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Mundo Cristão

Príncipe William diz que a Igreja tem sido um refúgio essencial durante a pandemia

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O Príncipe William afirmou que a Igreja tem sido um refúgio essencial para muitas pessoas durante a pandemia da Covid-19. A declaração foi feita durante a Assembleia Geral da Igreja da Escócia, na manhã do último sábado (22), em que o duque de Cambridge compareceu como Lorde Alto Comissário, representando a Rainha Elizabeth.

“Sei que para muitas pessoas na Escócia e além, a Igreja tem sido um refúgio essencial durante o ano passado, incrivelmente desafiador de pandemia”, afirmou.

O duque também afirmou que também encontrou refúgio na igreja após a morte de sua mãe, a Princesa Diana. Ele revelou que achou consolo ao frequentar a igreja perto da propriedade Balmoral, na Escócia, no dia que recebeu a notícia do falecimento.

“Eu estava em Balmoral quando me disseram que minha mãe havia morrido. Ainda em estado de choque, encontrei refúgio no culto em Crathie Kirk naquela mesma manhã e, nos dias sombrios de tristeza que se seguiram, encontrei conforto e consolo no exterior escocês”, disse.

Para o Príncipe William, existe uma profunda conexão de sua família com a Escócia, que durará para sempre. Foi também em terras escocesas que ele conheceu sua esposa, Kate Middleton.

“Nem é preciso dizer que a cidade onde você conhece sua futura esposa ocupa um lugar muito especial em seu coração. George, Charlotte e Louis já sabem o quanto a Escócia é querida para nós dois e estão começando a construir suas próprias memórias felizes aqui também”, disse William.

O duque finalizou seu discurso na Assembleia Geral citando uma passagem bíblica: “Foi sugerido que eu tome Provérbios 19:20 como meu guia: ‘Ouça os conselhos e aceite as instruções, para que possa adquirir sabedoria no futuro.’ E, claro, o próprio Jesus disse isso de forma mais sucinta: ‘Quem tem ouvidos, ouça’”.

E concluiu: “Sei de todas essas questões e muito mais farão parte de suas deliberações na Assembleia Geral nesta semana. Desejo a todos o melhor para essas discussões e estou ansioso para ouvir suas conclusões e compartilhar algumas de minhas próprias reflexões durante a cerimônia de encerramento”.

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Mundo Cristão

Cultura do cancelamento foi profetizada por Jesus no Sermão da Montanha, diz pastor

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Crenças antibíblicas são a base da cultura do cancelamento, uma prática que se encaixa no que Jesus prenunciou sobre o fim dos tempos no Sermão da Montanha, afirmou o pastor e escritor David Jeremiah.

O pastor abordou a cultura do cancelamento em um sermão, afirmando que o objetivo de punir e condenar ao ostracismo as pessoas que não se encaixam no politicamente correto se opõe à mensagem de Jesus.

Jeremiah é pastor da igreja Shadow Mountain Community, na cidade de El Cajon, Califórnia (EUA). No sermão, ele recapitulou que os mandamentos de Jesus sobre amar a Deus e ao próximo é o principal valor bíblico transgredido pela impiedosa prática secular.

“A cultura do cancelamento tem como foco o julgamento, a acusação e a punição. E o objetivo daqueles que cancelam os outros é transmitir seus pecados de coluna em coluna, e nunca permitir que sejam removidos ou esquecidos. O objetivo de Cristo, por outro lado, é o amor, a misericórdia e a graça”, pregou o pastor.

Jesus “passou muito tempo em Seus dias com pessoas que haviam sido canceladas, por assim dizer”, disse Jeremiah, mencionando a mulher samaritana e os leprosos.

“Seria bom pensar que a cultura do cancelamento é uma fase temporária pela qual nosso mundo está passando. Mas a sociedade está se tornando mais intolerante e polarizada a cada dia. E não tenho certeza se veremos uma reversão de todas essas tendências. Os elementos mais insidiosos da cultura do cancelamento são uma forma maligna de maldade e autoimportância comuns à natureza humana”, conceituou o pastor.

Sermão da Montanha

“O que estamos vendo hoje me lembra o que Jesus descreveu em Mateus 24. Antecipando esta grande tribulação, Jesus predisse uma série de sinais que indicarão o fim da história. […] Existem vários termos nesses versos que representam o ethos da cultura do cancelamento”, disse ele, definindo essa prática como uma “cultura de desdém”.

Aprofundando a reflexão sobre o tema, o pastor acrescentou que “Jesus falou sobre a facilidade com que as pessoas se ofenderiam nos dias que antecederam a tribulação”.

Em seguida, constatou: “Você já percebeu como é fácil as pessoas se ofenderem hoje em dia? Nenhum de nós quer ser ofensivo. Mas não parece que as pessoas em todos os lugares se ofendem facilmente? Quanto tempo até que alguém nos veja lendo um Bíblia no avião e se sinta desconfortável? Quando alguém vai se ofender quando usarmos uma camiseta com o versículo João 3:16? E a cruz em seu pescoço que pode te colocar em apuros?”.

O pastor reiterou as palavras de Jesus sobre a sociedade no período em que o fim dos tempos estivessem em marcha, dizendo que ela será formada por “pessoas que ativamente arrancam pela raiz, expõem e traem todos ao seu redor”.

“Você não diria que esse tipo de traição é comum em nosso mundo hoje? […] Todos nós temos erros de nosso passado que gostaríamos de esquecer. Todos nós fizemos escolhas que lamentamos e decisões que corrigiríamos ou refaríamos se tivéssemos a chance. Mas em um mundo alimentado pela cultura do cancelamento, esses erros não podem permanecer no passado”, argumentou.

A maligna cultura do cancelamento se resume a engano e desconexão, avaliou Jeremiah: “Surpreendentemente, um estudo recente revelou que quase metade dos americanos não fez um novo amigo nos últimos cinco anos […] A cultura que conduz à tribulação e ao fim da história será caracterizada por frieza em nossos sentimentos uns pelos outros”.

Ao final, o pastor exortou os cristãos a abraçarem quatro “conceitos não canceláveis” em um mundo marcado pela cultura do cancelamento: sabedoria, coragem, perdão e amor: “Não é fácil viver como membros do Reino de Deus em um mundo cada vez mais hostil aos seus valores. Esta é a experiência compartilhada por cada geração de cristãos desde a primeira geração. Portanto, tivemos 2.000 anos para nos preparar para estes dias. Uma coisa sabemos: as recompensas de seguir Jesus Cristo sempre valem a pena”.

De acordo com o portal Christian Headlines, esse sermão faz parte de uma série que embasarão seu próximo livro, Where Do We Go from Here? (“Para onde iremos daqui?”, em tradução do inglês).

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Mundo Cristão

Padre diz que “esquerdistas são anticristãos”, durante missa

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O pároco Pablo Henrique também é médico e apoiador confesso de Bolsonaro

O padre goiano, Pablo Henrique de Faria, de 43 anos, causou polêmica ao dizer em uma missa da Paróquia São Paulo VI, em Iporá, que os movimentos e militantes esquerdistas são “anticristãos”.

Faria é padre há apenas três anos, médico e apoiador declarado do presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita com base em uma passagem bíblica que fala sobre os “lobos” que querem destruir a igreja. Para o religioso, os esquerdistas seriam como esses “lobos”.

“Nós estamos vivendo o momento mais dramático que eu já vi. Eu não poderia imaginar, há 10 anos, o que estamos vivendo hoje. É assustador. E que fique bem claro: movimentos esquerdistas são anticristãos. Se você é esquerdista, desses partidos, converta-te. Não é cristão, caramba! Não misture”, disse o padre.

Abordagem de assuntos polêmicos

Pablo não esconde os seus posicionamentos nas redes sociais. Pelo contrário, o pároco já é conhecido por abordar assuntos como o aborto, identidade de gênero,  e linguagem neutra, que para ele é uma estupidez, além de defender o voto impresso.

O padre também exorta que a esquerda está seduzindo os jovens e os usando para fortalecer as pautas anticristãs.

“Eles [os esquerdistas] agem o tempo inteiro para a imoralidade, para destruir a família, os valores cristãos. Os coitados dos homossexuais, usados de massas de manobra, criam todas essas manifestações contra a moral”, concluiu.

 

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