lado de um homem. Pouco tempo depois, ele começou a se esfregar na perna dela

Um homem foi detido suspeito de assediar uma passageira do Transcol. Tudo aconteceu durante uma viagem entre Vila Velha e Cariacica. Outros passageiros ficaram revoltados e até agrediram o suspeito. O motorista seguiu viagem até a delegacia de Cariacica.

O suspeito foi identificado pela polícia como Pedro Ribeiro de Amorim, 49 anos. Ele afirmou ter problema de visão e caminha com certa dificuldade. Ele foi detido porque teria tocado, sem autorização, no corpo de uma passageira.

A vítima é uma mulher de 37 anos. Ela afirma que embarcou em Vila Velha e o homem já estava no coletivo. Segundo ela, quando se sentou ao lado dele, o suspeito afirmou estar com uma caixa térmica no chão, o que fazia com que ele estivesse com as pernas mais abertas.

Segundo a vítima, pouco tempo depois, ele começou a roçar a perna dele na dela. A mulher conta que olhou para ele, fazendo com que parasse. Pouco tempo depois, no entanto, o homem voltou a incomodar e teria aproveitado que ela estava de olhos fechados. A mulher conta que ficou ainda mais assustada quando ele tentou agarrá-la.

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Cerca de 20 minutos se passaram até que a vítima se levantou e saiu de perto do homem. Outra mulher se aproximou do assento liberado, mas foi alertada por ela sobre o comportamento do passageiro ao lado.

Passageiros que ouviram o relato e outras que teriam visto as cenas decidiram agir e o homem chegou a ser agredido dentro do coletivo. Ele tentou desembarcar, mas o motorista não abriu as porta e só parou quando chegou em frente à Delegacia Regional de Cariacica. Um passageiro desceu e chamou agentes da Guarda Municipal que estavam na rua.

A vítima trabalha como gerente em uma loja em Cariacica. Por isso, todos os dias utiliza os ônibus do sistema Transcol. Muito abalada, ela conta que nunca tinha passado por algo parecido e que ainda não se recuperou.

Após ter sido conduzido para a delegacia, o homem foi encaminhado ao presídio. A vítima afirma que não teria coragem de denunciar se não fosse a ajuda de outros passageiros.

Em nota, a Polícia Civil informou que o suspeito foi conduzido à Delegacia Regional de Cariacica, onde foi autuado em flagrante pelo crime de importunação sexual e, posteriormente, foi encaminhado ao Centro de Triagem de Viana (CTV). 

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