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Cidades

Produtor rural perde R$ 3 milhões com estragos causados por ventania e granizo no interior do ES

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A Fazenda Ouro-Verde e Agropecuária 3A registrou diversos danos e prejuízos após a ventania e a chuva de granizo

Um produtor rural perdeu cerca de R$ 3 milhões na safra de café e banana, deste ano, devido à forte ventania e a chuva de granizo que atingiram cidades do interior do Espírito Santo, na última semana. A Fazenda Ouro-Verde e Agropecuária 3A registrou prejuízos, após a noite da última terça-feira (17).

A área total corresponde a 66 hectares e fica localizada em Mucurici, no Norte capixaba, onde houve um prejuízo em 50% da lavoura de café e 100% na plantação de bananas. O proprietário Altierre Miossi contou as perdas causadas pela chuva.

“Minha produção de banana foi 100% de prejuízo, em 40 mil plantas, e a produção de café 50% para o que estava previsto para o próximo ano”, lamentou.

Ele fez a pulverização do café para tentar a recuperação para brotação, mas para a próxima safra não irá conseguir. “Foi destruído as gemas da próxima formação que ia ter em setembro, no máximo, mas a gente não consegue recuperar até lá. Só pra manter a planta viva”, explicou.

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Quanto a plantação de banana, o produtor disse que deve esperar a hidratação da fruta. “Se brotar, né… por causa do gelo. Tem que esperar de 15 a 20 dias pra ver se a planta vai sobreviver”, disse. 

“Aparentemente ela está viva, está bem, mas infelizmente esse cacho que a gente teria de colheita, não tem mais”, complementou.

Outros produtores também registraram estragos em lavouras. Os danos foram causados na noite de quarta-feira (18). Dentre as áreas afetadas estão Marilândia, Colatina, Águia Branca e São Gabriel da Palha.

Em Rio Bananal também houve desfolha no cafezal, resultado de um vento frio acentuado durante a madrugada. Em outros, teve até registro de granizo.

As imagens mostram os danos que a ventania causou em uma lavoura da região de Humaita, em Linhares. Fernanda Marin é produtora rural em São Mateus e secretária executiva da Associação Agricultura Forte. 

Ela contou que os municípios enfrentaram muita ventania e frio, que destruíram várias lavouras. 

A produtora informou que os grãos maduros que caíram no chão, uma parte pode ser aproveitada, mas não totalmente. Assim como a perda das folhas nos pés de café, o que trouxe um prejuízo enorme para a safra deste ano.

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Houve perda total na lavoura de banana, mas Fernanda ainda tem esperança na retomada dos profissionais. “Estamos vendo com instituições financeiras e parlamentares uma forma de ajudar os produtores a se recuperarem”, disse.

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Cidades

Ranking Internacional: Vila Velha é a mais transparente da Grande Vitória

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Vila Velha é a cidade líder da Grande Vitória em transparência pública e governabilidade. O dado é da ONG Transparência Internacional, que avaliou todos os 78 municípios do Espírito Santo no Ranking Capixaba de Transparência e Governança Pública 2022, lançado nesta terça (5).

Vila Velha é o 2º lugar geral no Espírito Santo com 95,73 pontos. O município está entre os poucos com nota considerada ótima.

O objetivo é estimular essas prefeituras a melhorarem suas agendas de transparência, participação cidadã, abertura de dados, transformação digital, acesso à informação e combate à corrupção.

A escala do ranking vai de 0 a 100 pontos. A nota 0 (péssimo) significa que a prefeitura é avaliada como fechada à participação da sociedade e 100 (ótimo) indica que ela oferece alto grau de transparência e participação social.

Para se chegar ao resultado, foram avaliados os portais de transparência e sites oficiais das prefeituras capixabas, usando metodologia da Transparência Internacional – Brasil, com o objetivo de oferecer um instrumento adicional para que a sociedade, a imprensa e os próprios órgãos de controle tenham acesso à informação e monitorem as ações do poder público na promoção da transparência, da participação social e no combate à corrupção.

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O prefeito Arnaldinho Borgo disse que o município deu um salto em transparência pública e isso mostra o nível de comprometimento e respeito não só com os recursos, mas mostra para os munícipes e órgãos de controle como esses recursos voltam à sociedade. 

“Em 2020 estávamos em 23º lugar, chegamos ao 3º em 2021 e já estamos melhor colocados na avaliação da Transparência Internacional. Ou seja, Vila Velha bem avaliada por órgão internacional, se destacando e caminhando para a 1ª colocação na avaliação oficial do Tribunal de Contas, previsto para ser divulgado no próximo mês de agosto. Esse dado é muito importante, fruto de muito trabalho da nossa equipe qualificada”, avalia o prefeito Arnaldinho Borgo. 

O secretário de Controle e Transparência, Otávio Postay, ressalta que “o resultado positivo reflete o conjunto de várias ações internas voltadas para o desenvolvimento de uma gestão pública transparente, que oferece informações à sociedade, permitindo ao cidadão colaborar no controle das ações do governo e se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam”.

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Confira aqui o ranking completo com as notas dos municípios capixabas.

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Cidades

Nova carga: primeiros vagões de celulose solúvel chegam ao Portocel

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A carga, da LD Celulose, chegou por ferrovia, oriunda da fábrica que fica na região do Triângulo Mineiro

Aracruz – O Portocel, terminal portuário situado no município de Aracruz (ES), recebeu no final da última semana 62 vagões de celulose solúvel produzida pela LD Celulose, que iniciou a operação de sua fábrica instalada entre os municípios de Indianópolis e Araguari, no Triângulo Mineiro. Este é o primeiro carregamento do produto e marca o início da parceria da empresa com o Portocel, que deve exportar toda a produção da companhia – cerca de 500 mil toneladas/ano quando estiver operando a plena capacidade. 

Para operar com essa nova carga, Portocel investiu cerca de R$ 38 milhões em adequações de infraestrutura, incluindo a ampliação do ramal ferroviário e a cobertura de um trecho dos trilhos. A primeira carga, recebida na noite do dia 1º de julho, foi estocada na área de armazéns do porto, enquanto aguarda o embarque.

A LD Celulose, uma joint venture entre o grupo austríaco Lenzing e a brasileira Duratex, vai destinar a produção ao abastecimento das unidades da Lenzing, que fornece fibras celulósicas a fabricantes globais de têxteis e não tecidos. A chegada dessa nova carga está alinhada à estratégia de Portocel de atrair novos clientes e fortalecer seu posicionamento como opção logística diferenciada.

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O Terminal, controlado pela Suzano e Cenibra, é reconhecido pela excelência na movimentação de produtos florestais, e vem utilizando essa mesma excelência para atrair outros clientes e diferentes tipos de carga. Um exemplo é a movimentação de granito, iniciada no final de 2020, além de produtos siderúrgicos e outros materiais que o porto já movimenta. 

“Temos investido fortemente em modernização, com novas tecnologias e aperfeiçoamento de nossas equipes. Assim estamos fortalecendo a parceria com os atuais clientes e atraindo novas cargas. Somos um porto multimodal, podemos receber carga por ferrovia, rodovia e por cabotagem marítima, condições que nos diferenciam em logística portuária”, destaca Valeria Becalli Provete, gerente de Estratégia e Gestão de Novos Negócios de Portocel.

Sobre Portocel – Com capacidade para embarcar 7,5 milhões de toneladas/ano de cargas, Portocel é reconhecido por sua eficiência na movimentação de produtos florestais e outras cargas, dispondo de completa infraestrutura logística, instalações e equipamentos integrados a diferentes modalidades de transporte: importação e exportação, longo curso e cabotagem, cargas gerais, projetos, granéis e operações de oil & gas. O porto é controlado por dois grandes players do setor de celulose e papel: a Suzano e a Cenibra. Com localização privilegiada no município de Aracruz (ES), o terminal está conectado por malha rodoviária e ferroviária aos principais centros produtivos e de consumo do país.

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