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Internacional

Protesto leva milhares de pessoas às ruas na França

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Franceses foram às ruas neste sábado contra projeto de lei que tem como cláusula mais relevante a proibição de cidadãos filmarem ações policiais

A Promotoria de Paris informa que ao menos 27 pessoas foram presas na capital francesa durante um protesto, neste sábado (28) contra um projeto de lei que prevê que cidadãos não possam filmar ações policiais, informa a emissora de TV parisiense BFMTV.

Em todo o país, organizadores estimam que 500 mil pessoas foram às ruas para criticar a chamada “lei S”, de segurança global. Já o Ministério do Interior afirma que foram 133 mil manifestantes.

Ao mesmo tempo, o chefe de Estado pediu a seu governo que fizesse propostas rapidamente para reafirmar o vínculo de confiança que naturalmente deveria existir entre o povo francês e aqueles responsáveis por protegê-lo

O projeto de lei, que foi aprovado em primeira leitura pela assembleia nacional nesta semana antes de ir ao senado, o que deve acontecer em janeiro, focaliza o artigo 24, que pune a divulgação de imagens de agentes com a intenção de prejudicá-los com até um ano de prisão e uma multa de 45 mil euros, cerca de R$ 287 mil.

A manifestação deste sábado coincidiu com a data em que comerciantes foram autorizados a reabrir as portas, após um lockdown de duas semanas determinado pelo governo.

A polêmica lei que visa limitar a disseminação de imagens das forças da ordem na França foi alvo neste sábado (28) de mais um grande protesto, que denunciou um cerceamento da liberdade e terminou com incidentes

A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, aproveitou a ocasião para criticar os protestos.

“Como eu esperava, o dia da reabertura dos nossos pequenos comerciantes é desperdiçado, em Paris, pelas milícias de extrema esquerda. Os franceses estão fartos dessas imagens de saques permanentes”, escreveu no Twitter.

Os incidentes aconteceram na capital quando chegaram à Bastilha, com algumas pessoas encapuzadas destruindo material urbano e a polícia jogando gás lacrimogêneo para tentar contê-los

O principal foco de manifestações na capital da França foi na praça da Bastilha, onde houve atos de vandalismo. Grupos colocaram fogo em uma banca de jornal e uma cervejaria.

Por volta das 20h30 (16h30 no horário de Brasília), os manifestantes já haviam se dispersado, de acordo com a BFMTV.

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Internacional

‘Criatura misteriosa’ em árvore que assustou moradores em cidade da Polônia era croissant

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Quando autoridades polonesas receberam o chamado de que um animal incomum estava escondido em uma árvore da cidade de Cracóvia, não sabiam o que esperar.

“As pessoas não estão abrindo as janelas porque estão com medo de que o animal entre em suas casas”, disse a mulher que fez o telefonema.

Mas uma visita à área mostrou que a criatura em questão não era um pássaro, nem mesmo um réptil – mas um croissant.

A Sociedade de Bem-Estar Animal de Cracóvia (KTOZ) informou que o incidente foi genuíno.

Em um post no Facebook, a organização disse que seus diretores perguntaram à mulher que fez a ligação se o suposto animal não identificado, que estava na árvore havia dois dias, poderia ser uma ave de rapina.

A mulher respondeu que se parecia mais com um “lagun” (lagoa em polonês), antes de se lembrar da palavra correta “legwan” (ou iguana).

Embora soubessem que era improvável um réptil sobreviver às baixas temperaturas da primavera no sul da cidade polonesa, os agentes se perguntaram se o bicho poderia ter sido um animal de estimação indesejado, abandonado por seus donos.

Chegando ao local, entretanto, os inspetores encontraram o objeto sem cabeça e sem membros em uma árvore lilás – um croissant, provavelmente jogado de uma janela para alimentar pássaros.

Supermercados Carone - Pão Croissant Amanteigado Carone Bandeja

Croissant é um pão de massa folhada em formato de meia-lua muito comum principalmente em Portugal.

O órgão encarou o episódio com bom-humor e disse que o público deve continuar a pecar por cautela, relatando quaisquer preocupações sobre o bem-estar dos animais.

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Internacional

Ataque a tiros deixa pelo menos 8 mortos em Indianápolis, nos EUA

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Segundo autoridades locais, o ataque aconteceu em uma instalação próximo ao aeroporto da cidade

Pelo menos oito pessoas foram mortas durante um ataque a tiros em Indianápolis, nos Estados Unidos, na noite desta quinta-feira, 15. Segundo autoridades locais, o ataque aconteceu em uma instalação do FedEx, próximo ao aeroporto da cidade.

Ouvidos pela imprensa local, representantes da Polícia Estadual de Indiana disseram que outras pessoas foram levadas ao hospital, mas não apontaram o número exato de feridos. As autoridades informaram ainda que o atirador teria tirado a própria vida após a ação.

Um homem que trabalha na instalação disse a uma emissora de televisão local que viu o atirador quando ele começou a disparar. “Eu vi o homem com uma submetralhadora, ou um rifle automático, e ele começou a atirar. Eu imediatamente me abaixei, fiquei com medo”, disse Jeremiah Miller.

Um porta-voz da FedEx confirmou à agência de notícias AFP que uma de suas instalações foi palco de um ataque e disse que a empresa está colaborando com as autoridades. “Estamos cientes do trágico tiroteio que ocorreu em nossa instalação perto do aeroporto de Indianápolis”, disse a empresa em um comunicado.

Em entrevista a um repórter da rede de televisão WRTV, um homem que estava no local no momento dos disparos disse que viu um corpo no chão. Outra testemunha relatou à Fox News que sua sobrinha, que estava dentro de um carro em um estacionamento próximo, foi hospitalizada após levar um tiro no braço esquerdo.

O sargento John Perrine pediu a parentes de funcionários que se reunissem no hotel Holiday Inn para maiores informações. Após o ataque, o tráfego próximo ao local foi interrompido temporariamente.

Sequência de tiroteios

Uma série de ataques a tiros ocorreram nos Estados Unidos desde meados de março. No último dia 12, seis pessoas, incluindo um policial, foram baleadas em um tiroteio numa escola de segundo grau na cidade de Knoxville, no Estado do Tennessee. A polícia confirmou uma morte.

No dia 8, um homem abriu fogo em uma fábrica de marcenaria no Texas, onde trabalhava, matando uma pessoa e ferindo outras seis antes de ser levado sob custódia.

Também após ataques a tiros, oito pessoas foram mortas em spas da área de Atlanta; 10 morreram em um supermercado em Boulder, Colorado, e quatro, incluindo um menino de 9 anos, em uma imobiliária em Orange, Califórnia.

No dia 23 de março, o presidente dos EUA, Joe Biden, em pronunciamento, apelou a legisladores que aprovem leis que permitam maior controle no acesso a armas e restrinjam vendas de fuzis semi-automáticos e cartuchos de alta capacidade.

A discussão sobre endurecimento de acesso a armamento é recorrente após episódios de massacres nos Estados Unidos. Desta vez, Biden é pressionado a dar respostas além da retórica política tradicional.

Como vice-presidente no governo Obama, ele foi encarregado de negociar com o Congresso um pacote para maior controle no acesso a armas em 2012, após o ataque dentro da escola Sandy Hook, em Connecticut, que matou 28 pessoas – 20 crianças com idades entre 6 e 7 anos. (Com agências internacionais).

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