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Portocel firma parceria com Multilift Logística para embarcar ferro gusa

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As duas empresas estão finalizando os detalhes da parceria e a operação está prevista para começar no segundo semestre

Aracruz (ES) – Como parte de sua estratégia de diversificação de cargas, Portocel está firmando parceria com a Multilift Logística, que passará a utilizar o porto, localizado em Barra do Riacho (Aracruz/ES), para movimentar ferro gusa. As empresas estão negociando os detalhes da operação, cujo início está previsto para ocorrer no segundo semestre deste ano.

A operação está alinhada à estratégia de Portocel de se consolidar como um porto de negócios e como opção logística diferenciada, a partir da sua reconhecida excelência operacional. Para a Multilift, Portocel é uma importante alternativa logística que possibilita uma solução de valioso diferencial para a carga. O calado mais profundo e uma infraestrutura dedicada elevam o grau de competitividade do Terminal, e consequentemente do mercado capixaba, a um patamar de relevante expressão.

Visualização da imagem“Estamos abertos a buscar novas parcerias estratégicas. Esse projeto materializa a construção de uma solução logística desenvolvida em parceria com a Multilift, que detém know-how e expertise nessa operação. As atividades serão realizadas em consonância com os padrões exigidos pelo cliente, pelo mercado e pelos órgãos reguladores”, destaca Alexandre Billot Mori, gerente geral de Operações Portuárias da Portocel.

“A exportação de ferro gusa pelos portos capixabas é de extrema relevância na balança comercial dos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, gerando valor em diversas cadeias produtivas destes estados há cerca de 60 anos. A parceria entre a Multilift, principal operador portuário dos produtores de ferro gusa no Porto de Vitória, e Portocel, um terminal portuário de alta performance e padrão de qualidade classe mundial, trará mais competitividade à solução de exportação pelo Espírito Santo e se integrará às demais infraestruturas que atualmente atendem o setor de ferro gusa”, complementa Rafael Fattorelli, diretor-presidente da Multilift Logística.

O presidente do Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais (Sindifer), Fausto Varela Cançado, reforça o significado da parceria. “Para os produtores de ferro gusa de Minas Gerais e do Espírito Santo, esta parceria entre o Portocel e a Multilift, com certeza, será uma solução de grande importância para a exportação de seus produtos, pois abre uma nova opção de embarque, principalmente, para navios de maior porte, com qualidade de operação e excelente infraestrutura”, comenta ele.

O presidente do Sindifer e o diretor-presidente da Multilifit estiveram no Portocel nesta última semana, onde se reuniram com executivos do Terminal e conheceram detalhes da infraestrutura e da capacidade operacional do Portocel.

Sobre a Multilift Logística – Atuando desde 1995 em armazenagem, operações portuárias e intermodais, a empresa tem atividades diretamente ligadas ao comércio exterior e à importação e exportação de produtos e insumos, tendo posição consolidada como um dos principais operadores portuários do Porto de Vitória. Opera em portos do Espírito Santo e conta com terminais rodoferroviários no estado capixaba, Minas Gerais e Bahia, estando integrada à malha rodoviária e ferroviária dos principais portos e centros econômicos do país. Atualmente a empresa é parte integrante do Grupo MIP, que atua no Brasil há 60 anos nos setores de montagem industrial, incorporações e construção civil, saneamento e energia, além do segmento logístico, e é formado também pelas empresas MIP Engenharia, MIP Construtora e MIP Investimentos.

Sobre Portocel – Com capacidade para embarcar 7,5 milhões de toneladas/ano de cargas, Portocel é reconhecido por sua eficiência na movimentação de produtos florestais e outras cargas, dispondo de completa infraestrutura logística, instalações e equipamentos integrados a diferentes modalidades de transporte: importação e exportação, longo curso e cabotagem, cargas gerais, projetos, granéis e operações de oil & gas. O porto é controlado por dois grandes players do setor de celulose e papel: a Suzano e a Cenibra. Com localização privilegiada no município de Aracruz (ES), o terminal está conectado por malha rodoviária e ferroviária aos principais centros produtivos e de consumo do país.

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Pais são presos suspeitos de torturar e matar filho de 1 ano em MT

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Os pais foram presos suspeitos de torturar e matar filho de 1 ano com socos e fio de carregador. Menino também recebeu um golpe no tórax. Depois de dar outra versão na delegacia, mãe confessou que viu a criança sendo agredida pelo pai

Um casal foi preso, na sexta-feira (23), suspeito de torturar e matar o filho de 1 ano, com socos e fio de carregador de celular, em Cáceres, a 250 km de Cuiabá. A mãe foi identificada como Stefanny Fontaneli Soares, de 20 anos, e o pai como Lucas da Rocha Ramos, de 21 anos.

Enzo Gabriel Fontaneli deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cáceres, levado pela mãe, com diversas marcas de lesões pelo corpo. Segundo a equipe médica, ele já não apresentava sinais vitais. Ainda assim, a equipe tentou a reanimação do garoto, sem sucesso.

A médica responsável pelo atendimento à criança informou que no exame físico realizado ficaram evidentes diversas marcas pelo corpo da criança, como hematomas, inclusive nos olhos, nódulos na cabeça e cicatrizes, entre elas a que mostra a marca de um carregador de celular.

A Polícia Militar foi acionada pela UPA e encaminhou a mãe da criança ao plantão da Delegacia de Cáceres.

A versão inicial da mãe, de 20 anos, foi de que na noite de quinta-feira (22), o filho teria caído de uma mureta e batido a cabeça.

Após a queda, os pais teriam dado banho no menino, que se queixou de dores pelo corpo. Depois de acalmarem o garoto, eles o teriam colocado para dormir mas, na manhã de sexta-feira (23), a criança estava fraca e não respondia aos chamados, quando então pediram ajuda e a mãe o levou à unidade de saúde.

No entanto, durante interrogatório na delegacia, a mãe acabou confessando à delegada Judá Maali Marcondes que viu a criança sendo agredida pelo pai, que não gostou de ouvir o pequeno Enzo chorar e se irritou com o filho. Ela disse que depois das agressões, a criança ficou desacordada, sendo então levada à UPA.

A apuração da Polícia Civil constatou que a criança passou por intenso sofrimento físico por um longo período, com diversas agressões causadas por objetos, como um fio de carregador de aparelho celular.

Além disso, o menino recebeu um golpe no tórax e vomitou. Com isso, o pai tornou a agredi-lo, diante do choro do garoto.

O pai da criança foi localizado na chácara onde mora, na Comunidade Taquaral, e preso em flagrante. Na casa, as equipes da Delegacia Especializada do Adolescente de Cáceres localizaram uma arma de fogo.

O pai também vai responder por posse ilegal de arma — Foto: PJC/MT

A delegada Judá Marcondes explicou que a mãe se omitiu no dever de cuidar e proteger o filho das agressões e por isso responderá também pelo homicídio qualificado.

“Essa criança foi torturada, sofreu agressões seguidas, que resultaram em sua morte”, pontuou a delegada.

Em depoimento na delegacia, o pai, de 21 anos, confessou as agressões contra o filho. Um laudo preliminar apontou indícios de que a criança tenha sido abusada sexualmente.

Os dois responderão pelo homicídio qualificado mediante tortura e recurso que impossibilitou a defesa, com agravante pelo fato da vítima ser menor de 14 anos. Além disso, também podem responder por estupro de vulnerável.

Após os procedimentos na Delegacia da Mulher de Cáceres, o casal será submetido a exame de corpo de delito e depois encaminhado para as respectivas unidades prisionais, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A delegada representou ao Poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva do casal. O homem foi autuado em flagrante também por posse ilegal de arma de fogo.

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Prazo para contestar auxílio emergencial negado termina neste sábado

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Saiba como proceder e quem tem direito a fazer a solicitação, realizada por meio do site do Ministério da Cidadania

O prazo para a contestar os pedidos de auxílio emergencial negados termina neste sábado (24), às 23h59. A data limite se aplica aos trabalhadores que se inscreveram pelos meios digitais e que tiveram a solicitação recusada na revisão mensal de julho.

Mensalmente, governo federal analisa os CPFs dos beneficiários para conferir se eles ainda se enquadram nos critérios para receber o auxílio.

De acordo com o Ministério da Cidadania, a contestação vai permitir uma nova análise com bases mais atualizadas dos dados da pessoa. O requerimento com o pedido de revisão deve ser feito pelo site da pasta (https://consultaauxilio.cidadania.gov.br).

“Após ingressar com os dados de identificação e clicar na aba correspondente ao auxílio emergencial 2021, a pessoa deve clicar no botão: contestar. A partir daí, precisa aguardar até que seja realizada uma nova análise da situação do seu benefício”, informou o ministério.

Após a contestação, o pedido será reanalisado pela Dataprev. A partir daí, é preciso aguardar até que a nova análise da situação do benefício seja concluída.

Se a razão que motivou o cancelamento permitir contestação, o trabalhador poderá voltar a receber o benefício.

O ministério disse que, caso não ocorra a aprovação por algum motivo de indeferimento definitivo, não será possível apresentar contestação, pois a situação que motivou o indeferimento não vai se alterar.

Pessoas que já tenham ficado inelegíveis para receber o auxílio antes e já tenham realizado a contestação não poderão submeter nova contestação.

Já os bloqueios feitos a pedido dos órgãos de controle não podem ser contestados ainda, pois estão sob análise do Ministério da Cidadania e da Dataprev. Esse tipo e bloqueio é feito de forma preventiva.

“Posteriormente, é definido pela liberação ou cancelamento do benefício em definitivo. Não há prazo definido para divulgação do resultado”, disse o ministério.

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