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Internacional

Portugal prolonga estado de emergência sanitária contra covid-19

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Medidas que serão aplicadas a partir da próxima terça-feira serão anunciadas no sábado e podem incluir uma divisão do país em vários níveis de restrições

Portugal prorrogou nesta sexta-feira até 8 de dezembro o estado de emergência sanitária, que está em vigor desde 9 de novembro, enquanto o governo ainda não especificou as medidas que serão aplicadas a partir de terça-feira.

O presidente da república, o conservador Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou que assinou um novo decreto que estabelece o estado de emergência pelo prazo de 15 dias, o máximo previsto na lei portuguesa.

“O estado de emergência durará o tempo que for necessário para combater a pandemia” do coronavírus, que poderá atingir o seu pico em Portugal “entre o final de novembro e o início de dezembro”, mas será “provavelmente” seguido de uma “terceira onda” em janeiro ou fevereiro, afirmou ele em um discurso televisionado.

O governo socialista se reuniu nesta sexta-feira em um conselho extraordinário de ministros para decidir as restrições sanitárias que serão estabelecidas sob o estado de emergência.

As medidas que serão aplicadas a partir da próxima terça-feira serão reveladas no sábado e podem incluir uma divisão do país em vários níveis de restrições dependendo da gravidade da situação epidemiológica.

Desde 9 de novembro, os municípios mais afetados estão sujeitos a toque de recolher noturno nos dias de semana e a partir das 13h nos fins de semana.

O teletrabalho é obrigatório mas, ao contrário do primeiro confinamento, as escolas estão abertas.

Cerca de 80% da população já está em processo de reconfinamento parcial.

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Internacional

Após vencerem eleições, agora democratas ficam contra lockdown

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Andrew Cuomo propõe relaxar o fechamento de Nova York: “Não teremos mais nada para abrir”

Sinal de esgotamento ou oportunismo, governadores e prefeitos estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia

Após a posse de Joe Biden, importantes políticos democratas estão dando sinais de que um alicerce do discurso que os levou à presidência da República não se sustenta. Não são poucos os analistas que consideram decisivos para a derrota de Trump os efeitos maléficos da pandemia na sociedade americana – e o contraponto de seus opositores ao defender ferrenhamente uma política de responsabilidade com duras restrições e isolamento social. Parece que a história mudou.

Agora, garantido o retorno à Casa Branca, a defesa intransigente de lockdown está dando lugar a um conveniente abrandamento das restrições – ainda mais se considerarmos que os EUA passam pela fase mais letal da pandemia que já matou 400 mil americanos.  Sinal de esgotamento ou oportunismo, o fato é que governadores como o de Nova York, o democrata Andrew Cuomo, estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia.

Cuomo promoveu uma dura paralisação já no primeiro semestre de 2020, quando o estado se tornou o epicentro do surto americano. Em maio, na sétima semana de fechamento, o governador foi categórico: “Feche tudo, feche a economia, se tranque em casa”. Agora, afirma, singelo: “Simplesmente não podemos ficar fechados até que a vacina atinja a massa crítica. O custo é muito alto. Não teremos mais nada para abrir.”

A prefeita de Chicago, Lori Lightfoot , foi outra voz a impor um duro confinamento. Em outubro passado, veio dela a ordem do toque de recolher às 22h nos bares, restaurantes e negócios não essenciais da cidade. “Este é um aviso”, disse Lightfoot, à época. “Não hesitarei em impor restrições”, completou, em tom de ameaça.

Já esta semana, a prefeita “avisou” em entrevista coletiva que planeja falar com o governador de Illinois, JB Pritzker, sobre as maneiras de reverter as restrições do COVID-19 a restaurantes e bares para permitir que reabram “o mais rápido possível”. Foi duramente criticada pela evidente contradição.

Os republicanos se referem a essa mudança de postura como “hipocrisia democrática”. Seja o que for, para continuar sendo a maior potência do planeta, os EUA precisam apontar para o mundo que caminho a economia americana tomará em 2021. E como pretendem enfrentar a pandemia que já põe de joelhos seus (até agora há pouco) combatentes mais empedernidos.

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Internacional

Incêndio em fabricante de vacinas na Índia deixa pelo menos 5 mortos

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De acordo com o Portal Uol, a direção da instituição afirmou que as vacinas contra a covid-19 não foram atingidos durante o incêndio

O incêndio no Instituto Serum, fabricante da vacina contra covid-19 desenvolvida pela Oxford e pela AstraZeneca, na Índia, deixou pelo menos 5 mortos, segundo informações do jornal local Times of India.

Segundo a publicação, ainda não se sabe o que causou o fogo que atingiu o prédio. As chamas atingiram dois andares, mas não os locais onde é fabricada a vacina.

De acordo com o Portal Uol, a direção da instituição afirmou que as vacinas contra a covid-19 não foram atingidos durante o incêndio.

As vítimas ainda não tiveram suas identidades confirmadas, mas acredita-se que são pessoas estavam trabalhando em uma obra no local e não funcionários do Instituto Serum.

O CEO da Serum, Adar Poonawalla, lamentou o acidente e prestou homenagem aos mortos em um tweet.

“Nós recebemos notícias tristes. Depois de mais investigações, descobrimos que infelizmente houveram mortes durante o incidente. Estamos profundamente tristes e oferecemos as nossas sinceras condolências aos familiares daqueles que partiram”, postou Poonawalla.

Recentemente, o Brasil anunciou que compraria 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca produzidas pela empresa indiana, mas a exportação ainda não foi autorizada pelo governo do país asiático.

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