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Segurança

Presos confeccionam máscaras de tecido para prevenção ao COVID-19

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De dentro de unidades prisionais sai o apoio para prevenção ao novo Coronavírus (Covid-19). Máscaras em tecido, recomendadas para pessoas não infectadas, estão sendo confeccionadas no Centro Prisional Feminino de Colatina (CPFCOL) e no Centro de Detenção Provisória de Aracruz (CDPA).

Em Colatina, a direção tomou a iniciativa de confeccionar máscaras e de distribuir kits de higiene pessoal para servidores. Mais de 60 servidores foram contemplados e a produção continua para ofertar à equipe de outros presídios.

Em Aracruz, a produção se faz a partir da doação dos insumos para confecção das máscaras e os internos que participam do projeto estão sendo qualificados por uma voluntária. O material recebido será utilizado na confecção de cerca de 5 mil peças que serão distribuídas entre os servidores da unidade, instituições e asilos do município.

A subsecretária de Ressocialização da Sejus, Roberta Ferraz, explica que a Secretaria está adquirindo a matéria-prima para que mais máscaras possam ser confeccionas de larga escala e ressalta a satisfação pelo movimento já iniciado nas unidades.

“Estamos enfrentando um momento de dificuldades e também de solidariedade. Ao mesmo tempo que lidamos com a doença e com o isolamento, vemos iniciativas que buscam amenizar seus contratempos. Algumas unidades foram proativas e tinham os equipamentos para iniciar uma produção, outros conseguiram parceiros e voluntários, e a ideia foi abraçada pelos internos. Esperamos em breve dar uma contribuição ainda maior e ajudar a conter essa doença, lembrando sempre que as máscaras em tecido são complementares aos cuidados da higienização das mãos e do isolamento social”, reforça a subsecretária.

Uso de máscaras em tecido

O Ministério da Saúde orienta que máscaras de modelos simples, em pano, também funcionam como barreiras na propagação do novo Coronavírus.

Para garantir sua eficiência, é preciso que a máscara em tecido siga algumas especificações: que tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja dupla face e que seja individual. A recomendação do é que a máscara cubra totalmente a boca e nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.

As máscaras em tecido podem ser usadas por cerca de duas horas e devem ser lavadas com água sanitária sendo deixadas de molho por cerca de dez minutos. O uso da máscara não substitui as recomendações da higienização das mãos com água e sabão, ou álcool em gel. Mesmo com o uso das máscaras em tecido, é recomendado que não se leve a mão ao rosto.

Prevenção à doença nos presídios

A Sejus elaborou um protocolo contra a doença que é seguido por todas as unidades prisionais do Estado. O documento estabelece as diretrizes de cuidado com a saúde e higiene dentro das instalações. As atividades escolares e os cursos de qualificação profissional estão suspensos, assim como a assistência religiosa, que é executada por voluntários de diversas denominações religiosas.

Na última semana,  considerando o crescimento dos casos no Espírito Santo, a Secretaria determinou a suspensão das visitas aos detentos e das atividades laborais externas dos custodiados.

A higiene do ambiente de trabalho, que já é feita de forma constante e regular, tem sido reforçada neste período.

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Segurança

Homem se passa por mulher, comete estupro virtual e obriga amigo a engolir moeda

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Suspeito finge ser mulher por anos, se relaciona com melhor amigo, exige fotos íntimas e manda ele cumprir “tarefas” como até comer fezes

A Polícia Civil de Fortaleza, no Ceará, indiciou um homem de 27 anos por crimes de estupro virtual, falsa identidade e extorsão contra o próprio amigo. O suspeito conseguiu fotos íntimas do amigo após se passar por mulher na internet e obrigava a vítima a fazer “tarefas”, como engolir moedas.

Segundo a polícia, Ayrton Andrade Pereira da Silva conhecia a vítima há quase dez anos, mas fingiu ser mulher, manteve um relacionamento virtual com o amigo, que tem 24 anos, e, após conseguir fotos íntimas dele, passou a extorqui-lo.

O agressor ameaçava a vítima até com fotos de caixões, dizendo que mataria parentes dele caso não fizesse o que o suspeito queria.

Ayrton obrigava a vítima a fazer algumas “tarefas” que deveriam ser filmadas, além de pedir dinheiro. Para provar que estava fazendo as “atividades”, a vítima era obrigada a gravar as ações, como engolir uma moeda colocada em um copo com água.

A vítima também foi obrigada a colocar um copo de vidro no ânus, que se quebrou e a machucou. Foi por isso que o homem relatou o crime à família, que registrou uma denúncia na polícia. Outras “tarefas” incluía comer as próprias fezes e beber a própria urina retirada do vaso.

O caso foi denunciado pela vítima em 2020 e, desde então, era investigado pelo 5º Distrito Policial, que localizou Ayrton no Maranhão. A Polícia Civil ainda investiga o caso para identificar outras possíveis vítimas do suspeito.

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Segurança

Empresário suspeito de lavagem de dinheiro é preso pela PF em Vitória

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Operação “Masqué”, feita em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, combate crimes contra o sistema financeiro nacional

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quinta-feira (13), em Vitória, um empresário suspeito na participação de um esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. 

O detido foi alvo da terceira fase da “Operação Masqué”, feita para combater crimes contra o sistema financeiro nacional. A PF realiza em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

De acordo com a PF, a ação deveria cumprir dois mandados de prisão preventiva. Porém, o outro suspeito não foi encontrado em Vila Velha e foi considerado foragido pela Justiça. O nome do empresário será inscrito na lista de procurados da Interpol, composta por 190 países.

Como se trata de captura e prisão, os nomes não foram divulgados em razão da Lei de Abuso de Autoridade.

A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

Os suspeitos responderão por três crimes: lavagem de dinheiro (prisão de três a dez anos e multa), organização criminosa (prisão de três a oito anos e multa), evasão de divisas (prisão de dois a seis anos e multa). 

Entenda as fases da operação

Na primeira fase, deflagrada ainda em 2019, a investigação apurou um esquema de evasão de divisas com a utilização de empresas que falsificavam e repetiam documentação para enviar dinheiro para o exterior. 

Naquele momento, a Justiça Federal decretou o sequestro de dezenas de imóveis avaliados em cerca de R$ 40 milhões.

Já na segunda fase, o objetivo foi investigar o crime de lavagem de dinheiro praticado pelos envolvidos na primeira fase da operação policial de mesmo nome, em especial, mediante a compra de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros, além de empréstimos feitos fora do mercado formal de crédito.

O nome da operação é uma referência a ação dos investigados que buscava mascarar a real propriedade de vultoso patrimônio adquirido ilegalmente por meio das atividades da organização criminosa.

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