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São Mateus

Prefeitura não paga o aluguel social e moradores ficam ao Deus dará

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São Mateus – A Prefeitura de São Mateus suspendeu o pagamento do aluguel social das pessoas que tiveram suas casas demolidas devido a situação de risco de desabarem. Como se isso não bastasse, o repasse para a empresa que constrói as novas casas também ficou sem receber e as obras foram paralisadas.

Diante dessa situação, os moradores do bairro Vitória, que estão nesse programa social, podem ser despejados, uma vez que, sem o repasse, o aluguel social não vem sendo pago.

As casas dessas pessoas foram demolidas e a Prefeitura, em contrapartida, assumiu o compromisso de construir novas casas para essas famílias. Como a municipalidade não vem fazendo o repasse para pagar a empresa construtora das casas, as obras foram paralisadas. O repasse, segundo fontes ouvidas pelo JN, para o pagamento do aluguel social dessas famílias também foram suspensos pelo prefeito Ailton Cafeu e esses moradores podem ficar desamparados porque correm o risco de serem despejados por falta de pagamento desses aluguéis.

Uma moradora, que faz parte do grupo do bairro Vitória que recebe o Auxílio Moradia, disse que o repasse está atrasado há dois meses e os proprietários das casas alugadas sem receber pelo aluguel podem despejar os moradores. “Estamos tirando dinheiro de onde não temos para cobrir o aluguel, mas vai chegar uma hora em que não vamos conseguir pagar e o dono dos imóveis podem nos colocar para fora da casa”, relata a moradora.

Famílias vêm recebendo a visita de assistentes sociais da municipalidade dizendo que nova análise está sendo feita para elaboração de uma nova relação para recebimento do aluguel social.

Procurada para se posicionar sobre essa questão, a Prefeitura de São Mateus não se pronunciou. Enquanto isso os moradores que estão nessa situação, seguem na incerteza e correndo o risco de ficarem ao “Deus dará”.

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São Mateus

Na segunda sessão de 2022, mais três projetos de lei aprovados

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São Mateus – Com pareceres favoráveis das comissões afins, a Câmara Municipal aprovou esta semana três projetos de lei que tratam de saneamento básico, transporte de passageiros por taxímetro e doação de área pública. De autoria do Poder Executivo, os projetos 016/2021, 030/2021 e 031/2021 foram aprovados por unanimidade, em turno único, na sessão ordinária de terça-feira (11/01), quando também obtiveram aprovação 19 indicações e duas moções de Pesar.

PL 016/2021
Primeiro aprovado, o Projeto de Lei 016/2021 revisa o Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico do Município de São Mateus, com abrangência em abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem urbana e manejo de águas pluviais.
O texto aprovado estabelece que a próxima revisão do Plano seja periódica, em prazo não superior a quatro anos. Constituem órgãos executivos deste Plano, as secretarias municipais de Meio Ambiente, de Saúde, de Planejamento, Captação de Recursos e Desenvolvimento Econômico e de Obras, Infraestrutura e Transportes, além do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). Como órgão superior, o Plano possui o Conselho Gestor de Saneamento Básico, com caráter consultivo e deliberativo.

PL 030/2021
O Projeto de Lei 030/2022 regulamenta o serviço de transporte de passageiros em veículos de aluguel a taxímetro. Conforme o texto aprovado, compete à Secretaria Municipal de Defesa Social, entre outras atribuições, regulamentar, gerenciar, supervisionar, fiscalizar e coibir serviços de táxis irregulares ou ilegais.
A execução do serviço de táxi está condicionada à expedição de alvará de licença para trafegar com veículo, bem como cadastro de condutores e equipamentos. Ficam também regulamentadas as características de padronização da frota, com veículos na cor branca e faixas ao redor nas cores azul, verde e branco.
A Secretaria de Defesa Social poderá cadastrar até dois veículos por permissionário, desde que comprove propriedade ou posse dos mesmos. Além do permissionário, será admitido cadastramento de até dois condutores auxiliares por concessão. Esses condutores devem trajar uniforme com calça preta, camisa azul claro e sapato fechado.
De acordo com o projeto aprovado, São Mateus terá o máximo de um táxi por cada 1.000 habitantes, conforme o censo atual. As tarifas serão regulamentadas por decreto do Executivo Municipal, após consulta e deliberação do Conselho de Trânsito e Transporte (Comuttran), podendo variar por bandeiras I (6h até 19h59) e II (20h até 5h59, além de sábados, domingos e feriados). O PL reforça que o uso de taxímetro é obrigatório em São Mateus.

PL 031/2021
Com a aprovação do Projeto de Lei 031/2021 fica prorrogado o prazo para que o Serviço Social do Transporte (Sest) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte concluam a construção de sua sede na área de 21.204,34 metros quadrados doada pelo Município. As obras foram impactadas pelas restrições sanitárias impostas pela pandemia do novo coronavírus, conforme justificativa do Poder Executivo.

VETO
Na sessão deste 11 de janeiro, a Câmara Municipal ainda manteve por unanimidade o veto integral do prefeito ao Projeto de Lei 047/2021, de autoria da vereadora Ciety Cerqueira, que instituía o reconhecimento do caráter educacional e formativo da capoeira em suas manifestações culturais e esportivas e permitia o celebração de parcerias para o seu ensino nos estabelecimentos de educação básica públicos no Município de São Mateus.

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São Mateus

Obras na galeria pluvial é mais uma tentativa de a Prefeitura resolver o problema das enchentes nas proximidades do Mercado Municipal

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Milhões de reais foram gastos e as enchentes continuam e crateras são abertas após as enxurradas na cidade de São Mateus

Mais uma obra na região do Mercado Municipal Wilson Gomes, no centro da cidade de São Mateus, com a finalidade de acabar com os constantes alagamentos naquela área e pondo fim a abertura de crateras no asfalto, colocando em riscos veículos e pedestres. Foram inúmeras obras e nenhuma delas solucionaram o problema, mas consumiram milhões de reais dos cofres públicos.

De acordo com alguns engenheiros ouvidos pelo JN, não existe um projeto consistente para o local. “A impressão é que as coisas são feitas por quem não conhece a cidade”, disse um dos engenheiros ouvidos.

Todas as obras que foram executadas não resolveram o problema. Ano passado foram trocadas as manilhas de 600 mm por outras maiores de 1.500 mm, não somente na Avenida Coronel Mateus Cunha como também na rua Hélio Orlandi e os alagamentos continuaram, como ficaram demonstrado nas recentes chuvas que assolaram a cidade. Não adianta aumentar o diâmetro das manilhas para receberem o grande volume de água, se não existe vazão para um lugar em que a água possa escoar. Pelo menos é o que disseram engenheiros e ouvidos pela reportagem.

Um projeto foi apresentado ao prefeito, na ocasião, Ailton Cafeu. Pelas explicações e apresentação do projeto para membros da Prefeitura, uma luz acendeu no final do túnel. Com a saída do prefeito interino e o retorno de Daniel Santana, até então afastado por suspeita de corrupção, o assunto foi engavetado.

Enquanto isso, as obras paliativas continuam sendo executadas e os alagamentos e aberturas das crateras nas ruas e avenidas continuam.

“Milhões foram jogados nessas crateras, mas seria melhor que nessas crateras fossem jogados maus gestores do dinheiro público”, disse um morador de uma das ruas que costumam ficar intransitáveis quando chove.

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