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Política Nacional

Queiroga diz que ‘logo, logo’ não haverá necessidade de máscara

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Ministro diz que queda de mortes e avanço da vacinação podem desobrigar uso do equipamento. Parecer foi pedido em junho

ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (26) que “logo, logo” não será mais necessário o uso de máscara no país, após ser questionado sobre estudo encomendado pelo presidente Jair Bolsonaro para desobrigar o uso do equipamento de proteção individual em razão da covid-19.

“À medida que o número de óbitos diminui e a gente avança na campanha de vacinação, logo, logo não precisaremos mais de máscara”, disse Queiroga, em conversa no Palácio do Planalto com jornalistas.

O Brasil vacinou até o momento 37,6 milhões de pessoas com as duas doses ou com imunizante de dose única, o que equivale a 17,9% da população, enquanto 94,7 milhões de pessoas (45% da população) receberam apenas a primeira dose, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Queda de mortes

O número de casos e mortes por covid-19 no país tem caído constantemente nas últimas semanas, mas há preocupações do próprio ministério com o retorno da doença em razão do alastramento da presença da variante Delta país afora. Embora não prevalente no Brasil, ela tem sido responsável pelo aumento de registros da doença em países da Europa e nos Estados Unidos, por exemplo.

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No início do mês passado, Bolsonaro pediu um parecer a Queiroga para retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras para pessoas que se vacinaram ou já tiveram Covid-19.

Posteriormente, em razão das críticas à adoção da medida, mesmo com o elevado número de casos e mortes por covid, o presidente recuou parcialmente e disse que a decisão final seria do ministro, e no fim da linha, dos governadores.

Lei nacional

O parecer do ministério em discussão, entretanto, não poderia se sobrepor a uma lei nacional, aprovada no ano passado pelo Congresso e que exige o uso de máscaras em locais fechados, comércio, transporte coletivo, escolas, etc.

Além disso, o parecer também não poderia se sobrepor a regras estaduais e municipais sobre o tema, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os governos locais têm o poder de decidir sobre medidas de contenção da pandemia.

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Política Nacional

TSE divulga patrimônio declarado pelos presidenciáveis; veja os valores

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Candidatos têm até o dia 15 de agosto para formalizar o registro no TSE

Sete dos 12 presidenciáveis tiveram seus patrimônios divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último domingo (7). O candidato com maior patrimônio declarado é o empresário Felipe D’Ávila (Novo), com mais de R$ 24 milhões.

Até o dia 15 de agosto, todos os candidatos precisam formalizar o registro da candidatura no TSE, junto com o patrimônio, nomes e fotos nas urnas para as eleições. Até o momento, o presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), José Maria Eymael (DC), Roberto Jefferson (PTB) e Soraya Thronicke (União Brasil), ainda não realizaram o processo junto ao tribunal.

Atrás de D’Ávila, vem o candidato do Pros, Pablo Marçal, com um patrimônio de quase R$ 17 milhões. O ex-presidente Lula (PT) declarou R$ 7,4 milhões neste ano, um valor menor do que em 2018, quando havia declarado um patrimônio de R$ 7,98 milhões.

O vice de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), declarou mais de R$ 1 milhão. A senadora Simone Tebet (MDB) tem um patrimônio de R$ 2,3 milhões e, sua vice, a senadora Mara Gabrilli (PSDB), quase R$ 13 milhões.

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Leonardo Péricles (UP) declarou um valor de R$ 197 mil, Sofia Manzano (PCB), R$ 498 mil, e Vera Lúcia (PSTU), pouco mais de R$ 8 mil.

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Política Nacional

Pros retira candidatura de Marçal e deve apoiar Lula

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Em convenção na última sexta-feira (5), partido aprovou por unanimidade retirar a candidatura de Pablo Marçal. Executiva nacional pretende apoiar Lula no primeiro turno. Marçal por sua vez declarou que a retirada da sua candidatura é um golpe

Após decisões judiciais, a nova direção do Pros definiu pela retirada da candidatura presidencial do coach e influenciador digital Pablo Marçal. A formalização ocorreu em Brasília, na sexta-feira (6), último dia para os partidos realizarem as convenções partidárias que definem os nomes para a disputa de 2022.

A retirada da candidatura própria ocorreu de forma unânime em votação feita com os 29 presentes na reunião, segundo ata registrada pelo Pros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sem Marçal na disputa, a nova executiva do Pros pretende declarar apoio a Lula (PT) já no primeiro turno da eleição à Presidência da República — que será realizado no dia 2 de outubro.

Na última semana, a direção do Pros mudou de mãos por três vezes. No domingo (31), a Justiça determinou que a ala liderada por Eurípedes Júnior retomasse ao comando — ele estava afastado acusado de desvio de recursos.

Eurípedes foi novamente afastado em decisão na quarta-feira e devolveu o cargo de presidente do Pros para Marcus Holanda, responsável pela primeira convenção do partido e pela indicação de Marçal como presidenciável.

Houve nova troca e, na quinta-feira, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Ricardo Lewandowski recolocou Eurípedes à frente da sigla.

Pablo Marçal disse que pretende recorrer da retirada de sua candidatura, movimento que define como um golpe.

“Minha candidatura é um ato jurídico perfeito, dentro do prazo hábil. Tem que ter um prazo para divulgação o que está rolando agora é um golpe, estão fazendo uma reunião de maneira escusa”, afirmou.

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