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Política e Governo

Proposta de deputado garante direito de dois vínculos de trabalho para pedagogos na rede pública

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Bruno Lamas quer garantir aos profissionais de Pedagogia duas cadeiras remuneradas, assim como já ocorre com os professores, para ampliar as oportunidades de atuação para categoria

O deputado estadual Bruno Lamas (PSB) quer corrigir uma injustiça e garantir aos pedagogos o direito de ter dois vínculos de trabalho remunerados na rede pública estadual, assim como já ocorre com os professores.

Pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria de Bruno que foi lida hoje (11) durante sessão da Assembleia Legislativa – e que conta com o apoio de 10 deputados –, o pedagogo poderá, caso a PEC seja aprovada, atuar em dois cargos de natureza técnico-pedagógica exercidos em instituições educacionais municipais; um no Estado e outro em escola municipal ou federal; ou ainda possuir um cargo municipal e outro exercido em instituição educacional federal.

“Por meio desta PEC à Constituição Estadual, estamos corrigindo uma injustiça muito grande com os pedagogos, profissionais tão importantes na comunidade escolar. Hoje, o pedagogo é impedido de ocupar duas cadeiras. Outros profissionais podem e os pedagogos, não. Mas é possível para eles conciliarem a carga horária, como já fazem os professores, que atuam em mais de uma escola. Queremos melhorar e ampliar as condições de trabalhos desses profissionais”, justificou Bruno Lamas.

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Para defender o mesmo tratamento dado aos professores pela legislação, Bruno reforça que o exercício da Pedagogia em instituições educacionais confunde-se com o trabalho docente.

Segundo ele, a administração, a orientação e a supervisão escolares, assim como a inspeção e o planejamento educacionais, quando realizados no contexto da escola, estão diretamente vinculados ao processo de ensino-aprendizagem: currículo, avaliação, metodologias, entre os aspectos mais significativos.

O deputado lembra, também, que o Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão normativo mais elevado no âmbito do aparelho escolar brasileiro, definiu, por meio da Resolução nº 01, de 15 de maio de 2006, que os pedagogos são, todos eles, docentes.

Ele lembra que a organização curricular dos cursos de licenciatura em Pedagogia nas instituições de ensino superior no Brasil é dotada de formação em educação e que a atual quadra normativa não autoriza a cumulação remunerada de cargos públicos de pedagogo.

Bruno destaca, ainda, que hoje há um “desassossego que alcança pedagogos de carreira no serviço público, educadores militantes em nossas escolas públicas, com percursos profissionais e vidas pessoais e familiares organizadas pela aprovação em dois concursos públicos distintos, pelos quais obtiveram, por mérito, duas diferentes matrículas no serviço público, tendo agora que se defrontar com tão grave ameaça de perda de um dos vínculos”.

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Por fim, o parlamentar lembra que foi conferida autonomia constitucional aos estados para lidar com a carreira de seus servidores, e também para disciplinar as situações idênticas existentes em seus municípios.

“Por todos esses motivos, estamos confiantes na aprovação. No Rio de Janeiro, inclusive, a PEC já foi aprovada, o que amplia ainda mais as nossas expectativas”, declarou o parlamentar. O tema também está sob a análise da Câmara Federal.

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Política e Governo

Twitter do governador Renato Casagrande é hackeado

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O perfil ganhou um novo nome: 1inh Network, e fez o primeiro tuíte na página por volta das 18h12

A conta da rede social Twitter, do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, foi hackeado na tarde desta quinta-feira (18). O perfil ganhou um novo nome: 1inch Network, e fez o primeiro tuíte na página por volta das 18h12. 

Por volta das 18h38, o perfil foi recuperado, já com a foto do chefe do Executivo estadual, e os tweets feitos pelos criminosos, apagados.

A reportagem acionou a assessoria do governador para saber se algo já havia feito a respeito da invasão ao seu perfil.

Por meio de nota, a assessoria do socialista se limitou a dizer: “tão logo percebemos que a conta foi hackeada, iniciamos o processo e recuperamos o acesso”.

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Política e Governo

Pesquisa Ipec governo ES: Casagrande tem 52%; segundo lugar tem empate técnico

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Levantamento foi feito com 608 entrevistados face a face entre 14 e 16 de agosto e tem margem de erro de quatro pontos

Pesquisa Rede Gazeta/Ipec para as eleições para governo do Espírito Santo, divulgada na quarta-feira (17), traz o atual governador Renato Casagrande (PSB) à frente com 52%.

Na sequência, aparecem, empatados tecnicamente, Carlos Manato (PL) com 10%; Audifax Barcelos (Rede), 7%; e Guerino Zanon (PSD), 5%.

Capitão Vinicius Sousa (PSTU), com 2%, também está empatado tecnicamente com os candidatos na segunda posição. No caso de Manato, segundo mais citado, Sousa empata no limite da margem de erro, que é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Aridelmo Teixeira (Novo) e Cláudio Paiva (PRTB) têm 1% cada. Os que dizem que irão votar em branco ou anular somam 11%. A proporção dos que não sabem ou preferiram não responder é de 11%.

Foram entrevistadas 608 pessoas face a face entre os dias 14 e 16 de agosto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais. O levantamento tem 95% de confiança. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.

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A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo ES-09385/2022.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para governador do Espírito Santo

  • Renato Casagrande (PSB) – 52%
  • Carlos Manato (PL) – 10%
  • Audifax Barcelos (Rede)- 7%
  • Guerino Zanon (PSD) – 5%
  • Capitão Vinicius Sousa (PSTU) – 2%
  • Aridelmo Teixeira (Novo) – 1%
  • Cláudio Paiva (PRTB) – 1%
  • Branco/Nulo – 11%
  • Não sabem/Não responderam – 11%

Senado

A Quaest também fez simulações para a disputa do Senado. O ex-senador Magno Malta (PL) lidera a disputa com 29%, seguido pela senadora Rose de Freitas (MDB), candidata à reeleição, com 22%.

Intenção de voto estimulada para senador pelo Espírito Santo

  • Magno Malta (PL) – 29%
  • Rose de Freitas (MDB) – 22%
  • Carone (Agir) – 5%
  • Erick Musso (Republicanos) – 4%
  • Gilberto Campos Coletiva (PSOL) – 2%
  • Nelson Junior (Avante) – 1%
  • Felipe Skiter (PSTU) – 1%
  • Branco/Nulo – 17%
  • Não sabe/Não respondeu – 18%

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