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Prefeitos de nove cidades se unem para garantir a ampliação dos serviços da Rede Cuidar

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Um documento será assinado pelos prefeitos que integram a Rede Cuidar Região Central e será encaminhado ao Governo do ES solicitando participação para que os serviços da rede cuidar sejam ampliados.

Os prefeitos e secretários municipais de oito cidades capixabas que integram a Rede Cuidar Região Central, com sede em Linhares, estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (20) para dialogarem sobre a manutenção e a ampliação da capacidade de atendimento da Rede, atualmente responsável pelo acompanhamento do plano de cuidados de 1.843 pacientes referenciados no sistema compartilhado de gestão em saúde, que envolve a atuação das prefeituras municipais, governos do Estado e Federal.

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Em decorrência da pandemia foi registrada uma demanda reprimida de consultas, exames e atendimentos que precisaram ser viabilizados via Rede Cuidar. Com isso, houve a necessidade de ampliar  os serviços ainda em 2020, aumentando assim a quantidade de atendimentos para mais de 3 mil procedimentos por mês.

Considerando a qualidade nos serviços, há capacidade instalada da unidade para realizar um número maior de atendimentos para que os pacientes destas nove cidades continuem sendo assistidos nas diversas especialidades médicas, com a realização de exames oferecidos na Rede.

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A origem deste recurso foi a pauta do encontro que tratou  de apresentar alternativas para manter a ampliação dos serviços com a  qualidade no atendimento à população. A primeira delas,  será uma solicitação, dos oito  gestores presentes, ao governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, solicitando a garantia da ampliação serviços.

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Mas, os municípios também se mobilizaram para buscar alternativas para garantir o acréscimo na quantidade de procedimentos a serem atendidos. Todas estas alternativas também serão tratadas numa reunião junto à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) na próxima semana com a participação dos representantes municipais.

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“A Rede Cuidar Região Central foi criada em 2018 para regionalizar a Saúde Pública e melhorar a qualidade de vida da população capixaba que vive no interior, evitando o deslocamento dos pacientes para a Grande Vitória, e deu muito certo. Nós nos unimos para oferecer melhor assistência médico-hospitalar à população, com custos menores. Temos que ser criativos em um período de escassez de recursos públicos, mas não podemos comprometer os atendimentos à população. Tenho certeza que o Governo do Estado estenderá a mão para nos ajudar, mas em caso contrário saímos daqui com a certeza de que este valor será custeado pelos municípios”, disse o prefeito de Linhares, Guerino Zanon.

“Saúde é algo caro e difícil em qualquer lugar do mundo. Por isso, é necessário que Governo e municípios se unam para fazer essa força, atendendo melhor a população, indo além da atenção básica. Saúde é prioridade e se for preciso eu paraliso qualquer obra no Município para garantir a continuidade dos atendimentos da Rede Cuidar”, afirmou o prefeito de Sooretama, Alessandro Broedel, reforçando o propósito de ampliar a oferta de serviços ofertados na Rede.

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A expectativa do prefeito de Governador Lindenberg, Leonardo Finco, é de que o consórcio de saúde promova melhorias que não seriam viáveis sem a união entre os municípios. “Este é um momento muito importante. Sabemos que muitos municípios não têm capacidade financeira de ofertar determinados serviços de saúde, mas a partir do momento que se unem, esses municípios passam a ter essa condição. Governador Lindenberg vai acatar a decisão de todos para a manutenção destes serviços “, destacou o gestor.

Participaram do encontro os prefeitos de Linhares, Guerino Zanon; de Sooretama, Alessandro Broedel; de Marilândia, Gutim Astori; de Governador Lindenberg, Leonardo Finco; de Águia Branca, Jailson José Quiuqui, e de Vila Valério, David Pires Ramos; além dos gestores de saúde dos respectivos municípios.

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Cidades

Plataforma Recoloca Rio Doce tem vagas de emprego em Linhares e Baixo Guandu 

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Vagas são direcionadas às empresas contratadas que atuam nas ações de reparação e compensação executadas na região

Interessados em participar de processos seletivos e conquistar uma vaga de trabalho em Linhares, Baixo Guandu e região têm a plataforma Recoloca Rio Doce para cadastrar seus currículos. A ferramenta faz parte de iniciativa da Fundação Renova para reparar e compensar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão (MG). Com o foco em recolocar a população no mercado de trabalho, o Recoloca visa também levar desenvolvimento humano aliado ao objetivo de estimular a retomada do desenvolvimento econômico na região atingida.

Nesta semana, estão abertas quatro oportunidades de emprego para atuação nas ações de reparação e compensação executadas pela Fundação Renova. Dessas, duas vagas são disponíveis em Linhares e oferecidas pela empresa Palma Construtora e Incorporadora para a função de pedreiro. As outras duas vagas são em Baixo Guandu, na empresa Gênese Consultoria Ambiental, Planejamento e Construções para Técnico em Segurança do Trabalho.

As vagas e os requisitos podem ser conferidos na plataforma Recoloca Rio Doce, onde os profissionais interessados devem cadastrar seus currículos, e nos Sine locais dos municípios.

A ferramenta on-line e gratuita, desenvolvida pela Fundação Renova em parceria com a Kienbaum Consultoria, é um canal disponibilizado para as pessoas das comunidades atingidas que buscam inserção no mercado de trabalho.

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“O objetivo é formar um banco de currículos qualificado, no qual as empresas encontram profissionais conforme suas demandas. As empresas também anunciam as suas vagas”, diz Jucilene Junia Martins, analista do Programa de Estímulo à Contratação Local da Fundação Renova.

Com o uso da plataforma, os currículos impressos não serão mais considerados nos processos seletivos de fornecedores e parceiros da Fundação Renova. O cadastramento do currículo não garante a contratação, mas é requisito para concorrer às vagas. Os documentos digitais, unificados na plataforma, possibilitam um maior alcance e acesso às vagas, já que as necessidades das empresas são mapeadas e os candidatos, direcionados de acordo com as demandas de cada empreendimento. 

Capacitações de mão de obra

O Recoloca Rio Doce também oferece capacitações para o mercado de trabalho, como treinamentos e videoaulas sobre elaboração de currículos, o que possibilita o aprimoramento das habilidades dos profissionais dos profissionais das regiões impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão. A iniciativa amplia as possibilidades de os profissionais atingidos retornarem ao mercado de trabalho no município.

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Mão de obra local

A valorização da mão de obra local é um dos compromissos da Fundação Renova para execução das atividades de reparação, conforme previsto no Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) e no Termo de Acordo de Mariana. Fornecedores da Fundação Renova também consideram a priorização da contratação local para execução dos seus trabalhos.

Sobre a Fundação Renova

A Fundação Renova é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, constituída com o exclusivo propósito de gerir e executar os programas e ações de reparação e compensação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

A Fundação foi instituída por meio de um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado entre Samarco, suas acionistas Vale e BHP, os governos federal e dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de uma série de autarquias, fundações e institutos (como Ibama, Instituto Chico Mendes, Agência Nacional de Águas, Instituto Estadual de Florestas, Funai, Secretarias de Meio Ambiente, dentre outros), em março de 2016.

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“Caixaça Econômica”: distribuidora do ES faz sucesso com nome, mas Caixa pede alteração

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A distribuidora de bebidas fica no bairro Nova Rosa da Penha, em Cariacica, e viralizou nas redes sociais

Uma distribuidora de bebidas bombou nas redes sociais após adotar um nome fazendo alusão à Caixa Econômica Federal. A criatividade do proprietário do estabelecimento, que fica no bairro Nova Rosa da Penha, em Cariacica, deu o que falar e a “Caixaça Econômica” ganhou destaque nacional. 

A brincadeira, mesmo sendo positiva para o estabelecimento, chamou a atenção até da diretoria da Caixa, que solicitou que o nome da distribuidora fosse alterado, inclusive as cores e a fonte usadas. 

Antes de se tornar uma distribuidora de bebidas, o local funcionava como uma loja de conveniência, que vendia utensílios para o lar. Os proprietários, Adilson Ramos Júnior e Francini Moreira Alves, resolveram mudar o ramo de atuação e colocaram um nome diferenciado para chamar a atenção de clientes e tentar aumentar as vendas.

“Aqui funcionava uma loja de conveniência, mas o negócio não estava dando muito certo. Nessa região, o comércio muito forte é de bebidas. Como atuo nesse negócio há muitos anos, resolvi mudar para uma distribuidora. Eu e minha esposa pensamos juntos e chegamos neste nome para chamar a atenção”, afirmou o proprietário.

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Em julho, um pastor, do Rio de Janeiro, estava no Espírito Santo a passeio. Quando esteve em Cariacica, pediu ajuda para encontrar um banco da Caixa, pois precisava realizar uma transação.

Foi quando os moradores deram o endereço da distribuidora do Adilson, conhecido também como “Bil”. Quando o homem chegou no local, ficou impressionado, gravou um vídeo contando a história e publicou em uma rede social.

O que Bil e Francini não imaginavam era que o vídeo daria tanta repercussão. Depois de três dias nas redes sociais, a gravação já passava de 2 milhões de visualizações.

O nome continuou chamando a atenção. Diversos moradores da região contaram que gostaram da criatividade com a escolha do nome da distribuidora. Muitos, inclusive, gravaram vídeos no local, que acabou virando “ponto turístico”.

Por ter viralizado, a história chegou ao conhecimento da Caixa Econômica Federal que, segundo o proprietário da distribuidora, teria notificado ele e a esposa, pedindo que eles retirassem referências à instituição da placa.

“A Caixa me procurou no quinto dia e pediu para tirarmos a identidade deles, que é o X. Já tiramos e já estamos com outra placa para fugir disso”, contou.

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Procurado pela reportagem, o banco confirmou que encaminhou notificação para a retirada das marcas de qualquer anúncio publicitário, ação promocional, fachada ou referência visual na internet.

A Caixa disse ainda que é a titular exclusiva dos direitos de utilização das marcas institucionais e que a utilização indevida constitui crime contra a propriedade intelectual.

Os empresários fizeram uma alteração na marca e substituíram o “X” nas cores branco e laranja, característico do banco, pelas letras “CH”. O azul-escuro e a tipografia que lembra a mesma utilizada pela instituição foram mantidas. A placa com a nova marca da distribuidora deve ser instalada até o final da semana.

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