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PSG está disposto a pagar R$ 166 milhões em lateral brasileiro

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Emerson Royal pertence ao Barcelona, está emprestado ao Betis, mas é alvo de interesse da equipe dirigida por Pochettino 

O Paris Saint-Germain está disposto a pagar cerca de 25 milhões de euros (R$ 166 milhões) por Emerson, segundo o “Goal”. O lateral direito brasileiro pertence ao Barcelona, mas está emprestado ao Betis por conta do acordo que os clubes espanhóis fizeram na hora em que tiraram o atleta do Atlético-MG.

O clube catalão terá pago cerca de 15 milhões de euros (cerca de R$ 100 milhões) pela contratação do ala ao final da operação. Os culés devem estudar a oferta dos franceses uma vez que a quantia é consideravelmente maior do que o investimento realizado em 2019. Além disso, a equipe blaugrana busca fazer dinheiro para investir na próxima janela de transferências.

Em sua segunda temporada pela equipe de Sevilha, Emerson tem bons números: dois gols e quatro assistências. O PSG busca uma opção jovem e que possa vestir a camisa do clube a longo prazo, uma vez que Florenzi, atual titular do time, está emprestado até o final da temporada e já está com 30 anos.

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Quem foi Yuji Ide, piloto banido da Fórmula 1 por deficiência técnica

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Japonês fez 4 GPs pela Super Aguri em 2006 e foi afastado para não colocar colegas em risco

Os erros e os acidentes cometidos pelo russo Nikita Mazepin, piloto da Haas em 2021, têm preocupado os fãs da Fórmula 1 e também toda a mídia especializada. Tudo bem que ele corre pela pior equipe da atualidade na categoria, mas a capacidade do piloto cometer erros é um dos destaques negativos destes dois primeiros GPs da temporada. A primeira corrida dele durou apenas três curvas e acabou no muro em Sakhir. E o desempenho de Mazepin me fez lembrar do caso ocorrido há 15 anos, justamente após uma corrida em Imola: o último piloto a ser banido da F1 por deficiência técnica.

A grande novidade para a temporada 2006 da Fórmula 1 era a estreia de uma equipe 100% japonesa. Comandada pelo ex-piloto Aguri Suzuki, que foi o primeiro piloto do Japão a subir ao pódio na categoria (GP do Japão de 1990, em terceiro), a Super Aguri era bancada pela Honda, que tinha sua equipe oficial na época, com o inglês Jenson Button e o brasileiro Rubens Barrichello de titulares. Mas a montadora queria dar chances para pilotos japoneses chegarem à F1. Era o papel da Super Aguri.

Takuma Sato, então com boa experiência de três temporadas completas na F1 (e posteriormente duas vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis), foi escolhido para liderar o time. Para a segunda vaga, a Honda foi olhar para o automobilismo interno do Japão. E escolheu um veterano piloto, na época com 30 anos, vice-campeão da Fórmula Nippon, a principal categoria de monopostos do país, em 2005: Yuji Ide. Só que a ideia já se revelava péssima na pré-temporada de 2006.

A primeira experiência de Yuji Ide com um carro de Fórmula 1, nos testes de 2006 em Barcelona — Foto: Bryn Lennon/Getty Images

Antes de seguir, uma contextualização: por ter definido sua estreia em cima da hora, a Super Aguri teve de apelar para um chassi antigo adaptado, o A23 da Arrows usado em 2002, mas equipado com o motor Honda atualizado. Ainda assim, o desempenho de Ide foi abaixo da crítica. Nos testes, andou sempre muito atrás do companheiro Sato – quase cinco segundos mais lento. A estreia oficial foi no GP do Barein, onde toda a dificuldade do japonês ficou exposta já nos treinos livres. Ele simplesmente não conseguia fazer as curvas corretamente e acelerava tardiamente, mesmo com um carro com controle de tração na época.

Um desastre total. Só não largou em último no Barein porque Kimi Raikkonen, então na McLaren, teve problemas. Na corrida, Ide adotou o lema devagar e sempre – vinha em último quando seu motor quebrou. Na segunda prova, o GP da Malásia, melhorou um pouco, ficou a 1s709 do tempo de Sato na classificação, e largou em 18º (David Coulthard, Rubens Barrichello, Felipe Massa e Ralf Schumacher foram punidos com dez posições no grid por troca de motor). Mas Sepang repetiu o enredo de Sakhir: Ide era o último até seu propulsor quebrar.

Yuji Ide em sua estreia na Fórmula 1 com a Super Aguri, no GP do Barein de 2006 — Foto: Divulgação/Bridgestone

O mau desempenho de Ide começou a atrair atenções negativas das equipes rivais e da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). E o desempenho na terceira prova do ano, na Austrália, só piorou a situação. Ide chegou a cometer três erros em uma mesma volta nos treinos livres. No Q1, a primeira parte da classificação, atrapalhou Rubens Barrichello, que foi eliminado, e ficou em último, a 3s385 de Sato. Pelo menos conseguiu completar a corrida, que teve três entradas do safety car, em 13º e último, a três voltas do vencedor Fernando Alonso, da Renault.

Pressionado, Ide foi para sua quarta corrida na Fórmula 1, o GP de San Marino, em Imola. Na classificação, uma evolução: ficou a apenas 1s673 de Sato. Mas estragou tudo na corrida, logo na primeira volta: na Variante Villeneuve, a quinta curva do circuito, tentou uma manobra desastrada e fez o holandês Christijan Albers, da Midland, capotar. Foi a pá de cal na carreira do japonês na Fórmula 1. A FIA repreendeu o piloto e, posteriormente, cassou sua superlicença. Ide perdeu a vaga para o francês Franck Montagny, e ficou como piloto de testes da Super Aguri.

Yuji Ide dá mais uma escapada em sua curta passagem pela F1, em 2006 — Foto: Getty Images

Depois do fiasco, Yuji Ide nunca mais voltou a pilotar um carro de Fórmula 1. Voltou para o Japão e retomou sua carreira no automobilismo doméstico. Correu na Fórmula Nippon e na Super GT, com resultados discretos – apenas uma vitória na categoria de turismo em Suzuka-2010. E o piloto japonês entrou para a história da F1 como um dos piores pilotos de todos os tempos, até hoje lembrado pelos fãs de automobilismo por suas barbeiragens em apenas 4 GPs disputados.

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Atlético-GO flerta com Michael e aguarda o aval do Flamengo

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Presidente do Dragão confirma interesse em contratar o atacante por empréstimo e afirma que liberação depende do técnico Rogério Ceni: “Aqui ele pode voltar a jogar em alto nível”

O Atlético-GO tem conversado com o Flamengo e intensificou nos últimos dias a tentativa de contratar o atacante Michael. De acordo com o presidente do Dragão, Adson Batista, há o interesse em fechar por empréstimo com o jogador de 25 anos, que não vem tendo muitos minutos em campo no clube carioca.

O ponto decisivo para viabilizar a transferência, afirma Adson, será o técnico Rogério Ceni. A diretoria do Flamengo, porém, afirma não estar disposta a emprestar Michael neste momento. O interesse do Dragão foi divulgado pelo jornal O Dia e confirmado pelo ge.

– Todo bom jogador interessa, e o Michel é um bom jogador. Há alguns dias tive uma conversa com o Flamengo e vai depender do Rogério Ceni. Se ele vai querer usar ou não o jogador. Nós temos o interesse.

– Nosso objetivo é que ele venha e aqui volte a jogar em alto nível. Que aqui ele consiga se recuperar – completa Adson, referindo-se à temporada discreta que Michael teve em 2020 após ser eleito a revelação do Campeonato Brasileiro de 2019.

Adson tem bom relacionamento com a diretoria do Flamengo e o empresário Eduardo Maluf — Foto: Paulo Marcos

Adson tem bom relacionamento com a diretoria do Flamengo e o empresário Eduardo Maluf.

O fato de Michael ter se destacado com a camisa do rival Goiás antes de se transferir para o Flamengo não preocupa o presidente do Atlético-GO. Segundo ele, o próprio jogador também já teria sinalizado positivamente com a possibilidade de empréstimo ao Dragão.

– O empresário do jogador (Eduardo Maluf) nos conhece, respeita muito o Atlético-GO, e o jogador já manifestou que não teria problema nenhum. A questão é mesmo se o Rogério Ceni e os diretores do Flamengo possam ver isso com bons olhos e aceitem essa liberação – disse o dirigente rubro-negro à Rádio Sagres.

Não ao mundo árabe

O que pode dificultar o sonho do Atlético-GO é o desejo do Flamengo de recuperar pelo menos parte do investimento feito em Michael. Em janeiro, o clube carioca recusou oferta de R$ 8 milhões pelo atacante. A negociação seria por empréstimo de apenas seis meses. Na ocasião, porém, diretoria e jogador entenderam que ele poderia ajudar na reta final da campanha que resultou no título do Brasileirão.

Michael foi comprado pelo Flamengo junto ao Goiás em janeiro de 2020 por 7,5 milhões de euros. O pagamento foi dividido em três parcelas de 2,5 milhões de euros, mas as duas últimas precisaram ser renegociadas por conta de dificuldades econômicas impostas pela pandemia. O Goiás ainda tem cerca de 2,2 milhões de euros a receber.

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