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Mundo Cristão

Roqueiro diz ter ido ao inferno durante coma de COVID-19

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Baterista do Death Angel, Will Carroll passou duas semanas em coma em um hospital de São Francisco

O músico Will Carroll disse ter conhecido Satanás durante seu período em coma após ser diagnosticado com COVID-19.  O baterista do grupo de metal Death Angel passou duas semanas em com coma, com o auxílio de um respirador, no California Pacific Medical Center, em São Francisco.

Novamente acordado e se recuperando de seu período com a doença, Carroll expôs sua experiência durante o período em coma em entrevista ao jornal San Francisco Chronicle. Em seu relato, o artista de 47 anos contou ter sido diagnosticado assim que a banda retornou de uma turnê na Europa no início de março.

O músico contou que passou grande parte de seu período em coma sonhando que estava no inferno, fazendo companhia a Satanás, uma mulher, que o transformou em um monstro semelhante ao vilão Jabba da franquia ‘Star Wars’. Em seus delírios, ele disse que não parava de vomitar até sofrer um ataque cardíaco e morrer.

O baterista do grupo Death Angel, Will Carroll, com seus colegas de banda em um show na Alemanha (Foto: Instagram)
“Então eu acordei no hospital com vários tubos entrando e saindo de mim, tinha uma enfermeira do meu lado e perguntei para ela, ‘eu ainda estou no inferno?’. E ela me ignorou”, contou o artista.
Segundo Carroll, sua experiência com a COVID-19 tende a ser um marco na sua vida. Ele disse ter planos de abandonar o consumo de bebidas alcoólicas e o uso de drogas recreativas. Ele também disse acreditar que as orações de amigos e familiares tenham o ajudado a sobreviver.
“Eu ainda vou continuar a ouvir metal satânico e a ouvir as bandas que gosto”, disse Carroll. “Mas em relação à minha vida pessoal e à experiência pela qual passei, já não acho Satanás tão legal quanto eu achava”.

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Papa Francisco dá alerta aos fiéis: ‘Desliguem a televisão e abram a Bíblia’

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O papa Francisco pediu neste domingo (24) para os fiéis desligarem suas televisões e celulares para abrir a Bíblia, em uma forma de não renunciar a palavra de Deus.

O pedido foi feito durante a homilia escrita pelo Pontífice e lida pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, dom Rino Fisichella. O arcebispo italiano presidiu a missa na Basílica de São Pedro, depois de o Papa ter alterado a sua agenda por causa de uma inflamação no nervo ciático.

“Peçamos ao Senhor a força de desligar a televisão e abrir a Bíblia, de desligar o celular e abrir o Evangelho. Neste Ano Litúrgico, vamos ler o Evangelho de Marcos, o mais simples e curto. Por que não o fazer também em privado, meditando uma pequena passagem em cada dia?”, diz o texto.

A mensagem foi divulgada por ocasião do “Domingo da Palavra”, instituído em 30 de setembro de 2019 e fixado em todo terceiro domingo, como um momento “dedicado à reflexão e divulgação da Palavra de Deus” nas igrejas católicas.

“Não renunciamos à Palavra de Deus. É a carta de amor escrita para nós por Aquele que nos conhece como ninguém: lendo-a, voltamos a ouvir a sua voz, vislumbramos o seu rosto, recebemos o seu Espírito”, afirmou.

Jorge Bergoglio fez um apelo para a Bíblia ter “um lugar digno” na casa de cada fiel e estar “sempre” com cada um, “seja no bolso, no celular”.

“Coloquemos o Evangelho em um lugar onde nos lembremos de o abrir diariamente, talvez no começo e no final do dia, de tal modo que, no meio de tantas palavras que chegam aos nossos ouvidos, algum versículo da Palavra de Deus chegue ao coração”, finalizou.

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Jovem deixa lesbianismo e se entrega a Jesus durante louvor: “Ele restaurou tudo em mim”

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Michaela Lane encontrou em Jesus as respostas que procurava e a cura para as dores geradas pelos abusos que sofreu na infância.

A jovem Michaela Lanning sofreu com os abusos dentro de sua própria casa, que a levaram muitas vezes a ficar na casa de sua avó, onde precisava dormir no sofá, em meio às pilhas de lixo acumulado, mofo tóxico e amianto no tapete rasgado, ainda na infância.

“Papai era muito desconectado, muito sociopata, muito narcisista, uma personalidade muito viciante”, disse ela em um depoimento em vídeo em seu canal no YouTube.

Sem apoio, sua mãe acabou sendo despejada, o que gerou todo tipo de confusão para Michaela e seus irmãos.

Quando estava na quinta série, Michaela sofreu bullying porque não fazia as coisas de menina, como as outras garotas. A verdade é que sua cabeça estava muito confusa, enquanto tentava lidar com os ataques de ansiedade de sua mãe e fazer refeições apenas com pipoca.

“Eu tinha que colocar minha mãe para dormir e estava com medo de que ela morresse”, lembra Michaela. “Enquanto eu a levava para a cama todas as noites, pensava que isso iria livrá-la da morte”.

Sua mãe se recuperou do colapso, mas Michaela ainda sofria com as consequências de sua infância conturbada e começou a se cortar como um mecanismo de enfrentamento da dor na sexta série.

Já na sétima série, ela desenvolveu transtorno dissociativo.

“Achei que estava morta ou assistindo a um filme”, diz ela. “Eu pensei que estava dormindo e era um sonho que eu estava tendo. Eu realmente não tinha mais noção do que era realidade. Eu não estava ciente de nada acontecendo ao meu redor e isso era assustador”.

Todos os dias ela estava na sala da enfermeira da escola e inventava motivos para ser mandada para casa, geralmente por causa de uma dor de estômago ou dor de cabeça.

Na oitava série, ela teve aulas online porque sair de casa lhe causava ataques de pânico.

“As coisas estavam ficando muito ruins com meus pais”, diz ela. “Uma vez meu pai estava vigiando minha irmã e eu, e ele nos perseguiu pelo corredor com uma faca. Sim, voltamos a morar com minha avó”.

“Minha irmã e eu dormíamos na sala em dois sofás, que provavelmente eram dos anos 80. Eles estavam cobertos de xixi de cachorro. Eles estavam imundos; eles tinham buracos neles. Foi sobre isso que dormimos por mais quatro anos. Sem cama, sem quarto, sem pai, nada”.

Homossexualidade

Em busca de validação no colégio, ela “se assumiu” como bissexual e mais tarde como lésbica. A escola era um colégio artístico e foi onde ela pensou que poderia encontrar apoio e resolver o caos em sua mente.

Ela passou passou a andar com transgêneros e ser fortemente influenciada para mudar seu pensamento sobre sua própria identidade, de forma que chegou a fundar um grupo LGBT na escola

“Eu senti todas essas coisas e eu, em meu quebrantamento e minha automutilação e meu distúrbio alimentar e minha ansiedade, tudo estava se juntando, e eu disse que sim, parece certo: eu sou transgênero”, ela lembra.

Então, ela passou a se declarar como um homem, disse a todos que queria ser chamada por um nome diferente (masculino) e começou a se consultar com um “terapeuta de gênero”.

“Mas no meu íntimo eu sabia que não era transgênero o tempo todo. Na verdade, o que eu precisava era de um salvador, só não sabia disso na época”, explicou.

Quando ela teve um colapso nervoso, Michaela largou a escola e abandonou sua identidade transgênero.

Drogas

Em seu segundo ano, ela frequentou uma “escola secundária alternativa”, para onde os drogados e adolescentes grávidas são enviados.

“Não conheci uma única criança ou adolescente lá que não usasse drogas, ou pelo menos usasse vap”, diz ela. Foi nessa época que ela começou a fumar maconha.

No ano seguinte, ela foi morar com um amigo cuja mãe lhes fornecia álcool. Michaela estava fumando maconha e bebendo e conseguiu um namorado por meio de um aplicativo. Quando ele a agrediu sexualmente, isso desencadeou pesadelos e flashbacks e ela terminou com ele.

No primeiro ano do segundo grau, ela estava tendo um curso de religião mundial e considerou preencher o vazio em seu coração e curar suas dores, convertendo-se ao islamismo ou ao judaísmo. Afinal, o contato com seu pai, que se dizia “cristão”, anos antes criou uma ideia distorcida na mente dela sobre Jesus.

Restauração

No entanto, um dia por curiosidade, ela começou a pesquisar igrejas no Google e encontrou a Igreja Red Rocks. Ela não pisava em uma igreja há quatro anos.

Mas a partir do momento em que entrou na igreja, ela sentiu a presença de Deus e sentiu o Espírito Santo se mover em seu coração. Ela podia sentir o amor de Cristo no ar.

Durante o momento de louvor, ela levantou os braços em sinal de rendição, sentiu o Espírito Santo descer sobre ela e entregou sua vida a Jesus Cristo. Mais tarde, ela foi batizada e sentiu o chamado de Deus para o ministério.

“Foi como se um interruptor acendesse dentro de mim e tudo que eu estava perseguindo, tudo que eu desejava, tudo que eu havia desejado por todos aqueles anos, havia falhado dentro de mim”, diz Michaela. “De repente, Ele restaurou cada parte quebrada de mim. Ele curou cada parte quebrada de mim e cada coisa que fiz. Cada coisa que aconteceu me levou a ele”.

“Estou viva pela graça de Deus. Sou salva pelo sacrifício de Jesus e tudo o que fiz foi para Ele. Ele não me julga pelo meu pecado, Ele não me julga pela minha crise de identidade, Ele não me julga pela minha doença mental. Ele vê em mim a Sua filha e vê meu coração e minha alma e meu amor por Ele”.

Michaela está estudando atualmente no Instituto Bíblico Moody para desenvolver se engajar ministerialmente e compartilhar o Evangelho com outros jovens.

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