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Política e Governo

Política, saúde e economia são temas de live com deputado Evair de Melo

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O atual cenário nacional, envolvendo o viés da saúde pública, da política e da economia foi pauta da live realizada nesta sexta-feira, pelo Sistema OCB, e que contou com a participação do presidente Márcio Lopes de Freitas, do diretor-geral para as Américas do Grupo Eurasia, Christopher Garman, e do deputado federal, Evair de Melo (ES), que também presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e novo vice-líder do governo na Câmara.

Com o tema As principais pautas políticas em discussão que podem influenciar a sua cooperativa o evento virtual reuniu representantes do cooperativismo de todas as regiões do país. O bate-papo faz parte de um ciclo de lives que está sendo realizado pelo Sistema OCB, semanalmente, nas redes sociais, com a intenção de informar ao movimento cooperativista as iniciativas da OCB, do Sescoop e da CNCoop, desenvolvidas com o objetivo de diminuir, ao máximo, os impactos negativos na rotina social e econômica das cooperativas. 

Durante sua fala, Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do Grupo Eurasia, que hoje é referência internacional em análise de cenários e riscos políticos destacou que o cenário pandêmico, causado pelo coronavírus, embora esteja sendo “sistematicamente subestimado por diversos atores”, representa um dos maiores choques para o sistema geopolítico global, devido às consequências econômicas que causam e continuarão causando uma queda brutal na economia das nações. “Uma dessas consequências é o acirramento da disputa, entre China e Estados Unidos, pela liderança econômica global”, ressaltou. 

Além disso, Garman frisou que o Brasil, que faz parte das nações emergentes, está numa posição muito ruim devido ao sucateamento do sistema de saúde, aos baixos índices de isolamento e à desigualdade social, tudo isso agravado pela crise política.

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O diretor-geral também destacou que em todas as nações cujas lideranças privilegiaram a economia em detrimento do sistema de saúde, o índice de aprovação dos presidentes caiu substancialmente e que, no caso do Brasil, um dos maiores desafios para governo de Jair Bolsonaro é, de fato, a crise sanitária que, infelizmente, deve se agravar nos próximos meses.

OPORTUNIDADE

Já o deputado Evair de Melo fez questão de ressaltar a maturidade do Congresso que, segundo ele, está cada vez mais alinhado com a necessidade dos brasileiros, sendo aliado do governo nos momentos mais fundamentais dessa nova fase da história do país. Ele lamentou as milhares de mortes causadas pela covid-19, mas frisou que o Brasil tem condições de retomar, rapidamente, a economia, graças ao setor produtivo.

“Os países da Europa e da Ásia têm uma memória de fome e não conseguem suprir a própria demanda por alimentos. E, nós, aqui no Brasil, temos todas as condições de manter e até aumentar a nossa produtividade, cuidando do consumo interno e exportando para outros mercados do mundo”, argumenta o deputado federal. Para ele, “é preciso que pessoas físicas e jurídicas fiquem de pé, sem que ninguém fique para traz”.

COOPERATIVISMO

Por fim, ele reforçou que o cooperativismo, por conta de sua história e tradição, pode ser a melhor estrutura de organização de pessoas, logo após o fim da pandemia, para reverter todos os efeitos negativos causados pelo coronavírus. “Já está provado que as cooperativas organizam as pessoas não só no setor rural e que elas, também, democratizam o crédito e movimentam diversos outros negócios em todas as partes do país”, comenta.

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O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, seguindo a mesma linha de raciocínio, foi enfático ao dizer que o cooperativismo deve assumir o seu protagonismo nesse novo momento socioeconômico do país. “Não podemos esperar que os governos resolvam todos os problemas. Tem muita coisa que demanda soluções difíceis, mas outras só dependem da nossa decisão”, argumenta.

Para o líder cooperativista, quem vai tomar as atitudes para sair da crise são as pessoas. São elas que vão decidir ficar em casa, em isolamento, se cuidando, por exemplo. E são elas que estão mudando o seu jeito de consumir produtos e serviços. “O problema da economia é um fato. E aí? O que vamos fazer? Digo que, com inovação, temos uma grande chance de diminuir os impactos econômicos. Somos bons em produzir. Então, devemos produzir mais barato, por exemplo, pra ajudar o Brasil e os outros países que precisarem dos nossos produtos ou serviços. Dois caminhos que temos é trabalhar a rastreabilidade e a agregação de valor”, finaliza Márcio Freitas.

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Política e Governo

Twitter do governador Renato Casagrande é hackeado

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O perfil ganhou um novo nome: 1inh Network, e fez o primeiro tuíte na página por volta das 18h12

A conta da rede social Twitter, do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, foi hackeado na tarde desta quinta-feira (18). O perfil ganhou um novo nome: 1inch Network, e fez o primeiro tuíte na página por volta das 18h12. 

Por volta das 18h38, o perfil foi recuperado, já com a foto do chefe do Executivo estadual, e os tweets feitos pelos criminosos, apagados.

A reportagem acionou a assessoria do governador para saber se algo já havia feito a respeito da invasão ao seu perfil.

Por meio de nota, a assessoria do socialista se limitou a dizer: “tão logo percebemos que a conta foi hackeada, iniciamos o processo e recuperamos o acesso”.

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Política e Governo

Pesquisa Ipec governo ES: Casagrande tem 52%; segundo lugar tem empate técnico

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Levantamento foi feito com 608 entrevistados face a face entre 14 e 16 de agosto e tem margem de erro de quatro pontos

Pesquisa Rede Gazeta/Ipec para as eleições para governo do Espírito Santo, divulgada na quarta-feira (17), traz o atual governador Renato Casagrande (PSB) à frente com 52%.

Na sequência, aparecem, empatados tecnicamente, Carlos Manato (PL) com 10%; Audifax Barcelos (Rede), 7%; e Guerino Zanon (PSD), 5%.

Capitão Vinicius Sousa (PSTU), com 2%, também está empatado tecnicamente com os candidatos na segunda posição. No caso de Manato, segundo mais citado, Sousa empata no limite da margem de erro, que é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Aridelmo Teixeira (Novo) e Cláudio Paiva (PRTB) têm 1% cada. Os que dizem que irão votar em branco ou anular somam 11%. A proporção dos que não sabem ou preferiram não responder é de 11%.

Foram entrevistadas 608 pessoas face a face entre os dias 14 e 16 de agosto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais. O levantamento tem 95% de confiança. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.

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A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo ES-09385/2022.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para governador do Espírito Santo

  • Renato Casagrande (PSB) – 52%
  • Carlos Manato (PL) – 10%
  • Audifax Barcelos (Rede)- 7%
  • Guerino Zanon (PSD) – 5%
  • Capitão Vinicius Sousa (PSTU) – 2%
  • Aridelmo Teixeira (Novo) – 1%
  • Cláudio Paiva (PRTB) – 1%
  • Branco/Nulo – 11%
  • Não sabem/Não responderam – 11%

Senado

A Quaest também fez simulações para a disputa do Senado. O ex-senador Magno Malta (PL) lidera a disputa com 29%, seguido pela senadora Rose de Freitas (MDB), candidata à reeleição, com 22%.

Intenção de voto estimulada para senador pelo Espírito Santo

  • Magno Malta (PL) – 29%
  • Rose de Freitas (MDB) – 22%
  • Carone (Agir) – 5%
  • Erick Musso (Republicanos) – 4%
  • Gilberto Campos Coletiva (PSOL) – 2%
  • Nelson Junior (Avante) – 1%
  • Felipe Skiter (PSTU) – 1%
  • Branco/Nulo – 17%
  • Não sabe/Não respondeu – 18%

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