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Política e Governo

Rede e Solidariedade se unem e lançam chapa majoritária para pré-candidatura a prefeito

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O mundo político eleitoral mateense tomou conhecimento de mais uma pré-candidatura para concorrer à Prefeitura de São Mateus. O partido Rede lançou o nome do médico Mauro Peruchi como seu pré-candidato a prefeito e se uniu ao partido Solidariedade, que apresentou o radialista Ferreira Júnior como vice para compor a chapa majoritária.

Segundo fontes ouvidas pelo JN, a insistência do partido ter o seu próprio candidato a prefeito partiu do presidente do Rede em nível estadual, Audifax Barcelos, que é também prefeito do município de Serra. Com relação a indicação do radialista Ferreira Júnior para compor como vice na chapa partiu do ex-deputado federal, Jorge Silva, que é presidente do Solidariedade.

Existe uma articulação em andamento para que a pré-candidata a prefeita pelo Solidariedade, Claudetinha, saia da disputa e apoie Mauro Peruchi. Para isso a direção estadual do partido solicitou que o pai da candidata, o ex-deputado estadual Mateus Vasconcelos fosse convencido a conversar com a sua filha Claudetinha a permanecer no Solidariedade, inibindo qualquer divisão no partido. O Solidariedade acalenta o sonho de ver Claudetinha ocupando a vaga de deputada estadual, caso Luciano Machado vença a eleição de prefeito de Guaçuí, abrindo vaga para a filha de Mateusão, que é a primeira suplente.

Mas, possibilidade dela a assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa é remota, até porque Luciano Machado declarou em conversa com o jornalista Paulo Borges, que não será candidato em Guaçuí, pois é o único representante da região do Caparaó e “seria trair o compromisso assumido com aquela população”.

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Política e Governo

MP Eleitoral dá parecer pela cassação da Chapa de Prefeito e Vice de Itaguaçu

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A Promotoria Eleitoral ligada à 16ª Zona Eleitoral deu parecer favorável à cassação do diploma do prefeito de Itaguaçu, Uesley Corteletti, e da vice-prefeita, Ana Brigida, por “incursão em prática vedada pela lei eleitoral, com o emprego de recursos na campanha que transitaram à margem do que dispõe notadamente o artigo 22 da Lei nº 9.504/97”.

O MPE considerou que há provas de que os investigados “incorreram, sim, em práticas irregulares na campanha, quais sejam: o uso de veículos de maneira isolada, apartada de carreatas, caminhadas, passeatas, reuniões e comícios; a utilização de carro de som, sem declaração do gasto; a realização de caminhadas com o uso de carro de som cujo gasto não se declarou”.

No parecer, o promotor Antonio Carlos Horvath ainda relatou que: “Quanto à realização de comício na antevéspera da eleição, quando já se tinha proibida tal prática em decisão judicial proferida pelo juízo da 16ª Zona Eleitoral, percebe-se que houve, sim, a despeito de ausentes os demandados na ocasião, reunião pública, contando com a utilização de minitrio, nos quais se vê alguém fazendo as vezes de locutor do evento”.

A ação foi proposta pela coligação “União para o progresso de Itaguaçu” que alega que houve, por parte da campanha do prefeito, emprego de organização paramilitar, entre outras coisas. No dia 14 de novembro, véspera da eleição, a PM abordou e apreendeu em poder de Valdecir Chieppe Filho, conhecido como “Cachorrão”, dois simulacros de pistola, um cassetete, uma capa de colete balístico, um giroflex móvel, R$ 8.800,25 em espécie, envelopes de depósitos bancários e R$ 70 em notas falsas. A ação pede a cassação do diploma e novas eleições.

Segundo o parecer do MPE, ainda “apreenderam-se materiais de campanha dos demandados e uma espécie de dossiê de diversos correligionários da coligação adversária, contendo fotografias, endereços, etc. O vínculo havido entre Valdecir Chieppe Filho e o demandado Uesley Roque Corteletti Thon é confirmado por eles mesmos, mas sob a alegação de que se tratava de uma contratação para segurança particular do então candidato”.

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Política e Governo

Orçamento do Estado para 2022 deve ser votado hoje na Comissão de Finanças

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Está marcada para esta segunda-feira (06) a votação na Comissão de Finanças da Assembleia do Orçamento do Estado para 2022. A peça orçamentária, no valor de R$ 20,3 bilhões, recebeu mais de 1.300 emendas dos parlamentares.

O relator da peça é o deputado Freitas, que também preside a Comissão de Finanças. Ele chegou a pedir mais tempo para apresentar o relatório, devido ao número alto de emendas, mas o regimento interno da Casa diz que o parecer deve ser apresentado e votado até o dia 5 de dezembro (que nesse ano caiu num domingo, ontem) na comissão. Por isso, ficou para hoje.

Freitas já tinha informado (no último dia 16) que iria votar na comissão e enviar a peça orçamentária para o plenário hoje. A partir daí, o presidente da Ales, Erick Musso, define a data em que a matéria será votada, podendo inclusive ser hoje mesmo. A votação do Orçamento é condição para que os deputados saiam para o recesso parlamentar.

Esse ano houve um acordo entre o governo e os parlamentares e eles poderão indicar, cada um, R$ 1,5 milhão de emenda parlamentar (antes era R$ 1 milhão) a ser paga no ano que vem. O que atende a pedidos dos deputados em boa hora, já que ano que vem é ano eleitoral e a maioria vai tentar a reeleição.

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