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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª Quinzena de Agosto

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Carlinhos Lyrio e o futuro do município e região

O ex-deputado e radialista deixou as mágoas para trás e olha para o futuro com muito otimismo e com esperança de servir ao norte e a São Mateus.

Na política traição é uma moeda corrente e o radialista Carlinhos Lyrio, que foi candidato a prefeito de São Mateus na última eleição, tem noção dessas artimanhas e covardias de políticos adversários. Ano passado “quase” realizou o sonho de grande parte do eleitorado do seu município, mas os interesses de grupos e grupelhos permitiram que o atual prefeito, Daniel Santana, fosse reeleito contrariando a vontade de todos aqueles que antes o combatiam e depois fizeram o jogo para que continuasse à frente da administração pública de São Mateus para mais um mandato. Logo a máscara dos pseudos-oposicionistas caiu e até alguns mostraram explicitamente a sua adesão indo ocupar cadeira e mesa, na administração prometidos caso o “acordão” desse fruto. E deu.

Sobre São Mateus a opinião é que Carlinhos Lyrio é o que reúne todas as condições de enfrentar uma disputa eleitoral futura. Basta um trabalho mais consistente em que as suas ideias fiquem claras sobre cada situação em que a população tem demandas e se faça um programa com planejamento de execução que chegue ao atendimento dessas necessidades, do povo e do município. E que tenha a seu lado uma equipe competente, capacitada a elaborar um trabalho diferente do populismo e que consiga efetivamente conectar candidato, propósitos e o eleitorado que tem amor, responsabilidade e compromisso com São Mateus. “Os sem pátrias, os oportunistas, os canalhas, os traidores sempre existirão”, disse um dos seus apoiadores.

O mateense precisa ter cuidado em não embarcar em aventuras votando em aventureiros, gente que não tem nenhuma identidade com o município, suas tradições, sua história e seu povo. Também é necessário que os eleitos parem com a mania de pagar favores de campanha com gente que vem de mala e cuia assumir secretarias municipais sem qualquer conhecimento das coisas do município, verdadeiros zumbis e marcianos que aportam em São Mateus sob o beneplácito de prefeitos que renegam suas raízes nativas. Tem uns e outros pré-candidatos que nada sabem de São Mateus e se intitulam pretendentes a comandar uma população que não conhece. Acham que basta ter dinheiro, ser empresário de outros lugares e que veio para o município, fez seu pé de maia sem nunca prestar qualquer serviço na cidade e se acha apto a sair candidato. Vamos acabar com essa insensatez. Essa falta de responsabilidade e covardia com a sociedade e o município de São Mateus.

No próximo ano as eleições serão estaduais e nacionais. Teremos a oportunidade de eleger nossos representantes nas duas instâncias de poder. Para a Assembleia Legislativa teremos condições de livrar-nos dos oportunistas e eleger quem possa nos representar com dignidade e que, no futuro, venha ajudar o município do qual é originário.

O que ficou claro é que, depois de muita reflexão sobre as eleições de São Mateus e tudo que sempre aconteceu no município, percebe-se hoje, que Lyrio deve ter a sua oportunidade de um dia vir a governar São Mateus e, com uma equipe qualificada e comprometida apenas com as demandas da nossa terra, que possa ser a primeira grande solução para alavancar o desenvolvimento mateense e tirá-lo das mãos dos maus, das camarilhas que têm seus interesses mesquinhos disfarçados de lícitos e santos. O primeiro passo consistente deverá ser as eleições estaduais. Depois, em 2026 a situação é de muito trabalho para concluir o planejamento inicial. Abaixo a hipocrisia.

Em 2022 São Mateus e a região Norte terá seus pré-candidatos para o Legislativo capixaba. Bom que seja um identificado com a sua terra, seus costumes, sua história e sua gente.

Simplicidade no tratar e competência no fazer. Deixar de lado o discurso enganativo. Não conhecer o caviar é perdoável, mas tem que conhecer e provar o arroz, feijão e farinha. E São Mateus tem nome para se apresentar ao parlamento capixaba. Carlinhos Lyrio é um deles.

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Sem chance

Não sou e nunca consegui ser bajulador de “famoso e político”. O que não nos exime de reconhecimento e admiração pelos honestos, os dignos e talentosos. Vibro com a capacidade e ação de cada um quando tem consistência e franqueza. Fora isso, encaro como pessoas iguais a qualquer um de nós. O cargo não faz do político, por exemplo, melhor do que o cidadão, muito pelo contrário, o enche de responsabilidade que delegamos a ele. Se não cumpre o que promete, pau nele. Sem medo e sem piedade. Se não quiser ser vidraça, que não se candidate. Política não é profissão. É opção.

Hoje a mídia idiota coloca famoso como se fosse, necessariamente, celebridade. Isso é muito comum naqueles programas de fofoca que costumam passar na programação da tarde de algumas emissoras.

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Calmaria & Leveza

Para quem assiste as sessões da Câmara de Vereadores de São Mateus, tem a impressão que a administração municipal vai muito bem obrigado. Não houve e não há nada a ser fiscalizado e nem investigado. Que bom, estamos conhecendo o paraíso mateense. Vão todos para o céu.

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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª Quinzena de Setembro

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Por Paulo Borges

Democracia & Autoritarismo

Para quem está desatento neste Pais pode se deixar levar por narrativas da esquerda e dos seus agregados. Democratas para eles só existem se comungarem com suas ideias. Autoritários, para essa gente, são os apoiadores do atual governo, principalmente se forem simpatizantes do presidente Jair Messias Bolsonaro.

Mas, para quem está atento ao que vem acontecendo no Brasil, o antidemocrata, o autoritário, o rasgador da Constituição e o que deseja um pais voltar a ser governado por corruptos e um ex-prisioneiro, condenado com ladrão, certamente está na oposição ao governo. O Brasil que a maioria da população deseja não é o que existia até o final da era petista e seus periféricos. Se todo poder emana do povo, como expressa a Carta Magna, porque fazer diferente? Se diferente for, como tem sido, o que está escrito na Constituição são letras mortas. O STF, STJ, OAB (atual presidente), imprensa tradicional, são hoje, entulhos antidemocratas. Não as entidades, mas a maioria dos seus membros.

O brasileiro quer mudança. Vai fazer a mudança, custe o que custar. As Forças Armadas podem e devem defender o que a maioria do povo decidiu. Os políticos e autoridades que não representam os interesses da população, podem, democraticamente, serem defenestrados do cargo. Traidor da vontade popular e do País devem ser presos. Simples assim.

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Esperança

Aos poucos a vida vai voltando ao normal e a pandemia vem dado lições e colocado à mostra quem é quem nessas terras brasileiras.

Em São Mateus o prefeito Daniel tem procurado fazer pelo município o que não fez no mandato anterior. Algumas ações vêm sendo feitas e pode ser uma orientação daqueles que patrocinam seu governo visando as eleições do próximo ano. Não é o governo que São Mateus precisa, mas é o que se tem e, queira ou não, com fraudes ou não, foi eleito pela maioria dos votos dos mateenses.

O prefeito tem em seus quadros bons colaboradores e o rodízio de secretários deixou de existir, dando uma certa estabilidade político-administrativa ao seu governo. Esquecer um pouco as artimanhas da política e focar no atendimento das demandas dos munícipes, é uma ação que melhora muito a imagem da sua administração e do próprio prefeito que, com certeza, não deixou de ser festeiro.

Para quem vai à Prefeitura tem por parte dos funcionários um tratamento respeitoso. O atendimento é muito bom, os servidores procuram resolver problemas e orientar para uma solução. Ou seja, independentemente das diferenças políticas, a Prefeitura tem sido um lugar em que o cidadão é bem recebido e tratado com presteza e dignidade. Sou testemunha.

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Democracia?

No Brasil só de fachada. A democracia brasileira é meia-boca, onde a maioria da população não desfrutas das benesses, dos avanços, mas é convocada a participar das dificuldades para dar continuidade aos privilégios daqueles que estão nos cargos, nos postos de mando das entidades governamentais e, principalmente nos poderes constituídos da República. Não se consegue

acabar com os privilégios e qualquer ação nessa direção é vista como um atentado ao famigerado “direito constituído”, que não passa de um jeitinho cínico brasileiro. É inadmissível, por exemplo, que servidores públicos tenham direitos negados ao trabalhador que produz verdadeiramente as riquezas para tocar este País.

Não existe democracia quando temos na prisão deputado e jornalista sem cometer nenhum crime, exceto criticar membros da “Alta Corte”, os intocáveis togados, que agora se deram ao direito de se travestirem de legisladores e governantes, num claro desrespeito as suas atribuições constitucionais. A ditadura da toga foi implantada e isso não pode ser permitido, é rasgar a Constituição. Muitos se doem quando sofre críticas e vêm com a cantilena de inventar que se deseja acabar com o STF. Na verdade, o que se quer é respeito à Constituição e mudança dos seus membros, hoje formam a pior equipe (esse é o nome, pois são corporativista até nas decisões equivocadas) que se tem notícia no STF. A turma é formada por advogados, inclusive de partidos e grupos, sem saber jurídico de excelência. Só o ministro Fux foi juiz, os outros simples advogados, como tantos outros espalhados pelo Brasil e até com mais capacidade de entendimento de atribuições, mas que não têm padrinhos para colocá-los lá no altar da mordomia e privilégios que afrontam toda a Nação brasileira.

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Por que não?!

Muito já se falou sobre as privatizações no Brasil, um país que se diz capitalista e, entretanto, mantem uma economia ainda atrelada ao governo central, acalentando o estatismo. Uma contradição da qual ainda não nos livramos. Por muitos anos, as estatais só serviam para alojar os indicados, como barganha, dos políticos. Pelo menos nos cargos mais importantes e de comando. Assim, independentemente do planejamento dos planos do governo no poder, essas estatais eram usadas para engordar contas de espertalhões e contribuir nas suas campanhas eleitorais.

Alguma já foi feita para reverter esse quadro nefasto ao País e essas privatizações provaram que muitos dos serviços melhoraram consideravelmente e essas antigas estatais passaram a dar lucro. Neste governo, até as que ainda estão sob o chicote estatal estão dando lucro, o que prova que a roubalheira era institucionalizada e ninguém reclamava, o STF e o Congresso com sua cegueira para as coisas que interessam a sociedade, mas de olhos de rapina para seus interesses pessoais e de seus grupelhos e camarilhas.

Por que a Petrobras é intocável nesses planos de privatização? O petróleo é nosso e a Petrobras do povo? Alguém em sã consciência acredita nisso? A Petrobras é de quem lá trabalha, muito distante em tudo, principalmente em privilégios e garantias de direitos e mais direitos, da realidade do povo brasileiro.

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Rumos da Política

Rumos da Política – 2ª Quinzena de Agosto

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Golpe?

Ministros do Supremo, oposicionistas, imprensa parcial e militante, vários parlamentares, todos contra o governo. Acusam o presidente de tudo quanto é adjetivos pejorativos, o caluniam, ofendem, lhe desejam a morte, criam narrativas contra o País, fazem de tudo para desestabilizar o governo na cara da Nação sem que haja uma reação a altura por parte do governo com receio de ferir a Constituição, tão desrespeitada e rasgada diariamente pelos ministros-advogados sem se intimidarem com a escolha da maioria da população, que elegeu Bolsonaro para mudar o Brasil vislumbrando um futuro mais promissor e sem amarras que atrasam a caminhada para o desenvolvimento e prosperidade.

O ministro do Supremo vai ao Congresso fazer articulação política; outro se reúne em almoço com políticos corruptos e que tem processo a ser julgado no STF e nada acontece contra essa gente. Se fosse o presidente que tivesse esse tipo de encontro, choviam ofensas, acusações e xingamentos. Genocida, golpista etc.

Muitos estão se decepcionando com o presidente por não tomar uma atitude mais contundente contra os maus brasileiros que assacam contra as instituições democráticas e justamente aqueles que se dizem defensores do estado de direito. Se existe golpe, não estaria na hora do presidente dar o contragolpe? Não estaria na hora de enquadrar, com o apoio das Forças Armadas, esses golpistas que se dizem democratas e até hoje não respeitam o resultado das eleições de 2018? E agem descaradamente contra a lei, a Constituição e a vontade popular? É preciso agir. Reagir a essas camarilhas, a essa gente que deseja voltar ao poder usando as armas antidemocráticas, as narrativas etc para derrubar o governo.

Retrocesso

A Câmara dos Deputados aprovou a volta das coligações partidárias. Numa esperteza o presidente Arthur Lira colocou na pauta o projeto para votação de última hora numa clara manobra para favorecer os pequenos partidos que nada ou quase nada representam, mas insistem em uma representatividade que não detém. Para muitos, o retorno das coligações partidárias que acabaram em 2017, é um retrocesso. O Distritão também foi enterrado, mas este não tinha o consenso do plenário. Agora a bola está com o Senado, que costuma andar na contramão do País.

Sem noção

O Senado representa através dos seus membros os interesses dos estados da Federação. Deveria ser a função dos senadores investigarem, através da CPI da Covid, os supostos desvios de recursos que foram disponibilizados pelo Governo Federal para estados e municípios. Essa cegueira em apenas perseguir e buscar cabelo em cabeça de ovo que incrimine o presidente, tornou-se uma perda de tempo e de dinheiro público. A quem deveriam investigar ou interrogar, eles não querem, numa clara demonstração de se fazer narrativas que só desmoralizam uma comissão que por si só já começou desmoralizada por ter em sua presidência um senador envolvido em desvios de recursos e conduta e outro na relatoria por responder inúmeros processos por corrupção no STF, que não os julgam. Deve ser mais um elemento para compor a tentativa de derrubar o governo.

A volta do boêmio?

Apesar do ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, ter sido condenado, o STF o liberou da cadeia e para se candidatar à Presidência da República. Estão fazendo de tudo para o eleger e o País voltar ao tempo em que era saqueado pela turma comunista que ama

privilégios, bom vinho e lagosta. São os comunistas que gostam do capitalismo para si e, para o povo, os modelos de Cuba, Venezuela e de outras ditaduras espalhadas pelo mundo.

O eleitor não representado

A questão da representatividade política no Brasil nunca existiu no legislativo. O eleito não defende nenhum interesse da população, a não ser se esta coincide com as mesmas dos grupos, grupelhos e camarilhas que representam. O eleitor comum só serve para dar o voto, depois é ignorado pelo eleito. Isso é o normal na política brasileira. As exceções são exceções.

O voto auditável deveria ser algo natural, pois seria mais um mecanismo para dar segurança ao voto digitado na urna eletrônica com um comprovante que ficaria em uma urna acoplada e inviolável. Caso houvesse a necessidade de auditar, bastaria recontar os votos ali impressos. Todos eram favoráveis, mas bastou uma incursão do ministro-advogado Luiz Roberto Barroso se reunir com os líderes partidários para que todos ficassem contra. O STF e o TSE ditam ordens, ditam políticas e se julgam donos de tudo e do País. Quando se critica a “Alta Corte”, os hipócritas logo se arvoram em dizer que se deseja o fechamento daquela instituição. Não é verdade. O que se deseja é que seus membros cumpram o que prescreve a Constituição, coisa que o STF desrespeita a todo momento. O que deveria acabar é a Justiça Eleitoral. Uma instituição inútil, um cabide de emprego que não serve para nada.

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